Edição 162
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Teologia Perigosa: O Caso Jesus

Por
01 de Feb de 2010
Além de Jesus, enviado direto do Criador, quais seriam as outras entidades celestes encarregadas de conduzir aqui o Projeto Divino para a Terra?
Créditos: Rafael Amorim

Assunto dos mais espinhosos, a vida de um ser como Jesus merece capítulo à parte no estudo do que se convencionou chamar de Ufoarqueologia. O que é mais intrigante em toda sua inacreditável história, revelada nas Escrituras ditas sagradas, é que tal indivíduo especial, um avatar sem igual – senão o principal dentre poucos de igual relevância –, foi ou ainda é provavelmente um dos mentores de um plano planetário para a Terra. Ele esteve concretamente aqui, entre os humanos, e deixou sua mensagem fisicamente, a ponto de criar correntes filosóficas únicas, conforme explicitam os registros históricos. Ainda que o conteúdo de sua filosofia seja quase que totalmente de cunho espiritual, são inegáveis seus resultados materiais, sobretudo na cultura mundial. Como se sua origem não fosse aqui, ilogicamente, com o passar dos tempos, o conteúdo de tal mensagem se torna ainda mais claro. Uma das conclusões que se pode tirar dessa filosofia é semelhante à forma como um conhecido ufólogo desabafou a seu respeito: “olhem para o Céu e descubram de onde vocês vieram, seus estúpidos, pois lá reside a verdadeira consciência!”

Tendo a filosofia de Jesus em mente, assim como argumentação suficiente para ao menos propor conclusões livres de preconceitos religiosos e de visões dogmáticas que governam o mundo há séculos, gostaria de convidar os leitores a se desfazerem destas amarras e buscarem, sob nova ótica, a velha máxima do ícone do Cristianismo: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Para isso, além de terem a plena consciência de que este avatar de fato existiu, precisarão apenas transportar sua visão dos remotos tempos bíblicos para nossa era. O tipo de postura que aqui se propõe é o que faz o estudo da Ufoarqueologia, promovendo uma modificação conceitual nos relatos bíblicos, encarando-os sob um ponto de vista atual e com base nas tecnologias que já estão ao nosso alcance, na rica casuística ufológica e nos incontáveis documentos oficiais e relatos acumulados e publicados em livros e periódicos nestes 63 anos de estudo da matéria. Tudo isso está acessível para aquele que “tiver olhos para ver e ouvidos para ouvir”, como o próprio Jesus colocou.

Para sermos o mais resumidos que pudermos, seguindo a linha das descobertas consideradas apócrifas, digamos que todo o debate deve começar com o nascimento da mãe de Jesus, Maria. Uma análise mais cuidadosa do apócrifo Proto-Evangelho de Tiago, no qual há um texto específico intitulado Natividade de Maria, nos leva a concluir que Ana e Joaquim, avós de Jesus, não podiam ter filhos.

A fecundação de Ana

Ao que tudo indica, Ana era estéril, mas mesmo assim Maria nasceu, da mesma forma como se dera com João Batista, filho de Zacarias e Isabel, igualmente estéreis pela avançada idade, descrito no evangelho canônico de Lucas (Lc 1: 41 a 43). Seria um milagre da divina providência, ou, como dizem os escritos, de fato um “anjo” apareceu, operou em tais personagens e proporcionou-lhes a fecundidade? Segundo posições religiosas, isto não deve ser discutido, pois a Deus tudo é possível. Entretanto, a ciência não vê os fatos desta forma e a menos que questionemos a veracidade dos vários Evangelhos, inclusive os canônicos, devemos seguir em frente. Assim sendo, se tomarmos como premissa que um ser peculiar como Jesus deveria possuir características genéticas especialíssimas para se tornar um homem-deus, devemos considerar também que não só seu Pai Celestial, mas também sua mãe terrena, deveriam ser igualmente exclusivos. Mas, do ponto de vista material, o que efetivamente isto significa? Hoje verificamos em publicações médicas a possibilidade de operações cirúrgicas que utilizam computadores ligados às câmeras, bisturis a laser e cauterizadores de alta tecnologia e precisão. São comuns procedimentos como fecundação artificial in vitro, neurocirurgias, cateterismos etc. Algumas destas operações são, inclusive, executadas por médicos que estão a milhares de quilômetros do paciente, através de câmeras e videoconferência via satélite. Assim, é possível controlar os movimentos cirúrgicos dos aparelhos executores, enquanto que, no local da operação, estão presentes apenas alguns médicos assistentes e enfermeiros, além do paciente anestesiado.

