Nomes dos personagens de ‘Dia D’, podem esconder referências reais à história dos OVNIs

Nomes dos personagens de ‘Dia D’, podem esconder referências reais à história dos OVNIs

O novo filme de Steven Spielberg, Dia D (Disclosure), chegou aos cinemas e já está gerando discussões entre fãs de ficção científica, ufologia e conspirações governamentais. Mas, além da história, um detalhe passou praticamente despercebido: os nomes dos personagens principais têm ligação com referências reais de casos que envolvem investigações sobre ovnis. 

 

A teoria ganha força depois das próprias declarações do diretor. Em entrevista à Associated Press, Spielberg afirmou que Dia D é “o primeiro filme que será considerado ficção científica, mas que eu não considero ficção científica”, porque a obra reflete “o mundo como ele está evoluindo e as descobertas que estão sendo feitas neste momento”. Já para o canal de televisão CBS News, o diretor foi ainda mais enfático: “Com base em todas as evidências circunstanciais que reuni ao longo da minha vida, em tudo o que ouvi e nos testemunhos apresentados ao Congresso, eu absolutamente acredito que eles estiveram aqui e estão aqui.” 

 

A protagonista Margaret Fairchild, interpretada por Emily Blunt, é uma jornalista responsável por apresentar a previsão do tempo no canal de televisão Kansas City. Coincidentemente, Fairchild também é o sobrenome de Sherman Fairchild, um dos empresários mais influentes da história da aviação norte-americana.

Relatório oficial sobre o caso de Roswell publicado pela Força Aérea dos Estados Unidos

 

Ao longo da vida, o executivo fundou mais de 70 empresas, incluindo a Fairchild Aircraft, Fairchild Industries e Fairchild Camera and Instrument, responsável por fabricar aviões destinados a levantamentos fotográficos aéreos. Em poucos anos, a companhia se tornou uma das principais fornecedoras da indústria aeroespacial e de defesa dos Estados Unidos, participando de diversos projetos militares ao longo da Guerra Fria.

 

Em um dos relatórios oficiais da Força Aérea dos Estados Unidos sobre o famoso caso Roswell – episódio ocorrido em 1947, no Novo México, após a recuperação de destroços que inicialmente foram anunciados como um “disco voador” e depois atribuídos a um balão do Projeto Mogul – o sobrenome Fairchild aparece em registros internos envolvendo oficiais da Força Aérea.

 

Décadas depois, a empresa voltou a aparecer em um documento recentemente liberado pelo Departamento de Guerra dos Estados Unidos (DoW). O relatório descreve um avistamento ocorrido em dezembro de 1950, próximo às instalações nucleares de Oak Ridge, no Tennessee. Segundo o documento, várias testemunhas observaram um objeto circular extremamente luminoso cruzando o céu. Entre essas pessoas estava o major Walter I. Cares, identificado como integrante da divisão NEPA (Nuclear Energy for the Propulsion of Aircraft) da Fairchild Engine and Airplane Corporation.

 

O documento detalha um objeto branco, muito mais brilhante que a Lua, que “parecia refletir luz em uma superfície metálica” antes de desaparecer. O caso permanece sem explicação até hoje.

 

Documento recentemente liberado pelo Departamento de Guerra dos Estados Unidos 

 

 

É claro que tudo isso pode ser apenas coincidência. Mas a teoria fica ainda mais interessante quando se observa a própria trama do Dia D. No filme, quem guarda os maiores segredos sobre tecnologias de origem não humana não é exatamente o governo, mas uma grande empresa privada, a Wardex Corporation.

 

Essa ideia lembra declarações feitas nos últimos anos por ex-militares e ex-agentes de inteligência dos EUA, como David Grusch, que afirmam que parte dos materiais recuperados em supostos programas de engenharia reversa teria sido transferida para empresas privadas. Segundo eles, isso dificultaria o acesso às informações por meio de futuras leis de transparência.

Agora fica a pergunta: vocês acham que foi apenas uma escolha aleatória de nome ou Spielberg deixou mais uma pista escondida dentro do filme?

 

Se a personagem principal recebeu justamente o sobrenome de uma empresa que aparece em documentos ligados à história dos OVNIs, enquanto o filme inteiro gira em torno de corporações privadas guardando segredos sobre inteligências não humanas, será que isso é apenas coincidência? Ou Spielberg sabe mais do que pode revelar?

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