UFO SOBREVOA UNIVERSIDADE MINEIRA
Meu interesse pela Ufologia não é gratuito, pois em duas ocasiões diferentes avistei objetos voadores não identificados. Infelizmente, em função dos anos que se passaram, não posso fornecer datas precisas. O primeiro avistamento ocorreu quando eu devia ter mais ou menos dez anos de idade, em 1982. Eram aproximadamente 14h00 de um dia de verão, e andava às margens da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, juntamente com minha mãe.
O céu estava muito límpido, sem uma nuvem e, quando por acaso notei que havia, logo acima de nós, um objeto esférico flutuando a uma altitude, aparentemente, muito grande. A esfera parecia ter um diâmetro pequeno, talvez um terço ou um quarto da Lua cheia, e era de um prateado escuro com uma superfície altamente refletora, como que cromada, de modo que o Sol podia ser refletido intensamente sobre a mesma.
Poderia argumentar que o que avistei foi somente um balão meteorológico, mas essa hipótese não soa muito convincente, uma vez que todos os balões desse tipo, que já vi até hoje, são esbranquiçados e semitransparentes, enquanto que o mencionado era extremamente escuro. Já o segundo avistamento foi consideravelmente mais impressionante e ocorreu em 1996, num intervalo de quatro semanas após o incidente do ET de Varginha – quando, de fato, houve uma onda de avistamento de UFOs. Eu estava saindo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), aproximadamente à 01h00 da madrugada, após uma exaustiva noite de trabalho. Era noite de céu nublado, com pingos ocasionais de chuvas e o teto de nuvens era perfeitamente visível, graças ao clarão da iluminação de vapor de sódio da região da Pampulha, onde está situada a universidade.
Fiquei no ponto de ônibus um pouco acima da entrada principal da UFMG e, como era de se esperar pelo adiantado da hora, tinha que aguardar muito tempo até meu ônibus passar. No entanto, após 20 minutos de espera, um evento extraordinário aconteceu: no horizonte despontou uma mancha de luz com forma elíptica e cor amarela, cerca de duas vezes maior que a Lua cheia. A mancha se movia à baixa altitude, pelo fato de que estava sob as nuvens pesadas de chuva, e a uma velocidade consideravelmente alta.
A luz surgiu no horizonte e voou em linha reta até desaparecer do lado oposto, em menos de 30 segundos. Esse vôo se deu em absoluto silêncio, sem que nada – além dos ruídos dos poucos automóveis que transitavam – fosse ouvido. Certamente, o objeto não era um avião, já que os aviões possuem um grande número de luzes pontuais e intermitentes, enquanto o objeto descrito era uma fonte de luz extensa e estável, além disso, os aviões produzem um ruído perfeitamente audível, às vezes até incômodo, quando voam à baixa altitude.
Lúcio de Souza Coelho,
Belo Horizonte (BH).
PEÇAS METÁLICAS ENCONTRADAS NA SERRA DO RONCADOR EM MATO GROSSO
Certa vez, em meados da década de 20, em São Paulo, avistamos uma enorme bola amarelada circundada por um largo anel luminoso. Mais tarde, com mais idade, ficamos imaginando se não teria sido uma projeção do belíssimo planeta Saturno. Em 1968, morando em Cuiabá (MT), onde fixamos residência, em uma noite clara e sem nuvens, avistamos um objeto que irradiava cores diversas e fazia evoluções em vários sentidos: descendo, subindo, para ambos os lados, depois simplesmente desapareceu (fato, salvo engano, publicado na Folha de São Paulo). No jornal houve uma notícia de que um objeto não identificado havia aparecido na Bahia e, de seu bojo, haviam saído dois outros objetos menores que tomaram direções diversas. Um deles pode-ria ter sido o que nós tínhamos visto.
No mesmo ano, num dia claro e sem nuvens, às 15h00, estávamos na casa do meu sogro, localizada em uma região alta. Olhamos para cima e avistamos um objeto que nos deu a impressão de ser uma bola de cor plúmbea, movimentando-se ora em linha reta, ora mudando de curso. Intrigados, telefonamos para o Instituto Meteorológico e falamos com o mestre Bomblê, o mais experiente pesquisador do estado. Indagamos se havia soltado algum balão meteorológico. Não havia! O objeto poderia estar a uns três ou quatro mil metros de altura e tinha um tamanho aparente de mais de 30 m de diâmetro. Como na época falava-se muito nesses artefatos, comunicamos por carta o Ministério da Aeronáutica. O mais interessante ainda estava por vir.
