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Ufoarqueologia ? os indícios de seres avançadíssimos no passado da Terra

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28 de Dezembro de 2009
Ilustração fiel da Tumba de Palenque. A pedra tem 3,5 m por 2,2 m e pesa aproximadamente cinco toneladas
Créditos: tlucretius

Nas últimas décadas, nossas ciências acadêmicas vêm descobrindo fatos e mergulhando em teorias cada vez mais surpreendentes e extraordinárias com relação ao nosso passado, ficando evidente que nossos ancestrais eram muito mais evoluídos do que supúnhamos e que, provavelmente, toda essa tecnologia tenha sido recebida através de contatos que povos aparentemente primitivos tiveram com civilizações vindas do espaço. Essas constatações e indícios fizeram com que surgisse a Ufoarqueologia, uma linha de pesquisa dentro da Ufologia que investiga a presença de seres extraterrestres intervindo no passado remoto de nossa humanidade, através da arqueologia, paleontologia, antropologia, como também auxílio da própria história. Tudo teve início, segundo nossas bases astronômicas e astrofísicas, na grande explosão chamada Big Bang. A partir dali, galáxias, estrelas e planetas se formaram, continuando em expansão até hoje. Nosso sistema solar e a Terra eram apenas um aglomerado de materiais, elementos e de fogo, que durante bilhões de anos foram se resfriando e fundindo. Resumindo, a água em estado líquido deu origem aos primeiros seres vivos aquáticos. A evolução continuou até os gigantes dinossauros, que dominaram a Terra por milhões de anos. Foi quando, conforme as teorias científicas vigentes, um asteróide atingiu a superfície do planeta, contribuindo para sua extinção em massa. Entretanto, a vida sempre em adaptação e desenvolvimento, modificou-se, e nessa evolução surgiram os primatas, fazendo com que uma espécie, através de intrincado e ainda insólito desenvolvimento particular, especificamente o Homo sapiens, desse origem ao ser humano.

Nossa história é curta se comparada ao planeta e, quiçá, ao universo, possui cerca de 40 mil anos de civilização, mas já temos muito pra contar. Descobrimos o fogo, criamos a roda, as religiões, sociedades, leis e atualmente estamos dando grandes passos na área tecnológica e espacial. Conquistamos pessoalmente a Lua, nossos robôs-sonda estão espalhados pelo sistema solar e estaremos em breve caminhando em terras marcianas, mas a principal pergunta ainda permanece: estamos sozinhos no universo? Com aproximadamente 14 bilhões de anos, trilhões de trilhões de galáxias e quintilhões de estrelas - somente em nosso "quintal", a Via Láctea, 130 bilhões de estrelas e, certamente, maior ainda o número de planetas, muitos com condições de abrigar vida. Mas então, onde estão nossos irmãos cósmicos? Mesmo viajando a velocidade da luz (300 mil km/s), levaríamos quatro anos para alcançarmos a estrela mais próxima. Albert Einstein dizia que fendas no espaço, os chamados Buracos de Minhoca [Buracos negros ou Wormholes, no inglês] poderiam nos levar às estrelas mais distantes. Infelizmente, ainda não chegamos a comprovar esta hipótese, devido ao nosso recente e iniciante avanço espacial. Essa poderia ser então, uma das chaves das viagens espaciais?

Civilizações mais antigas que a nossa humanidade e com séculos, milênios (ou dezenas de milênios) a mais de experiência poderiam realizar jornadas desse tipo? Temos muitos indícios e evidências de que seres inteligentes mais avançados tecnologicamente nos visitaram, desde o ínicio até a atual data em suas naves, os chamados discos voadores ou UFOs. Livros considerados sagrados como Mahabharata ou Mahabarata, Alcorão ou Corão, a Bíblia no Antigo e Novo Testamento, como doutrinas de todos os continentes, culturas e raças, sem esquecer do chamados apócrifos e manuscritos, trazem narrações complexas e fantásticas, onde seres com dons especiais, classificados pelos povos antigos como deuses, anjos e demônios nos acompanharam, chegando até mesmo interferir na nossa história. Registros, escritas e pinturas em cavernas (rupestres), artes medievais e vários artefatos encontrados, sem conclusão ou explanação científica, ainda contorcem a ciência moderna e muitos casos permanecem nos "porões" arqueológicos, simplesmente abandonados por falta de resolução.

Exemplos

No museu de Bagdá (Iraque) encontra-se em exposição um artefato com 2.000 anos que produz energia elétrica, considerado uma "pilha";

No Museu Britânico encontra-se outra maravilha técnica, uma lente que só poderia ser produzida nos dias de hoje com máquinas de alta precisão. Lentes polidas foram criadas no século XVI e essa, encontrada na Ásia, tem mais de 2.000 anos;

Em Moscou (Rússia), a ossada de um bisão morto a tiros com mais de 40.000 anos. Como poderia ter sido possível isso?

Um dos casos mais curiosos e enigmáticos é o da pegada humanóide de Antelope Springs. Consiste em duas pegadas humanóides fossilizadas, que teriam esmagado um trilobite, espécie que viveu na Terra entre 220 e 440 milhões de anos atrás. Gigantescos obeliscos como o de Loxford, com idade de 3500 anos, 26 metros de altura, esculpido numa só rocha trazido a uma distância de 300 km. Como, se não existiam guindastes? Em 1995, mergulhadores fizeram uma descoberta que pouca gente conhece: pirâmides muito semelhantes a dos Maias foram descobertas nos mares do Japão. Os estudos geológicos calcularam a idade destes monumentos como tendo 11.000 anos de idade, o que os colocaria como uma das edificações mais antigas do planeta.

Antigas civilizações, como maias, astecas, incas, sumérios, egípcios, citam diversificadas vezes sobre deuses vindos do espaço, como o astronauta de Palenque, claramente um ser sentado num compartimento que lembra muito a posição de nossos astronautas em seus módulos, mexendo em equipamentos, até mesmo a propulsão do artefato é visível na pedra. Dezenas são as histórias de deuses que vieram das estrelas e depois voltaram para lá. Se fôssemos citar mais indícios e circunstâncias enigmáticas, faríamos um livro e não é essa a intenção, mas sim mostrar para todos que precisamos abrir nossos olhos e deixar de nos prendermos a dogmas científicos e religiosos. Em pleno século XXI, governantes deveriam estar jogando limpo com a população, entretanto, por que não o fazem? Alguma coisa por trás disso com certeza existe. Na verdade, um povo sem cultura para nossos dirigentes é mais fácil de manipular.

Na Ufoarqueologia estudamos essas provas, que estão espalhadas por todo o planeta, onde podemos ver que seres inteligentes nos visitaram e continuam nos visitando até hoje. Erich Von Däniken, no livro Eram os Deuses Astronautas? (Melhoramentos, 2008, 53ª ed) viajou o mundo durante 10 anos pesquisando e estudando todos esses lugares. No documentário, de mesmo nome, o autor encerra com a seguinte frase: "Podemos duvidar, mas não podemos calar. Enquanto a ciência se cala, nós devemos perguntar: poderia ter acontecido assim?" Pode ser que sim, basta olhar ao nosso redor, estudar melhor nossa própria história. Quem sabe, desta forma, poderemos responder as três perguntas que continuam sem resposta e habitam nosso imaginário: Quem somos, de onde viemos, para onde vamos?