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ARTIGO

Por Mauricio Eloy

Xamanismo, o código extraterrestre e as abduções

Desde tempos imemoriais, as práticas xamânicas acompanharam, e salvaram, a humanidade. Dotados de forte poder pessoal e senhores das técnicas ancestrais de deslocamento, teriam os xamãs também atraído os extraterrestres até nós?

Categoria: ABDUÇÕES | ARQUEOLOGIA | DEUSES ASTRONAUTAS | TECNOLOGIA | XAMANISMO

O xamanismo é uma estrutura sócio-mágico-espiritual complexa, surgida com o aparecimento da espécie cro-magnon e os primeiros Homo sapiens, ainda no período Paleolítico. Já naquela época, os xamãs, fossem homens ou mulheres, utilizavam-se de recursos naturais como plantas alucinógenas. Aqui cabe informar ao leitor que o termo alucinógeno, tão popular, é usado pela medicina e pela psicologia tradicional muitas vezes de uma forma pejorativa — em antropologia se usam as palavras psicoativos ou psicotrópicos.

A antropologia entende que a experiência com essas plantas não provoca alucinação, mas vivências reais. Usa-se, então, o termo “miração”, que significa olhar, ver e experienciar. Além dos psicoativos, os paramentos e os sons utilizados ajudam, em certa medida, a promover a indução a um estado alterado de consciência, possibilitando que o xamã faça sua “viagem” em busca de objetivos específicos. São “facilitadores” para acessar ou “voar” para mundos além da realidade, acompanhados, guiados e protegidos por um ou mais animais representativos, denominados de “animais de poder”.

Nesse estado alterado de consciência, o xamã exercita a cura, o relato de histórias, a organização cultural e a orientação sexual das pessoas de sua tribo ou daquelas que o procuram, entre outras atividades. Atualmente, o xamanismo é praticado por culturas indígenas das Américas, Austrália, Canadá, Estados Unidos e pelos povos dito primitivos da Sibéria, China, Índia, Tibete e norte da Europa, entre outros. Há também um xamanismo urbano, mais centrado em questões de cura e que trabalha com estruturas psicológicas. Essa linha foi iniciada e divulgada pelo antropólogo Michael Varner nos anos 80 e difere do xamanismo arcaico, mais profundo e completo.

40 mil anos de história

Na era moderna, há uma tentativa de resgatar o xamanismo sem que haja a preocupação de entender e de se aprofundar no seu formato arcaico ou primordial. Suspeita-se de que a trajetória espiritual das práticas xamânicas, em um passado distante, tenham sofrido um bloqueio ou uma pausa, embora os motivos que podem ter provocado esse acontecimento não estejam claros.

O fato é que, depois disso, o xamanismo se fragmentou em outras categorias, ficando o arcaico ou natural preservado somente entre alguns poucos e grandes xamãs, conhecidos como “xamãs feiticeiros”, que mantiveram a tradição em estruturas fechadas. No entanto, essas estruturas, em menor intensidade e de maneira controlada, se espalharam de forma gradativa por regiões da China, Japão, Tibete, Índia, Austrália, norte da Europa e Américas.

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