Edição 192
DESTAQUE

Ufoturismo revela Mato Grosso como destino preferido no Brasil

Por
01 de Sep de 2012
Na Chapada dos Guimarães os turistas têm não apenas uma visão de suas belezas naturais, mas boa chance de testemunhar um UFO
Créditos: César Tovar

No Mato Grosso, qualquer conversa entre os moradores, que tenha como ingrediente temas misteriosos, geralmente leva a narrativas de intrigantes observações de artefatos voadores que ocorrem em certas áreas do estado, rico em casuística. Na verdade, em qualquer parte da Nação nos deparamos com uma abundância de testemunhos de quem passou por experiências com UFOs — tanto que, há anos, a Comunidade Ufológica Brasileira monitora os altos índices não só de avistamentos, mas também de contatos diretos com seres extraterrestres em todo o Território Nacional.

Contudo, mesmo que o Fenômeno UFO se apresente de maneira tão diversa e bem espalhada pelo país, a atenção dos pesquisadores — e até mesmo a dos curiosos — acaba sendo inevitavelmente atraída para as regiões em que há grande incidência de casos, muitos deles documentados com fotografias e filmagens, e presenciados por dezenas ou centenas de indivíduos. Em algumas dessas áreas não é exagero afirmar que os episódios ligados a entidades desconhecidas fazem parte da cultura local. Esse é o caso de Mato Grosso por excelência.

No estado, nenhum lugar é mais enigmático e repleto de histórias do que a Chapada dos Guimarães e o complexo da Serra do Roncador. Os estranhos acontecimentos da região têm alcançado grande repercussão e fascinado turistas brasileiros e estrangeiros, que para lá vão na esperança de viver alguma situação incomum. Um aspecto dessa situação que chama a atenção dos estudiosos é a notória relação entre fenômenos ufológicos e territórios montanhosos ricos em minérios e cristais — o que nos faz refletir sobre as coincidentes e recorrentes ligações entre locais de belezas naturais e a presença de alienígenas em nosso planeta.

Primeiro discoporto do mundo

Esse interesse, tanto na natureza de tais locais quanto nas manifestações inexplicáveis que lá ocorrem, cresceu tanto nos últimos anos que fez surgir uma demanda pela exploração turística e ecológica de tais áreas, aliada às questões extraterrestres. Isso tem representado ótima oportunidade de renda para empresários interessados em promover locais e excursões com roteiros que incluam registros de fatos estranhos como pano de fundo. Esse tipo de atividade, que passou a ser conhecido como turismo ufológico ou ufoturismo, costuma reunir os interessados em pontos onde há alta quantidade de relatos de avistamentos ufológicos.

Um dos pioneiros em fazer da Ufologia atração turística no Brasil foi Valdon Varjão, ex-prefeito de Barra do Garças, município do Mato Grosso com pouco mais que 55 mil habitantes e área de 9 mil km², situado a 500 km da capital, Cuiabá. Em 1996, então vereador da cidade, Varjão ganhou projeção nacional após a elaboração de um polêmico projeto que previa a construção de um inédito discoporto — um aeroporto para discos voadores — em uma área de aproximadamente cinco hectares.

A ideia acabou sendo aceita pela prefeitura, que levou em conta, para sua aprovação, a grande quantidade de relatos de avistamento de UFOs na área do município e também em pontos próximos, como a Chapada dos Guimarães. Barra do Garças, para quem não sabe, está junto às cadeias de montanhas da Serra Azul e da Serra do Roncador. O principal interesse de Varjão ao levar adiante sua iniciativa foi de caráter econômico, pois, ainda que fosse admirador da Ufologia — dizem que era grande colecionador de relatos e fotos de casos —, seu objetivo era atrair curiosos para a região. E conseguiu!

Visionário ou lunático?