Entretanto, tudo isto seria fruto de uma imaginação alucinada de autores de ficção científica, se transposto para a época do nascimento de Maria, João Batista e Jesus. A não ser que consideremos a possibilidade de que a Terra seja visitada por seres de outros orbes celestes há milênios, como afirmam os ufólogos. A obra Intruders [Record, 1992], do consultor da Revista UFO Budd Hopkins, expressa com muita propriedade as cirurgias de implantes e fecundações ocorridas em naves alienígenas, sofridas por abduzidos investigados pelo autor via hipnose. Chegamos a ponto de existirem cirurgiões especializados na retirada de chips implantados nas vítimas, como é o caso do norte-americano doutor Roger Leir [Autor do livro Implantes Alienígenas, Somos Cobaias de ETs?, código LIV-011 da coleção Biblioteca UFO. Confira na seção Shopping UFO desta edição e no Portal UFO: ufo.com.br]. Neste caso, é possível até a afirmação de que a tecnologia acima citada é obsoleta, se comparada à capacidade tecnológica que teriam esses seres superiores de viajar pelas infinitas galáxias do universo.

“Rodeado de um imenso esplendor”

Supondo a possibilidade desta teoria, levantamos uma séria dúvida sobre quem teria fecundado Ana, uma vez que Joaquim encontrava-se longe de casa. No Evangelho de Tiago, parte integrante da obra Apócrifos, Os Proscritos da Bíblia, compilada por Maria de Oliveira Tricca [Editora Mercuryo, 1989], lemos que “Joaquim ficou muito atormentado e não procurou sua mulher, retirando-se para o deserto. Ali armou sua tenda e jejuou por 40 dias e 40 noites”. Some-se a isto o fato de que teria andado 30 dias consecutivos na viagem de retorno, totalizando mais de dois meses fora de casa. Teria também Joaquim tido um contato imediato de quarto grau, já que o “anjo de Deus” apareceu-lhe “rodeado de um imenso esplendor”, conversou com ele e após isso se elevou aos céus em meio à fumaça? O que teria causado tamanho choque a Joaquim, que o teria deixado prostrado ao chão durante horas, levando também grande dificuldade aos seus servos para levantá-lo?

O que queria o anjo dizer com a frase “minha comida é invisível e minha bebida não pode ser captada por olhos humanos”, quando alimentos lhe foram oferecidos por Joaquim? Parece que este mesmo anjo também apareceu para Mateus e Tiago, pois os apócrifos de ambos, de forma semelhante, ditam a mesma história. As semelhanças continuam durante os relatos sobre os primeiros anos da vida de Maria no templo, quando era visitada freqüentemente, assistida e alimentada por eles, enquanto que os alimentos que a ela eram oferecidos pelos sacerdotes “eram divididos com os mais pobres”. Que tipo de alimentação especial só Maria deveria ingerir? Seria esta a mesma razão que levou o anjo a rejeitar o alimento que lhe fora oferecido por Joaquim? O que quis Mateus dizer quando se referia à “face resplandecente como a neve” de Maria, e por isto “apenas se podia olhá-la com dificuldade?” A característica luminosa de Maria parece ser uma constante entre os anjos bíblicos, assim como em casos de avistamentos contemporâneos de tripulantes de UFOs.

