
Que são as misteriosas criaturas que estão sendo avistadas em Porto Rico? Alguns se aventuraram a dizer que poderia ser talvez uma nova espécie alienígena ou extraterrestre que está manifestando-se em nosso mundo, mais precisamente em Porto Rico. De fato, temos contatado outros colegas ufólogos no México, Estados Unidos e outros países, onde também estão registrando-se mutilações de animais aparentemente relacionadas ao Fenômeno UFO. Em nenhum desses países têm-se informada a presença desse tipo de criatura, como ocorre na ilha de Porto Rico.
Embora não possamos destacar a origem extraterrestre desses seres, tampouco que sejam produto de mutações naturais. Pois para serem mutações naturais deveriam ter-se manifestado anteriormente, com mudanças periódicas durante um certo tempo. E, pelo contrário, sua aparição em nosso meio foi súbita.
Existe a possibilidade de que sejam o produto de uma manipulação genética de alto nível, na qual mesclou-se, talvez, a genética de seres alienígenas inteligentes com seres humanos e animais terrestres. Isso poderia ser feito por seres alienígenas, ou por seres humanos, ou até por uma combinação de ambos, unidos em uma estranha associação secreta.
Por que isso é exagerado? Por que é impossível que isso possa ser feito? Não existe tecnologia que permita fazê-lo? Há sim, e não precisamos ir a outros mundos para vê-la em ação, nem necessitamos trabalhar fisicamente com o DNA em si. A tecnologia que permite fazer isso existe há décadas na Terra.
INVESTIGAÇÃO SOBRE MORTES — Até quando as agências governamentais, tais como o Departamento de Recursos Naturais e Ambientais e o Departamento de Agricultura estadual e federal, vão continuar negando os fatos e divergindo a situação quanto aos ataques das Entidades Biológicas Extraterrestres (EBEs) – os chamados, erradamente, de Chupacabras. Um membro da Câmara de Representantes disse que apresentará uma resolução para que se investigue, até as últimas conseqüências, tudo relativo ao assunto.
Os representantes dos departamentos de Recursos Naturais e de Agricultura alegaram que estão impossibilitados de levar em frente uma investigação em torno desse assunto, pois quando prefeitos ou cidadãos pediram sua colaboração, esses departamentos só encontraram “animais em estado de decomposição ou já enterrados”. Também tinham dito: “hei de ver até onde chega a mão humana aqui”, implicando que os ataques poderiam ser obra de seres humanos.
Disseram que estariam dispostos a ajudar no momento em que os animais mortos aparecessem, não quando já se encontram em estado de decomposição. Queixaram-se de que foram chamados muito tarde e isso evitou que pudessem desenrolar uma investigação. Igualmente disseram que os retratos falados ou rascunhos que tinham sido feitos do aspecto dos chamados Chupacabras, não lhes parecem evidência suficiente para iniciar uma investigação.
A juízo dos funcionários desses departamentos, especialmente do departamento de recursos naturais, tudo poderia dever-se a um animal exótico – uma espécie de animal não existente em Porto Rico, que pode ter sido introduzido na ilha e que escapou, atacando animais domésticos e de jaula.
Alegaram que em Porto Rico não existem animais que chupam o sangue de outros animais da forma como ocorreram nesses casos. O que pode ter acontecido é que o sangue dos animais, uma vez mortos, coagulou e secou ou ficou nas partes mais profundas do animal, visto que não encontraram rastros de sangue.
Devemos fazer alguns esclarecimentos sobre essas afirmações oficiais. Primeiro, não é certo que essas agências não possam fazer uma investigação devido ao fato de que, quando são chamados, os animais já estejam em estado de decomposição ou enterrados. Em muitas ocasiões, somos testemunhas de como os cidadãos das áreas afetadas pelos ataques aos animais têm chamado os representantes desses departamentos, sobretudo de recursos naturais, e esses se omitem diante dos acontecimentos.
Em outras ocasiões, visitam o lugar mas logo se negam a recolher amostras dos animais para análise. Ordenam aos proprietários dos animais que os enterrem o quanto antes ou lhes dizem que voltarão outro dia, porém não voltam nunca mais. Esse é um padrão de conduta generalizado nesses casos, em toda a ilha, e parte dos representantes desses órgãos.
Um outro esclarecimento a ser feito é que dizem que não aceitam as reproduções artísticas que se têm feito dos alegados Chupacabras porque não lhes parecem evidência suficiente para iniciar uma investigação.
Igualmente têm dito que não aceitam os rascunhos porque “sinceramente não existe uma criatura assim, é impossível que haja algo assim”. Enquanto que, por outro lado, sempre repetem que não fazem busca a nenhum animal ou criatura porque não há nada que lhes indique o que têm que procurar. “Se nos dissessem que é um leão ou um puma saberíamos o que procurar”, defenderam-se.
