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Os tipos básicos de naves extraterrestres

Ultima atualização: 6 de junho de 2010 00:00
Por
Raul de Oliveira Viana Júnior
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A sonda usa diversos recursos para transmitir informações para o contatado
Créditos: Shawn Driscoll

Naves de comando (Nave-mãe) – A nave de comando é o que designamos como nave-mãe e consiste de um artefato de grandes dimensões com locais apropriados para as naves-filhote (naves de patrulha) estacionarem, já que decolam dessas e para elas retornam, sempre que precisam. As naves de comando dificilmente se aproximam do solo e, apesar de também se deslocarem na atmosfera, geralmente, ficam a uma altitude mais elevada que as outras e podem ficar invisíveis. Apresentam a forma circular, de charuto ou tubular, segundo as testemunhas de avistamentos. São tripuladas e podem abrigar até 1.800 pessoas a bordo, quando constituem uma colônia espacial. Desse tipo se encontram “arcas espaciais”, naves de dimensões continentais do tamanho da Groelândia, Austrália ou da Sibéria. Geralmente ficam estacionadas na estratosfera e também podem ficar invisíveis.

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Naves-filhote (Naves de patrulha) – As naves-filhote, denominadas de naves de patrulha, são as mais comumente avistadas. Deslocam-se na atmosfera, pairam no ar, pousam e realizam outras manobras. São provenientes das naves de comando e desempenham missões de patrulhamento, além de observação in loco com supervisão. Apresentam dimensões médias que variam de alguns metros até dezenas de metros de diâmetro, não ultrapassando os 40 ou 50 metros. De ordinário apresentam a forma circular ou esférica, mas algumas vezes, outras formas, tais como: cônica, triangular, trapezoidal ou tubular.

Podem se deslocar em altas velocidades e executarem manobras em ângulos de até 90º sem diminuírem de velocidade, inverter a direção de seu deslocamento, mudá-lo em qualquer sentido ou direção, estacionarem no ar a qualquer altura do solo e apresentarem brilho intenso. Podem voar em formação, mudarem de cor e também ficarem invisíveis. São geralmente tripuladas por um ou por pequeno grupo de ufonautas, em missão de patrulhamento ou confirmação de dados analisando e verificando o que lhes interessam.

Naves de reconhecimento (Sondas) – As naves de reconhecimento ou naves-sonda são emitidas e controladas pelas naves de patrulha. Sua missão básica deve ser a de levantar dados a serem transmitidos. Para que isso funcione, dispõem de recursos técnicos em complexo sistema. Elas podem registrar em si mesmas, ou transmitir imediatamente os dados levantados. No primeiro caso, tais dados são avaliados posteriormente, quando retornam a bordo das naves que as enviaram. Essa categoria de UFOs apresenta pequenas dimensões, variando de 30 a 95 cm, aproximadamente. Desenvolvem altíssimas velocidades e geralmente possuem formas esféricas.

Não são tripuladas, mas tele-guiadas e oferecem às naves de patrulha os pré-elementos necessários para se constatar a conveniência, ou não, de uma visita destas ao local “sondado”. As sondas são eficientíssimos aparelhos de pesquisa que possuem recursos técnicos avançadíssimos, com altíssima capacidade de registrar em si ou enviar dados do local “sondado”. As sondas apresentam várias formas e têm várias funções.

Geralmente, a forma mais comum é a esférica. Quanto às funções e ações práticas desses objetos, podemos citar: pesquisa ambiental, prospecção de material orgânico ou mineral e, em certos casos, para implante em abduzidos ou contatos a níveis mais avançados com os seres humanos. O tipo de sonda mais comum é aquela que analisa a área enquadrada e verifica se há alguma ameaça para si ou para os ocupantes do UFO, destarte envia tais informações para a nave que a monitora que coordena a operação.

Características das sondas

Dentre as características técnicas de algumas sondas, uma que nos desperta maior interesse é aquela que dispõe da capacidade de projetar de si um holograma (imagem tridimensional). Isso acontece estando a sonda a uma certa altura do solo e o holograma se apresentando na direção do solo, a uns 10 ou 15 cm de distância. A projeção é feita da parte inferior da sonda, portanto para baixo. Porém deve haver projeções que se apresentam em outras direções a partir da sonda. A sonda usa este recurso como mais um meio de transmitir informações (dados) para o contatado, para que ele entenda melhor qual é o seu objetivo (além de sua capacidade de deslocamento e luminosidade).

Podemos entender melhor o que é a projeção hologramática se nos lembrarmos do filme Guerra nas Estrelas, em uma cena que o pequeno robô R2-D2 projeta de si um holograma da princesa, fazendo a figura aparecer em pequenas dimensões. Também, quando o co-piloto da nave em fuga está jogando xadrez com o robô lingüístico, as figuras do jogo são todas mini-hologramáticas. No longa-metragem O Império Contra-ataca, há citação numa cena da caverna, onde um lindo holograma de Benjor, em tamanho natural se projeta, sendo que, nesse exemplo, a fonte da projeção do holograma não é visível, como no primeiro caso.

Nas sondas, a projeção hologramática é usada para incrementar a mensagem e a comunicação com o contatado, facilitando, assim, seu entendimento do porquê do contato. É usado também para disfarçar suas ações quando supostamente “flagrada” em funcionamento. Esse recurso de comunicação já foi descrito por várias testemunhas de avistamento, constituindo-se numa demonstração de técnicas superiores às nossas, nesta e em outras áreas do saber.

Raul de O. Viana Júnior é ufólogo e reside em Niterói (RJ). Esse texto foi publicado originalmente no Boletim Informe, de Campinas (SP).

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