Até hoje em alguns meios científicos questiona-se a real existência, no passado remoto, de avatares e ícones religiosos como Krishna, Sidarta Gautama [Buda], Maomé, Moisés e Jesus Cristo. Em outros meios não se questiona sua existência, mas seus feitos extraordinários e muito além dos padrões humanos, com reflexos tanto em pessoas quanto em fenômenos da natureza. Na Ufologia tais questionamentos também não passam despercebidos, e muitos são os ufólogos que, na falta de uma base científica palpável, cartesiana, erguida em pilares conceitualmente aceitáveis nos meios acadêmicos, preferem deixar o assunto à margem de discussões, aguardando mais provas. Mas não sem antes tecerem seus comentários, alguns até pejorativos, o que causa desavenças metodológicas entre tais estudiosos. Uma vez que a história, como ciência humana, inclui em suas várias áreas de estudo um espaço destinado a muitos desses seres tidos como avatares – assim como a filosofia, a teologia e outras disciplinas –, não é salutar deixar esta discussão de lado.

Projeto Divino para a Terra

Há, por exemplo, em qualquer parte do mundo, instituições especializadas e de nível superior ministrando cursos de teologia cristã, que vão da graduação ao doutorado. Portanto, a fuga destas abordagens, justificando-se pela espera por novas provas científicas, nos parece totalmente sem sentido. Seguindo este raciocínio, adentramos na questão do nascimento de Jesus, bem como sobre os estranhos fatos ocorridos no período inicial e durante toda sua vida. Não bastasse a já discutida influência de anjos na vida de Ana, Joaquim e Maria, além de diversos outros personagens do Cristianismo, dando continuidade a uma espécie de Projeto Divino para a Terra, surgem a fecundação de Maria e o surpreendente nascimento de Jesus.

Com Ana ainda paira a dúvida se esta foi fecundada por Joaquim ou pelo anjo que a visitava. Contudo, com Maria esta tarefa coube ao Espírito Santo, como cita a Bíblia nos quatro evangelhos canônicos, causando grandes transtornos a José. Não é necessário, portanto, tecermos mais comentários e novas conclusões sobre o que realmente ocorrera neste caso. O que mais nos interessa é a conclusão de todo aquele processo, que teve início com a retirada dos judeus do Egito, guiados pelo não menos suspeito Moisés e seus “companheiros divinos”, que dirigiam “nuvens luminosas”, fulminavam os inimigos, falavam do alto das montanhas, abriam as águas ao meio e faziam chover comida no deserto, tendo seu desfecho com a crucificação de Jesus, 400 anos depois da chegada daquele povo à prometida Nova Canaã.

Comecemos pelo surgimento da intrigante Estrela de Belém. Teorizando sobre o que seria este astro, vamos, através de método exclusivo da disciplina, verificar as possibilidades meteorológicas envolvidas no fenômeno. Em primeiro lugar, sabemos que nenhum tipo de estrela, por menor que fosse, chegaria tão perto da Terra, a ponto de indicar um local específico e parando sobre este. Numa suposição absurda dessas, o planeta seria completamente torrado e nem o Filho de Deus sobraria para contar a história. Tampouco sabemos que asteróide luminoso algum executa movimentos tais como os atribuídos à ela, que seriam capazes de guiar pessoas a um determinado local e depois levá-las de volta à sua origem, por outro caminho – fazendo com que os reis magos seguissem a sua luz até que estivessem de volta à sua pátria, como descrevem o Evangelho de Tiago e o Evangelho Árabe da Infância, este parte integrante da já mencionada obra Apócrifos, Os Proscritos da Bíblia.

Segundo o ufólogo Roberto A. Beck, conselheiro especial da Revista UFO e um dos maiores pesquisadores de sondas ufológicas do Brasil, estes objetos de pequenas dimensões e variadas formas, muito mais comuns do que naves tripuladas, são provavelmente uma espécie de artefato alienígena voador proveniente de veículos maiores, auto ou remotamente controlados. Desempenham diversas funções junto à superfície do planeta ou a pessoas, tais como prospecção mineral, análise de solo, colheita de material biológico, espionagem, rastreamento de áreas, reconhecimento de regiões. Enfim, funções práticas e discretas que não podem ser executadas por grandes naves, pois chamariam muita atenção. Algumas são pequenas, comparadas a bolas de gude. Adentram residências, atravessam paredes e andam pelo interior das casas como se estivessem bisbilhotando nossas vidas. Tudo indica que estamos sendo monitorados por meio de uma tecnologia que foge aos padrões terrestres conhecidos.