Com a aprovação da construção do discoporto, o município ficou internacionalmente conhecido como o primeiro do mundo a abrigar um suposto aeroporto para alienígenas, o que era, até então, uma ideia completamente original. Contudo, a criação acabaria sendo imitada por outros prefeitos até mesmo fora do país. Ainda que ressentido com as gozações e ironias que sofreu, razão pela qual passou a ser mais cauteloso em relação à polêmica invenção, Varjão alcançou sua meta: “A ideia não era exatamente atrair discos voadores para Barra do Garças, mas sim turistas e usar o potencial que a cidade tem”, ressaltou o ex-prefeito em uma de suas entrevistas.

O projeto acabou se materializando no Parque Estadual da Serra Azul, reserva ambiental protegida por lei próxima da Serra do Roncador, repleta de trilhas, cachoeiras, sítios arqueológicos e paleontológicos e um mirante com a imagem do Cristo Redentor em um ponto de onde é possível avistar Aragarças e Pontal do Araguaia. O discoporto foi construído sem qualquer tipo de desmatamento. “Como a área sempre teve histórias de avistamentos de UFOs e um misticismo muito forte, aproveitei esses fatos”, explicou o político. Até hoje o ponto é muito visitado graças à excentricidade e ousadia de Varjão, que foi por diversas vezes rotulado de louco, lunático, visionário e até mesmo de coisas bem piores, sem que desistisse de seus planos.

Por uma infeliz coincidência, em 03 de fevereiro de 2008, quando a população de Barra do Garças se preparava para homenageá-lo em um desfile carnavalesco com decorações de UFOs e enfeites que lembravam extraterrestres, Valdon Varjão — a essa altura deputado federal, ex-senador e ex-prefeito por dois mandatos — faleceu. Aos 84 anos e após passar 15 dias na UTI em decorrência de falência múltipla dos órgãos, deixou esse mundo. A cidade decretou luto oficial de três dias, mas seus familiares entenderam que a melhor homenagem que prestariam ao político seria autorizar o prosseguimento do desfile, o que ocorreu.

Roswell brasileira?

As misteriosas cadeias de cânions, montanhas, vales e paredões que abundam no estado do Mato Grosso ocultam narrativas extraordinárias e testemunhos impressionantes. Um dos mais significativos episódios aconteceu em Nova Brasilândia, a 200 km da Chapada dos Guimarães, por volta das 20h00 de 01 de junho de 1997, um domingo. Naquela noite, os seis mil habitantes do bucólico município tiveram suas vidas afetadas no momento em que observaram uma bola de fogo vinda do espaço cruzar os céus. Em questão de segundos a grande esfera em chamas fez surgir um clarão, como se o local ainda estivesse sob a luz do Sol — a luminescência durou cerca de um minuto, antes que um estrondo fosse ouvido a uma distância de 50 km dali.

crédito: Ataíde ferreira da Silva Neto
Valdon Varjão conseguiu implantar seu discoporto e reforçar a economia de Barra do Garças
Valdon Varjão conseguiu implantar seu discoporto e reforçar a economia de Barra do Garças

A partir daquele dia a cidade passou a ocupar os noticiários de todo o país. Na época, o Jornal do Brasil chegou a comparar o ocorrido no interior do estado com o Caso Roswell. Em reportagem de 09 de julho de 1997, o diário relatou que o vaqueiro Gilberto Braga, que morava em Nova Brasilândia, foi o único a ter coragem de tocar o objeto, que parecia uma bola de ferro, maior que um trator e soltava um cheiro esquisito. “Moradores da região estão preocupados com uma possível contaminação de rebanhos ou da população ribeirinha, já que o local onde o objeto caiu fica às margens do Rio Manso”, foi publicado. “Era um objeto em forma de disco e com uma luz intensa”, contou Cláudio Picci, secretário municipal de Indústria e Comércio [Veja mais sobre o caso na edição UFO Especial 063, agora disponível na íntegra em ufo.com.br].

No mesmo dia, o jornal A Gazeta, de Cuiabá, registrou que um morador da cidade, o frentista Miguel Darli Gonçalves, teria contado que estava sentado em frente à sua casa quando viu o clarão e ouviu o barulho — muita gente também teria presenciado a cena e, conforme Gonçalves, algumas pessoas chegaram a cair no chão devido ao tremor da terra. O citado vaqueiro Braga foi mais longe e descreveu o objeto em detalhes. “O artefato tinha a forma de uma bacia caseira, tamanho de uma casa pequena e era preto, composto de ferro ou rocha”, disse. Mas o tempo passou, a poeira baixou e o que aconteceu naquela região do Mato Grosso ainda continua um mistério.

