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Confirmada definitivamente a \'hipótese da pipa\' no objeto voador de Embu

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08 de Agosto de 2011
A estrutura, em forma de cone, feita com linha e varetas de fibra de vidro
Créditos: Rede Globo/Fantástico

O programa Fantástico da Rede Globo de Televisão levou ao ar na noite deste domingo (07) a finalização sobre a polêmica do famigerado objeto voador de Embu das Artes, na Grande São Paulo. Após matérias anteriores veiculadas por diversas mídias, o jornalista Maurício Kubrusly e sua equipe retornaram à cidade e confirmaram o que todos já sabiam: nada havia de extraterrestre.

Depois do primeiro avistamento coletivo na noite do dia 23 de julho, a reportagem combinou com o autor da brincadeira a comprovação pública sobre o que seria uma pipa com Diodos Emissores de Luz (LEDs) empinada pelo mesmo durante experimentações particulares. Na semana passada, estiveram novamente no local e o criador da "nave" é realmente o mecânico e artesão João Pelizari, de 42 anos, morador da cidade. "Os amigos sabiam e sempre viam, comentavam com as crianças. Elas falavam: \'Olha, eu vi seu disco voador. Esse cara deve ser algum ET\'", comentou ele.

Pelizari é talentoso e gosta de inventar coisas desde criança, de preferência que voam. Aos sete anos de idade se encantou com os mistérios de um simples aviãozinho de papel. "Desdobrei várias vezes até aprender a fazer. Ele atravessou um campo de futebol voando. Isso abriu minha cabeça", contou. A curiosidade da reportagem desta vez era saber de onde surgiu a idéia do artefato que parecia um disco voador e chamou a atenção do Brasil duas semanas atrás. "Foi um trabalho que a gente fez com paciência e com tempo. Demorou meses", disse. A pedido do Fantástico, ele fez outra "nave", um pouco menor que a primeira.

Prova final

Na verdade, é uma estrutura em forma de cone, montada com linha e varetas de fibra de vidro. "Vai fazer a circunferência de LEDs, essas pequenas luzes com intensidade muito forte. São 31 LEDs mais 15 no centro", ensinou. A estrutura é leve, possui em torno de 50 gramas e o que mais pesa é a bateria de celular.

"A energia dela é para manter tudo isso funcionando. Essa adaptação é para que ligasse e desligasse quando movimentasse a linha", mostrou o mecânico. "Ela está pendurada na linha da pipa. Quem está embaixo não vê a pipa, porque ela fica a uns 300 m acima", explicou. "O que dá sentido para a coisa é fazer bem feito, e eu tenho esse defeito, sou perfeccionista", afirmou.

"O vento acho que está ótimo hoje", disse o mecânico no dia 03 de agosto. Naquela noite, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o vento era de 33 km/h. Perfeito para a nave de Pelizari voar, a partir da laje da casa de sua sogra e diante da equipe jornalística. Pessoas também foram entrevistadas nas ruas durante mais esta aparição.

Assista a matéria completa e compreenda como foi bolado o artefato voador:

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