Movimentos estáticos

Vendo por esse lado, é possível supor que a Estrela de Belém nada mais fosse que uma sonda de orientação, incumbida exclusivamente de guiar os reis magos ao local de nascimento de Jesus. Depois, deveriam levar os portadores da notícia para o Oriente, sem que estes encontrassem Heródes. Mas outro intrigante fato é revelado no apócrifo Evangelho de Tiago. Durante o nascimento de Jesus, quando José sai em busca de uma parteira, percebe que o tempo e os movimentos tornam-se estáticos, por conseqüência de um estranho estremecimento do ar. As pessoas, os pássaros e os animais estavam todos parados em seus movimentos, como se uma força invisível os estivesse paralisando. Ao retornar, o pai de Jesus depara-se com a gruta sombreada por uma nuvem luminosa, que, ao se afastar, deixa uma luz irresistível no interior da gruta. Esta, pouco a pouco se desfaz e revela o menino Jesus.

Lembramos aos leitores que Jesus não é o primeiro bebê a ser considerado diferente logo ao nascer, quanto a sua resplandecência luminosa em comparação com a de outras crianças da Bíblia. Além de Maria, Noé – que também vivia recebendo mensagens angelicais, inclusive um projeto para construção da famosa Arca –,era completamente diferente das crianças da época ao nascer. Lamec, pai de Noé, descreve no capítulo 104 do apócrifo Livro de Enoque, que foi em busca do seu pai, Matusalém, filho de Enoque e avô de Noé, para descobrir o que ocorrera com seu filho, pois este não se parecia em nada com as outras crianças. Sua pele era extremamente branca, como também seus cabelos. Seus olhos apresentavam um brilho incomum. Em suas observações, o desconfiado Lamec laconicamente diz a Matusalém que Noé “com certeza não é de nossa espécie”, tamanha era sua diferença. Isso só vem confirmar as características especiais desta família patriarcal antediluviana, descendente direta de Adão, principalmente no que se refere à longevidade. Qual era a constituição celular daqueles homens? No capítulo 05, versículo 01, o livro bíblico de Gênesis afirma que Adão, Set, Enos, Cainã, Malael, Jared, Matusalém, Lamec e Noé viveram por quase mil anos cada um, à exceção de Enoque, que viveu seus 365 anos antes que “Deus o arrebatasse”.

Genealogia divina de um alienígena

Mediante tais análises, ressurge a velha pergunta que muitos tentam evitar, por ser demasiadamente perigosa, rechaçada entre religiosos, impensável em alguns meios e, às vezes, tachada como absurda, mas que já foi feita por muitos estudiosos: Jesus foi um ser extraterrestre? Não é de hoje que se cogita como uma possibilidade viável nos meios ufológicos as ligações entre Jesus e uma civilização extremamente desenvolvida tecnológica e espiritualmente, para nossos padrões, que certamente existe em um outro planeta. Desde que, é claro, o que esteja descrito na Bíblia realmente tenha ocorrido. Curioso é notar que precisamos que a Bíblia esteja literalmente correta para podermos reinterpretar alguns de seus trechos, de forma a dar-lhe sentido totalmente novo.

crédito: Joseph Drivas
Os apócrifos nos induzem a pensar que, bem mais do que divina, a intervenção da Terra tem natureza genética
Os apócrifos nos induzem a pensar que, bem mais do que divina, a intervenção da Terra tem natureza genética















