Luis Elizondo afirma que água e atividade nuclear atraem ovnis; e mais: por que o Brasil acobertou a Operação Prato?

Em seu livro Iminente os bastidores da caçada do pentágono lue Elizondo fala sobre casos desclassificados

Redação UFO
5 minutos de leitura

O ex-oficial do Pentágono Luis Elizondo, que chefiava o Programa de Identificação de Ameaças Aeroespaciais Avançadas (AATIP) dos Estados Unidos, defende em seu livro uma teoria sobre o que faria objetos voadores não identificados (Ovnis) aparecerem com maior frequência em certas áreas do planeta.

Em “Iminente — Os bastidores da caçada do Pentágono a Ovnis”, o norte-americano explica que os agora chamados de fenômenos anômalos não-identificados (UAPs, na sigla em inglês) são atraídos por dois fatores espécífos: atividade nuclear e grandes porções de água.

“Tudo isso é bem estranho, mas uma das primeiras observações de nosso grupo foi que os UAPs e a água são como waffles e xarope de bordo: onde está um, está outro. Às vezes, como no caso da mina no Congo ou, como discutiremos mais tarde, em embarcações nucleares no mar, o avista-mento de UAPs é associado à tecnologia nuclear e também à água”, diz um trecho do livro.

“Coincidentemente, toda vez que um reator nuclear derreteu ou uma catástrofe ocorreu, testemunhas avistaram UAPs nos arredores dias ou meses depois. Three Mile Island, Chernobyl e Fukushima serviram como ímãs para UAPs”, afirma o ex-oficial em outra passagem.

Créditos: CNN

Ao longo das páginas, Elizondo apresenta uma teoria que justificaria essa coincidência. Não é raro que Ovnis sejam avistados carregando água, ainda que nunca sejam vistos com propulsores ou qualquer elemento motor similar ao usado pelos humanos.

Luis Elizondo explica por que o Brasil escondeu casos de Ovnis

Créditos: CNN

ex-oficial do Pentágono Luis Elizondo explicou por que o Brasil manteve silêncio sobre os casos de Ovnis na ilha de Colares, no Pará, durante a década de 1970. Na época, a Força Aérea Brasileira realizou a Operação Prato, investigando luzes misteriosas e supostos ataques de raios a moradores locais, mas as investigações foram encerradas sem conclusões definitivas. Elizondo acredita que, na época, o Brasil preferiu não divulgar esses casos para evitar prejudicar relações internacionais, já que as tecnologias poderiam ser de origem americana ou russa, ou até mesmo uma ameaça comunista.

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Ele também comentou que, agora, com outros países admitindo estudos sobre Ovnis, será mais fácil para o Brasil discutir o tema abertamente no futuro.

O livro dele, “Iminente”, detalha os bastidores da investigação do Pentágono sobre Ovnis e ajudou a aumentar a conscientização sobre o assunto nos Estados Unidos.

Operação prato

Fontes: externas

As Forças Armadas do Brasil, especificamente a Força Aérea Brasileira (FAB), conduziram uma operação para investigar avistamentos de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) na região do Pará, incluindo áreas próximas ao arquipélago do Marajó. A operação foi conhecida como Operação Prato e ocorreu entre outubro e dezembro de 1977.

Detalhes da Operação Prato:

– Objetivo: Investigar alegações de avistamentos de OVNIs na região de Colares, no Pará, onde moradores relataram fenômenos associados a “corpos luminosos” e supostos ataques à população.
– Período: A operação foi realizada em duas missões, entre 20 de outubro e 11 de novembro de 1977, e novamente entre 25 de novembro e 5 de dezembro de 1977.
– Equipe: A operação foi conduzida por uma equipe de agentes de inteligência do I COMAR, incluindo o sargento Flávio Costa, e contou com a participação de médicos da aeronáutica.

Fenômenos Investigados:

– “Chupa-chupa”: Os moradores relataram fenômenos de luzes voadoras que pareciam sugar o sangue de pessoas, além de queimaduras e outros efeitos.
– Avistamentos: Foram registrados avistamentos de OVNIs em várias localidades da região, incluindo Colares, Vigia e outros municípios.

Documentação:

– Registros: A FAB produziu relatórios detalhados sobre as observações, incluindo imagens fotográficas e descrições dos fenômenos.
– Arquivos: Os documentos da Operação Prato estão sob guarda do Arquivo Nacional em Brasília e incluem relatórios de missão, imagens e outros materiais.

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