Natureza e preservação

Terra de muitos enigmas, a Chapada dos Guimarães se localiza exatamente no meio do continente, a 1.600 km do Oceano Atlântico e o mesmo do Pacífico. Mas apesar da grande distância que está deles, não é raro encontrar no local pequenas conchas fossilizadas em meio às pedras — estruturas que são a prova arqueológica de que, apesar de hoje estar 860 m acima do nível do mar, o planalto já esteve submerso em um passado remoto.

Apesar de sua fama pelos mistérios e pela suposta energia positiva que emana de seus paredões, a região convida qualquer visitante — até mesmo o mais cético — a viver uma experiência de contemplação e silêncio diante das exuberantes paisagens, simplesmente ouvindo o canto dos pássaros e os sons oriundos das cachoeiras. As cores diversificadas dos chapadões mudam constantemente de acordo com a posição do Sol, garantindo um espetáculo do nascente ao poente.

crédito: Arquivo Ampup
A entrada da Caverna Aroê, um dos encantos da Chapada dos Guimarães
A entrada da Caverna Aroê, um dos encantos da Chapada dos Guimarães

Buscando preservar permanentemente a riqueza e a diversidade de sua flora e fauna, o Governo Federal, através de decreto emitido em abril de 1989, criou o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, que conta com uma área de preservação ambiental de cerca de 33 mil hectares — alguns ecologistas consideram esse domínio relativamente pequeno e por isso lutam para que o tamanho seja triplicado. Detalhe interessante é que as águas das cachoeiras do platô são geladas e, assim, constituem um refúgio para os cuiabanos que enfrentam o calor escaldante da capital. O Véu de Noiva, por exemplo, com sua espetacular altura de 86 m, pode ser admirado de diversos ângulos em um mirante construído em um impressionante cânion.

Nos passeios pelas redondezas não é difícil encontrar formações rochosas com considerável altura, como se fossem estátuas esculpidas no meio da vegetação. Há um local na parte de cima dos majestosos paredões, conhecido como Cidade de Pedra, que está repleto dessas estruturas. Mas só é possível chegar lá após um percurso de 20 km em estrada de terra, com veículos de tração nas quatro rodas. Ali, entre dezenas de rochedos que lembram antigas ruínas, os visitantes têm a impressão de estar entre escombros deteriorados pelo tempo. O local já foi cenário de muitos avistamentos de uma estranha tocha de fogo esverdeada que parece frequentar a área — ela foi testemunhada por membros da Associação Mato-Grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP) que estavam na área em pesquisa de campo.

Um dos atrativos esculpidos pela natureza no local é a Casa de Pedra, uma fenda de aproximadamente 40m formada pela passagem de águas cristalinas que a atravessam de um lado a outro. Outro ponto também muito procurado pelos turistas e afamado por inúmeros testemunhos de observação de UFOs é o Mirante, lugar em que só se consegue chegar a pé, já que é muito grande o risco de um veículo cair no precipício. Muitas pessoas são atraídas pela fascinante visão que a formação proporciona, podendo dali contemplar o horizonte, a Planície Pantaneira e a longínqua extensão da capital mato-grossense.