Essas declarações são pouco sérias e as mais anticientíficas que já escutamos. Tais rascunhos foram feitos baseados nas descrições que várias testemunhas, independentes umas das outras, deram-nos ao longo da ilha. As descrições têm coincidido até mesmo nos mínimos detalhes, e mostram um padrão receptivo quanto à aparência das EBEs e seu comportamento.
Se os representantes governamentais realmente tivessem uma mentalidade científica e objetiva, deveriam aceitar que quando um padrão se faz óbvio e repetitivo, isso indica que não há coincidências envoltas ao assunto, e que algo importante ocorre, implicando em uma investigação séria. Finalmente, dizer que não se vai investigar a presença do alegado Chupacabras porque, segundo eles, “uma criatura assim não pode existir” é emitir uma opinião totalmente prejudicial de antemão, é falta de objetividade e de atitude científica real. Por outro lado, o representante da câmara, Enrique López, presidente da comissão de agricultura da Câmara de Representantes de Porto Rico, anunciou que ele e José E. Nuñez apresentarão uma resolução para que o legislativo investigue, até às últimas conseqüên
cias, tudo relativo às misteriosas mortes de animais e as aparições das EBEs no país.
“Antes de mais nada, não devemos utilizar a terminação Chupacabras. Entendo que estamos falando de uma situação que está ocorrendo em Porto Rico, e que até o momento não deram a seriedade que necessita, exceto pelo prefeito de Canóvanas, José Chemo Soto. Temos uma situação em que apareceram diversos animais mutilados, mortos e assassinados… e isso não é comum. Se todos nós sabemos que o que está acontecendo é raro, por que não fazemos nada a respeito? O governo, a legislação, e os órgãos federais do país não fazem nada. O Departamento de Agricultura não tem feito nada, nem o de Recursos Naturais.
“Isso não pode ser. Que estamos esperando? Que isso piore e chegue a um nível onde não vamos poder fazer nada, até que surja algo grave? Afortunadamente, essas criaturas que se mencionam não atacaram nenhum ser humano. Mas, e se isso acontecer? Vamos esperar que algo pior ocorra, para então lamentarmos?
“Por isso, como presidente da comissão de agricultura da câmara, entendo que é minha obrigação interessar-me por essa situação. E estou apresentando uma resolução junto ao companheiro José Alberto Nuñez, para que se investigue tudo relativo a esse assunto”, declarou o senhor Enrique López, em entrevista à Evidencia OVNI.
O prefeito de Canóvanas, José Soto, que nos acompanhou no programa, e que tem efetuado buscas às raras criaturas em seu município, declarou que não estava de acordo em chamar as criaturas de Chupacabras. Ressaltou que em todo o assunto dessas criaturas e das mortes dos animais, existe algo muito estranho.
Acrescentou que sempre achou que a explicação dada pelas agências governamentais, no sentido de que as criaturas vistas são macacos ou cachorros, não é real: “essas criaturas fazem somente uns orifícios nos animais e parece que tiram todo seu sangue, e fazem uns buracos pelos quais extraem certos órgãos. Macacos e cachorros não fazem isso, mordem e rasgam, e nesses casos não foi assim. Além disso, os animais não chupam sangue (…) Vou seguir adiante até encontrar o que está ocasionando tudo isso e não vou descansar até capturar, se possível vivo, um desses seres”.
Finalmente, López disse que “em Porto Rico existe uma situação anormal, e já é hora de haver uma maneira formal do governo agir. Não podemos perder mais tempo. Queria que tudo isso não fosse verdade, porém, está comprovada muito mais que uma dúvida de que algo estranho tem matado esses animais”.
Informamos a López e a Soto que até o momento não se havia discutido oficialmente sobre o assunto. E que, simultaneamente às aparições das criaturas e às mortes dos animais, houve um número razoável de avistamentos de UFOs nas áreas afetadas. Talvez por esse detalhe, seja tão difícil às autoridades e ao governo falar claro a respeito, pois teriam que oficializar o fenômeno. López respondeu a isso, dizendo “não há dúvidas de que trata-se de coisas delicadas. Porém também não há dúvidas de que, para as forças armadas dos Estados Unidos, o Fenômeno UFO é uma preocupação e que são tomadas medidas a esse respeito (…) Já fui militar, sei que antes já existia uma preocupação e ainda deve existir”.
REALIDADE — Agradecemos ao senhor José Soto e ao senhor Enrique López por darem um passo adiante e discutirem abertamente a realidade sobre tudo o que está ocorrendo no país em relação às múltiplas mortes e às aparições de EBEs e UFOs. Existem muitos casos semelhantes aos apresentados aqui, e tudo isso tende a indicar que algo muito importante está acontecendo em Porto Rico e no mundo. Uma presença muito estranha está manifestando-se há muito tempo. Afinal, o que são esses seres vistos? Ainda não temos uma resposta a essa pergunta e, portanto, devemos fazer algo a respeito, antes que seja tarde demais…