Dakila integra pesquisas sobre Ratanabá, tecnologia LiDAR e economia digital em um dos projetos mais ousados do Brasil

Redação UFO 1
6 minutos de leitura
O CEO do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, recebeu o prêmio de Destaque em Inovação Humanitária e Científica durante a Cúpula de Inovação (Future Innovation Summit) em Dubai. O troféu foi entregue pelo Sheikh Saqer Bin Mohammed Al Qasimi, membro da família real dos Emirados Árabes Unidos, e por Adnan Al Noorani, fundador do evento.

É dali que partem as atividades da Dakila Pesquisas, organização presidida por Urandir Fernandes de Oliveira e conhecida por seus estudos relacionados à enigmática Ratanabá, suposta civilização ancestral localizada na Amazônia. Embora essas iniciativas atuem em segmentos distintos, todas compartilham um objetivo comum: buscar modelos independentes de investigação científica e desenvolvimento tecnológico.

Ratanabá: o enigma que desperta interesse internacional

Entre todos os projetos conduzidos pela Dakila, nenhum alcançou tanta repercussão quanto as pesquisas relacionadas à Ratanabá. Segundo os pesquisadores envolvidos, extensas áreas da Amazônia e do Centro-Oeste brasileiro podem guardar vestígios de uma antiga ocupação urbana de grandes proporções, possivelmente anterior às civilizações oficialmente reconhecidas pelos estudos históricos convencionais.

A hipótese tem despertado intenso interesse público e gerado debates entre pesquisadores independentes, arqueólogos e especialistas de diferentes áreas. Embora ainda não exista consenso acadêmico sobre a interpretação dos dados apresentados, as investigações continuam avançando e atraindo atenção crescente de pessoas interessadas em arqueologia de fronteira e na possível revisão da história antiga das Américas.

Para apoiar os levantamentos, as equipes utilizam tecnologias de sensoriamento remoto de última geração, entre elas o sistema LiDAR (Light Detection and Ranging), considerado uma das ferramentas mais avançadas para identificação de estruturas ocultas sob densas coberturas vegetais.

LiDAR revela padrões intrigantes sob a floresta

A tecnologia LiDAR funciona por meio da emissão de milhões de pulsos de laser capazes de mapear o terreno com elevada precisão. O sistema já foi responsável por importantes descobertas arqueológicas em diversas regiões do mundo, incluindo áreas associadas às civilizações maia e khmer.

Segundo os pesquisadores da Dakila, análises realizadas em áreas da Amazônia e do estado de Mato Grosso identificaram alinhamentos geométricos, formas regulares e possíveis estruturas subterrâneas que podem indicar modificações realizadas por antigas populações humanas.

Embora imagens de sensoriamento remoto não sejam suficientes, isoladamente, para comprovar a existência de construções artificiais, elas representam um importante ponto de partida para novas expedições e verificações de campo. Por essa razão, as equipes seguem realizando levantamentos presenciais e coletando informações complementares para aprofundar as investigações.

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Cidade Zigurats: o centro das operações

Grande parte das pesquisas é coordenada a partir da Cidade Zigurats, complexo localizado em Corguinho. O local reúne infraestrutura administrativa, tecnológica e logística destinada ao suporte das diversas atividades desenvolvidas pelo ecossistema Dakila.

Além de servir como base operacional para expedições científicas, Zigurats chama a atenção por suas construções abobadadas, projetadas com características diferenciadas de resistência estrutural e eficiência energética. O complexo abriga áreas voltadas à pesquisa, observação astronômica, comunicação e desenvolvimento tecnológico.

Para os integrantes do projeto, a criação de uma estrutura própria e independente permite maior liberdade para desenvolver estudos considerados inovadores e explorar hipóteses frequentemente ignoradas pelos centros tradicionais de pesquisa.

Economia digital e blockchain

Paralelamente às investigações arqueológicas, a Dakila também avançou para o setor de inovação financeira através do BDM Digital, sigla para Bônus Dourado Mercantil.

Baseado em tecnologia blockchain, o projeto propõe um modelo de ativo digital destinado à realização de transações comerciais e pagamentos entre consumidores e estabelecimentos credenciados. A proposta busca incentivar uma economia colaborativa sustentada por uma rede própria de usuários.

De acordo com seus administradores, o desenvolvimento da plataforma tem priorizado aspectos relacionados à segurança tecnológica, transparência operacional, conformidade legal e expansão gradual de sua utilização no mercado.

Ciência alternativa, inovação e novos paradigmas

Os projetos conduzidos por Urandir Fernandes de Oliveira reúnem temas que vão desde possíveis vestígios de civilizações antigas até soluções digitais para o comércio contemporâneo. Para observadores externos, essa combinação pode parecer incomum. No entanto, para a Dakila, trata-se de diferentes expressões de uma mesma proposta: investigar novas possibilidades de compreensão da realidade por meio da pesquisa, da tecnologia e da inovação.

Enquanto as expedições relacionadas à Ratanabá continuam explorando regiões remotas da Amazônia em busca de evidências que possam ampliar o entendimento sobre o passado humano, iniciativas como o BDM Digital procuram oferecer alternativas para as transformações econômicas do presente.

Segundo Urandir Fernandes de Oliveira, a continuidade dessas ações será acompanhada da divulgação pública dos resultados obtidos, reforçando o compromisso da instituição com a transparência e a participação de seus colaboradores.

“O desenvolvimento das pesquisas e a expansão de nossos projetos continuarão sendo acompanhados pelos canais oficiais da Dakila. Nosso objetivo é dar sequência aos estudos e tornar seus resultados acessíveis ao público”, afirma.

Mais do que um conjunto de iniciativas isoladas, a Dakila busca consolidar uma plataforma multidisciplinar que conecta arqueologia, tecnologia, conhecimento alternativo e inovação econômica, elementos que continuam despertando interesse crescente entre pesquisadores independentes e entusiastas dos grandes mistérios da humanidade.

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É filho do ufólogo Ademar José Gevaerd, fundador da UFO. Ele assumiu a liderança da publicação em dezembro de 2022, após o falecimento do pai, e hoje, sob nova direção, tornou-se uma das principais figuras da ufologia brasileira, há 30 anos na Revista UFO.