Portão do Inferno

Outro abismo muito admirado, mas um tanto assustador, é sugestivamente chamado de Portão do Inferno — lá, muitas pessoas já perderam a vida. O local está em uma curva localizada no km 42 da Rodovia Emanuel Pinheiro, que liga Cuiabá à cidade de Chapada dos Guimarães. Mas as peculiaridades do ponto turístico vão além de seus perigos — estranhos fenômenos ocorrem a pouca distância dali e confirmam mais uma das histórias sombrias que envolvem a região. O abismo também é cenário de manifestações de UFOs e testemunhas juram ter sido perseguidas por luzes incandescentes no trecho de curva mais letal da localidade. A turista Carla Cristina Barzsina, por exemplo, chegou a fotografar um artefato cilíndrico em forma de charuto pairando sobre os paredões acima do precipício. A foto foi obtida às 17h30 de 12 de agosto de 2010.

crédito: Miriam Delgado
Lagoa Azul, de cujo interior muitas pessoas dizem ter visto luzes não identificadas sair
Lagoa Azul, de cujo interior muitas pessoas dizem ter visto luzes não identificadas sair

Outro caso curioso é o do estudante João Victor Caldas, que estava na casa do tio quando repentinamente percebeu a movimentação de uma luz muito brilhante no céu noturno. O jovem registrou o momento com uma câmera de vídeo, mas a gravação não foi suficiente para captar o esplendor do objeto luminoso que mudava de cor e, em seguida, desapareceu misteriosamente. Segundo o estudante, o registro foi realizado por volta das 22h40 de 11 de outubro de 2009, um domingo.

Por tamanha quantidade de ocorrências, muitos acreditam que a Chapada dos Guimarães faz parte de uma espécie de “corredor energético” que se situaria no paralelo 15 — um fluxo eletromagnético sobre uma reta imaginária que passaria por lugares místicos, como a Serra do Roncador, o Lago Titicaca e os arredores de Brasília, conhecida pelo grande número de seitas esotéricas que abriga. Segundo as profecias do padre italiano Dom Bosco, naquela localização geográfica nasceria uma civilização diferente e perfeita, na origem do terceiro milênio, defendido por alguns como a Era de Aquário.

Luzes estranhas em cavernas

O ponto mais alto da Chapada é o Morro São Jerônimo, com quase 900 m de altitude — uma formação achatada e famosa por manifestações ufológicas. A quantidade de testemunhos e ocorrências é tanta que o local recebeu o apelido de Ufoporto pelos turistas. Ainda que possa parecer um exagero, devemos ficar atentos à possibilidade de existir um fundo de verdade por trás de cada lenda relatada. Estranhos fatos ocorridos no local estão relacionados à imponente e enigmática caverna Aroê Jarí, nome indígena de origem bororó que significa Morada das Almas. Em séculos passados, essa etnia acreditava que os espíritos de seus ancestrais eram atraídos para a gruta, e por isso a usavam para depositar urnas mortuárias do seu povo.

A cavidade se situa a 46 km da cidade de Chapada dos Guimarães e é a maior formação cavernosa de arenito do Brasil. Sua entrada tem 60 m de largura por 10 m de altura e a extensão de sua câmara principal é de 1.550 m. Ela é bastante plana e tem pequenas cachoeiras que despencam do teto. Algumas bifurcações em seu interior dão acesso a galerias dos mais variados tamanhos e formatos. No outro extremo fica uma exuberante reserva de águas cristalinas, conhecida como Lagoa Azul — muitas pessoas dizem ter visto luzes não identificadas saindo de seu interior.

Outros relatos afirmam que seres estranhos — que somem repentinamente do mesmo modo como aparecem, sem deixar vestígios — teriam sido vistos na escuridão da gruta. O acesso à caverna somente é possível com guia credenciado, pois são 8 km de caminhada explorando suas entranhas. Ao final da expedição, os turistas ainda podem desfrutar de um delicioso almoço em um casebre rústico instalado junto ao ponto de partida, por um preço acessível. Vale a pena o passeio.

Ouviu-se um forte barulho, que causou tremor da terra e fez algumas pessoas caírem no chão. O objeto tinha a forma de uma bacia caseira, o tamanho de uma casa pequena e era preto, composto de metal como ferro ou rocha

A Chapada dos Guimarães tem ainda um impressionante acervo de riquezas ancestrais. Nela se espalham 46 sítios arqueológicos devidamente catalogados, onde são encontrados artefatos primitivos, inscrições rupestres, ossos de dinossauros, conchas marítimas, artefatos com símbolos desconhecidos, entre outras preciosidades. Pode-se dizer que a região é praticamente um museu a céu aberto. Nessa vasta área também é fácil se deparar com centenas de nascentes de águas cristalinas de excelente qualidade, razão pela qual a área é chamada de Paraíso das Águas. O centro do município de Chapada guarda outra relíquia histórica majestosa, a Igreja da Senhora de Santana do Santíssimo Sacramento, construída em estilo colonial barroco por escravos e índios, em 1779.


