O Vaticano é a instituição que mais conhece a realidade da presença alienígena na Terra

O Vaticano é a instituição que mais conhece a realidade da presença alienígena na Terra

Não é a CIA, o que restou da antiga KGB e nem mesmo o MI6 quem mais tem informações sobre UFOs, mas o Vaticano
Créditos: Giuseppe Calicchio

Estudiosos da temática ufológica de todo o mundo argumentam que os Estados Unidos e a Rússia seriam as potências mundiais que mais teriam informações sobre a ação na Terra de outras espécies cósmicas. Os EUA, como se sabe, vêm trabalhando em segredo desde os anos 50 para obter o máximo possível de dados sobre nossos visitantes por meio de vários projetos secretos. O país dedica uma verba considerável para o tema, e a maior parte desse dinheiro vem de dotações que fogem ao rigoroso controle orçamentário do congresso norte-americano, as chamadas black operations.

Por sua vez, a Rússia — que hoje acumula quase a totalidade dos recursos que antes eram espalhados pelos diversos países que compunham a extinta União Soviética — também é considerada grande detentora de dados sobre nossos visitantes, embora se saiba que a crise financeira que afeta o país não permite que se desfrute dessa vantagem. A hegemonia do Kremlin sobre um dos mais vastos territórios do globo permitiu à KGB, em seus tempos áureos, juntar expressiva quantidade de dados sobre discos voadores — e sua sucessora o faz até hoje, ainda que mais modesta e limitadamente.

Cortina de bambu

Muitos ufólogos também asseguram que a China teria vasta quantidade de registros sobre a presença alienígena na Terra, embora as autoridades do país sejam bem mais discretas e tenham uma política visivelmente mais acanhada de pesquisa ufológica. Além desses países, Inglaterra, França, Itália e Alemanha também são frequentemente citadas como nações que teriam grande base de dados sobre a fenomenologia ufológica — e, com as demais, discutiriam regularmente a delicada situação. Bem longe das câmeras!

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Considerando-se o Fenômeno UFO uma das questões mais importantes relacionadas ao surgimento, trajetória e destino da humanidade, é natural que os ufólogos queiram saber quem, entre todas as instituições e governos, teria mais conhecimento sobre a temática. E a resposta pode ser surpreendente para quem é neófito na área ou desconhece as entranhas mais profundas da Ufologia — ou da Exopolítica, o estudo das razões políticas que levam instituições e governos a manterem o assunto sob rigoroso sigilo.

Essa busca perdura desde o fim da Segunda Guerra Mundial e se manteve intacta durante toda Guerra Fria, estando viva até hoje, ainda que com outro formato. EUA, Rússia e China, principalmente, disputam publicamente uma posição de negação quanto aos UFOs, enquanto nos bastidores reconhecem sua gravidade, trocam informações e até mantêm projetos conjuntos de pesquisa. “Fico imaginando quão rapidamente nossas diferenças cairiam por terra se tivéssemos que enfrentar uma ameaça alienígena”, disse o ex-presidente Ronald Reagan diante da Assembleia Geral da ONU, há poucas décadas, referindo-se à necessidade de se unificar os esforços contra eventuais “invasores extraterrestres”.

Mas o que pouca gente sabe é que nem os EUA, nem a Rússia e nem mesmo a hegemônica China têm um volume de informações ufológicas tão antigo, detalhado e diversificado quanto o insuspeito menor país do mundo, o Vaticano. Isso mesmo, a Santa Sé detém uma quantidade expressiva de dados sobre a ação na Terra de outras inteligências — que vem sendo mantida a sete chaves há séculos, assim como muitos outros segredos que compõe a tradição católica. Por exemplo, as observações marianas de Fátima, ocorridas no início do século passado.

Registros ufológicos históricos

Em variadas fases de sua existência, o Vaticano foi quase totalitário na Terra, muito antes de existirem EUA, Rússia ou China. Há séculos a Santa Sé mantém milhares de missionários em praticamente todos os cantos do mundo, trabalhando diretamente ao lado da população em incontáveis comunidades urbanas e rurais. Hoje, o Vaticano está presente em mais de 200 países, ainda mantendo sua tradição de atuar com o povo — sejam quais forem as etnias, os costumes e mesmo as religiões de cada local onde opera. Simplesmente, não existe uma única comunidade no globo que não tenha um padre ou outro membro da Igreja Católica!

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Dessa forma, desde tempos imemoriais, membros do Vaticano vêm coletando e analisando os relatos oriundos de seus fiéis, que, em todo o mundo, têm sido submetidos a observações de UFOs e contatos com seus tripulantes. Autoridades das três referidas potências mundiais certamente têm recursos infinitamente maiores para coletar informações sobre os UFOs, mas é o Vaticano quem detém os registros históricos da presença alienígena na Terra, inclusive antes e principalmente durante os tempos bíblicos.

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