“O uso da inteligência artificial na pesquisa nos permitiu mapear a distribuição dos geoglifos com mais rapidez e precisão”, disse o arqueólogo japonês Masato Sakai, da Universidade de Yamagata, apresentando os resultados das descobertas nesta semana, em Lima.
Entre as figuras descobertas estão geoglifos em relevo que representam humanoides, cabeças decapitadas e animais domésticos, ao contrário dos geoglifos tradicionais criados com linhas de grande escala que geralmente representam animais selvagens.

Para descobrir estas 303 formações, explicaram os cientistas, foi analisada uma vasta quantidade de dados de imagens geoespaciais produzidas por aviões para identificar áreas prioritárias com prováveis geoglifos para estudos de campo.


A pesquisa foi publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.