Ainda há ceticismo

É sobre essa interessante construção que UFOs têm sido vistos constantemente por turistas e moradores. Em 30 de outubro de 2008, por exemplo, por volta das 19h10, as lentes do fotógrafo profissional Geraldo Davi capturaram um objeto multicolorido sobre o santuário — as fotos viraram manchete de um jornal da capital e o fato foi muito comentado pela população. Davi conta que aquela noite estava pouco estrelada, mas, mesmo assim, conseguiu registrar uma sequência de sete fotografias de expressivos pontos luminosos variando da cor verde para laranja. Quase todas as imagens foram obtidas do mesmo ângulo, porém o profissional notou que as luzes mudavam de posição a cada registro.

Além de fotógrafo, Davi também é formado em física e foi professor de ensino público até recentemente. Ele declarou sobre sua experiência: “Como físico, acredito que seja possível haver vida em outros lugares, que não estejamos sós. Aliás, não só possível como muito racional”. Mas, como fotógrafo, ele diz ainda ter dúvidas da existência dos UFOs, “ainda mais porque hoje é fácil manipular imagens”. Aparentemente, nem o fato de ele próprio ter registrado algo inusitado o convenceu totalmente — mas esse não é o caso da maioria das testemunhas do fenômeno naquela parte do país, que têm íntima relação com avistamentos e contatos.

crédito: Governo do Mato Grosso

Em 26 de maio de 2010, às 17h25, uma estranha luz na forma de um disco voando em posição horizontal foi avistada por banhistas do balneário de Salgadeira, a poucos quilômetros do centro de Chapada dos Guimarães. Segundo relatos, o fenômeno durou até as 20h00. A cantora Maria Generosa Hobsbach foi a primeira a registrar o objeto e disse ter ficado perplexa quando notou aquilo. “A luz não descia nem subia, mas ficava lá parada, como se observasse o entorno dos paredões”, declarou. Valdirene Costa, diretora da Associação de Defesa do Rio Coxipó e que trabalha há muitos anos com preservação ambiental, já testemunhou outras significativas aparições na região. “Já vi luzes e até uma espécie de tocha de fogo cintilante que voava. Coisa muito esquisita, parecia uma vassoura aérea e dava a impressão de varrer os grandes muros e sumir mata adentro”.


“Claridade forte e anormal”

O gerente administrativo do Complexo Balneário da Salgadeira, José Carlos Bazan, foi outra testemunha da manifestação. Ele afirmou que o artefato “irradiava uma claridade forte, anormal, ofuscante, aparentemente metálica”. Bazan garante que o objeto não era nenhum tipo de aeronave e que o Sol se encontrava do lado oposto no céu — ele também fez questão de se certificar de que a Lua não estava presente no momento. O local que administra costuma ter maior movimentação de pessoas nos finais de semana, mas naquela noite de quarta-feira muitas pessoas apareceram ali, atraídas pelo estranho evento.

São casos como esses que formam um registro significativo de fenômenos extraordinários ocorrendo com regularidade na Chapada dos Guimarães, lugar que fascina os visitantes pelo encanto de suas belezas naturais e que se torna ainda mais atraente por estar associado ao relato de luzes coloridas em suas cavernas e estranhos objetos voadores juntos às suas montanhas. O ufoturismo nessa parte do país só tende a crescer, pois ainda existem diversos locais desconhecidos e manifestações inexplicáveis que continuam mexendo com o imaginário das pessoas — segredos que somente muitas pesquisas poderão desvendar.

Novos aspectos do fenômeno

Já está no ar a Edição 192 da Revista UFO. Aproveite!

Sep de 2012

Fomos visitados