Atualmente, diante da infinidade de provas da presença alienígena na Terra recolhidas nos últimos anos, é mais viável para a comunidade científica acreditar em naves tripuladas por seres de origem desconhecida do que continuar acreditando em anjos, querubins, serafins, nuvens luminosas, carruagens de fogo, baleias que engolem e cospem homens na praia e todos os outros tipos de referência bíblica a fatos nitidamente anormais. Devemos deixar claro que as formas descritivas e dissertativas contidas no livro sagrado dos cristãos não representam necessariamente erros ou exageros interpretativos dos fatos, como querem os exegetas do Vaticano. Nem tampouco pensar que os tais anjos provenientes da glória do Senhor não tenham realmente existido, caso contrário não estariam lá representados. O problema está basicamente no ponto de vista do observador, que, despido de preconceitos historicamente enraizados no conhecimento humano e da visão de pessoas que não tinham, à época, nenhum conhecimento de artefatos tecnologicamente avançados, acabará por analisar a questão de outra forma.

Apesar das constantes afirmações de Jesus de que seu reino não era deste mundo e que na casa de seu Pai existiam várias moradas, nunca se contestou a divindade de sua alma, assim como a origem terrena de sua carne. Logicamente, nem Maria nem Jesus foram seres extraterrestres em sua passagem carnal pela Terra, pois, segundo a Bíblia, nasceram de mães supostamente humanas, e neste planeta. Mas quanto às suas constituições genéticas não podemos afirmar o mesmo. Levando-se em consideração os pressupostos da genética de Mendel – que foi um padre –, podemos levantar três possibilidades básicas, com pequenas variações e subdivisões entre elas, para a composição genealógica de Jesus e de Maria, embora nenhuma das três conclua que tal composição, pelo menos no caso de Jesus, seja totalmente de origem terrestre. Vejamos:

Na primeira suposição que apresentamos, consideremos a difícil possibilidade de que Joaquim tenha fecundado Ana antes de partir para o pastoreio, e não o anjo do Senhor, que avisou ambos sobre a gravidez. Aqui, o anjo apenas teve participação na cura da infertilidade de Ana. Então, neste caso, Maria teve sua composição genética totalmente humana. O óvulo de Maria, por sua vez, foi inseminado artificialmente pela ação do Espírito Santo. Logo, Jesus possuiu 50% de sua constituição proveniente de Deus e os outros 50% dos genes humanos terrestres, provenientes de Maria.

Na segunda suposição, vamos considerar que a avó de Jesus tenha sido operada e inseminada artificialmente pelo anjo do Senhor. Maria seria neste caso 50% divina. Da mesma forma, com Maria inseminada artificialmente, Jesus possuiria então 75% de sua constituição divina, e os 25% restantes humanos, provenientes de Ana, a ele passados por Maria.

Numa terceira suposição, tanto Ana como Maria entrariam apenas como meio de incubação, para os embriões nelas inseridos pelo anjo e pelo Espírito Santo, respectivamente. Assim, tanto Maria como Jesus teriam 100% de sua constituição genética com origem em pais biológicos divinos. Ainda neste terceiro caso devemos levar em conta também a possibilidade de um dos dois, ou ambos, terem sido clonados, resultando também numa constituição genética totalmente desconhecida.

Absurdo? Dentro do encadeamento de suposições baseadas em provas documentais, não. Desde a Idade Média são encontradas pinturas, algumas encomendadas pelas igrejas, provavelmente baseadas em relatos ou documentos mais antigos ainda, que descrevem cenas bíblicas mostrando a presença de estranhos objetos voadores não identificados e os famosos discos voadores. Os artefatos aparecem principalmente quando essas pinturas se referem a momentos da vida de Maria e de Jesus, mostrando que, além da Bíblia e dos livros que compõem os evangelhos apócrifos, a arqueologia e a arte também servem como provas cabais da íntima relação entre os dois principais personagens do cristianismo e os UFOs. Portanto, concluímos que a visão do Evangelho segundo a Ufologia não está muito longe da verdade. E talvez estejamos mais perto dela do que imaginamos.

Volta a eterna discussão sobre a origem e missão de Jesus

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Feb de 2010

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