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Haroldo Westendorff estará no IV Encontro de Debates Ufológicos em Pelotas no RS

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11 de Outubro de 2011
Conheça o MGU e aproveite participar de vigília ufológica. Ilustração
Créditos: incgamers

A cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, estará sediando nos dias 15 e 16 de outubro de 2011 o IV Encontro de Debates Ufológicos (EDU), sob organização da Associação Pelotense de Estudos Ufológicos (APEU) e Movimento Gaúcho de Ufologia (MGU). Este último trata-se de uma grande unificação de grupos e pesquisadores independentes do estado, que conta em sua direção com Rafael Amorim, presidente do Núcleo de Estudos Ufológicos de Santa Cruz do Sul (NEUS), consultor da Revista UFO e membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU).

Os EDU são encontros para debates dos temas de maior profundidade na Ufologia, nos quais se prioriza o compartilhamento dos integrantes que já participam dos eventos. No entanto, para o IV EDU, o sábado (15) estará aberto a todos os interessados que almejem fazer parte do MGU, bem como para ufólogos independentes e equipes ufológicas que queiram aderir ao movimento.

Nesta noite, em torno das 21h00, haverá vigília ufológica na praia do Laranjal, em frente ao trapiche, na direção da ilha da Saragonha, local de diversos avistamentos. Entre eles, destacamos o Caso Westerdorff, cujo protagonista confirmou presença no evento e estará entre os ufólogos.

O piloto gaúcho Haroldo Westendorff, bicampeão brasileiro de acrobacias aéreas, foi testemunha principal de uma ocorrência inesquecível e que entrou para os anais da Ufologia Brasileira. Na manhã do dia 05 de outubro de 1996, Westendorff fazia um vôo panorâmico sobre a Lagoa dos Patos, em Pelotas (RS), quando avistou à sua esquerda um UFO com forma cônica e de extremidades arredondadas.

"Pirâmide com gomos"

Segundo o aviador, o objeto girava em torno de seu próprio eixo sem emitir qualquer som ou fumaça e seguia na direção do Oceano Atlântico. Westendorff disse que ao se aproximar um pouco do aparelho pôde notar que tratava-se de uma pirâmide com oito lados, sendo que cada um possuía três espécies de "gomos salientes". A base da nave tinha cerca de 100 m de diâmetro e a altura era de 50 ou 60 m. No topo havia uma cúpula ovalada de contornos arredondados e de cor marrom escura. O UFO também foi visto pelo operador da torre de controle do Aeroporto de Pelotas.

A central do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta) em Curitiba (PR), quando informada da situação através de rádio, afirmou não estar registrando nada trafegando num raio de 200 km do avião de Westendorff. Diante disto, o piloto resolveu voar em torno da nave e observá-la melhor. Nesse momento, a parte superior do disco voador se abriu e de dentro saiu um objeto com formato de dois pratos sobrepostos, que adquiriu enorme velocidade, indo em direção ao mar.

Westendorff disse ainda que alguns segundos depois a nave emitiu raios avermelhados em forma de ondas de calor. Em seguida, começou a girar mais rapidamente em torno de si, alcançando grande velocidade e sumindo rumo ao espaço.

O dia 16 será restrito aos membros do MGU, que debaterão assuntos relativos ao movimento. Maiores informações e detalhes em nosso calendário de eventos ou basta clicar aqui.

crédito: APEU
IV EDU em outubro
IV EDU neste final de semana

Assista uma reportagem sobre o Caso Westendorff, exibida pela RBS:

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