Em outubro do mesmo ano, naquele mesmo local, aproximadamente às 16h00, olhando para o céu, tivemos a felicidade de avistar de uma só vez cinco objetos voadores não identificados, todos com formação simétrica parecida com a de um prato fundo, e completamente silenciosos. Em poucos instantes sumiram. Devido às noites claras de Cuiabá, tivemos a oportunidade de observar objetos de várias espécies. Certa noite, olhando para o firmamento, avistamos um objeto de várias cores que traçava vários rumos. Chamamos um amigo, hoje coronel reformado do Exército, e alguns parentes.
Como sugestão, através do apoio de uma organização internacional, pensamos que seria interessante implantar um pequeno observatório (pois no Brasil, infelizmente, tudo tem que ser faraônico) no município de Chapada dos Guimarães (60 km de Cuiabá), no Planalto Central Brasileiro, onde estranhos fenômenos ufológicos acontecem.
OUTROS CASOS — No ano de 1995, em uma noite clara, os carros de nossa família estavam estacionados no quintal, que tem mais ou menos 1.600 m2 de área limpa. Quando meu filho mais velho Rômulo, meu neto Rodrigo e minha nora Betina observaram duas luzes de coloração verde brilhante que se moveram ao redor dos automóveis, por cima e por baixo, como que investigando algo. As luzes tinham aproximadamente 40 cm de diâmetro e se moviam rapidamente. Avisaram-nos e fomos correndo ao quintal, mas infelizmente já não estavam mais lá. Um grande amigo, comandante de um avião DC-6 – a testemunha pediu que seu nome não fosse revelado, portanto iremos chamá-la de senhor Douglas –, fazia semanalmente a linha São Paulo/Cuiabá. Na volta de uma de suas viagens, o senhor Douglas avisou-nos sobre o que tinha acontecido com ele, mas não poderíamos comentar com mais ninguém, pois o comandante poderia ser punido severamente.
O mais interessante, entretanto, é um fato que ocorreu com um empresário de Cuiabá e que até hoje não encontramos uma explicação plausível. O doutor C. B., um empresário de Cuiabá, muito instruído e competente ad-ministrador de empresas, recebeu há alguns anos de um dos seus funcionários uma sacola de peças metálicas de vários formatos, encontradas em uma área circular, que media aproximadamente 300 m de diâmetro, na Serra do Roncador (MT), em um local onde não há vegetação de espécie alguma. Dava-nos a impressão de que as peças haviam sido torradas ou recebido uma radiação, pois estavam
dizimadas. C. B. nos forneceu algumas peças e informou que ninguém tinha conseguido fazer a análise do metal, até mesmo nos grandes laboratórios de São Paulo.
Levamos duas dessas peças ao professor P. A., titular de Física de uma universidade do Mato Grosso. Juntos, tentamos limar o material, mas não aconteceu nada: a peça nem arranhou. Por fim, resolvemos fazer testes radioativos, mas também não houve alterações no material. O metal é extremamente leve, sem ferrugens nem crostas de aderência, que o tempo faz na maior parte dos materiais semelhantes a esses. Além disso, sua coloração também não mudou em nada.
Rômulo Vandoni,
Cuiabá (MT).
ETs de Varginha Urgente
Os ufólogos brasileiros, abaixo representados pelos reconhecidos grupos de pesquisas a que pertencem, após vários meses de intensas investigações, bem como comparações de informações de diversas ordens, não têm mais a menor dúvida de que ocorreu em Varginha, nos dias 20 e imediatamente seguintes do mês de janeiro de 1996, uma verdadeira e complexa operação envolvendo autoridades militares e profissionais civis, que resultou na captura de criaturas não classificadas biologicamente, paracientificamente chamadas de EBEs (entidades biológicas extraterrestres), as quais foram mantidas sob observação médica e posteriormente retiradas da cidade. Este é um fato único no Brasil, cuja confirmação pode trazer inavaliáveis e incomensuráveis conhecimentos científicos, quiçá positivos impactos de ordem filosófica e cultural de proporções gigantescas.
No entanto, é consenso entre os ufólogos de todo o planeta de que existe claramente um processo mundial de acobertamento e desinformação de fatos desse tipo, sendo conhecidas as evidências incontestáveis de tal procedimento, cujas razões são inúmeras e óbvias. A Ufologia e estudos afins vêm lutando há mais de 50 anos para que a informação real e o reconhecimento público de tais eventos aconteçam, pois o direito à verdade é uma das principais metas de toda a Humanidade.
Se você foi testemunha direta ou indireta dos acontecimentos de Varginha, por favor, procure-nos para ajudar no esclarecimento definitivo deles, que significam uma aquisição espetacular e marcante na História. Sendo solicitado, o sigilo será mantido. Pesquisadores, colaboradores e responsáveis membros da Imprensa encontram-se unidos neste ideal. Os contatos podem ser feitos pelos telefones ou pelos endereços descritos abaixo:
Ubirajara F. Rodrigues (CBPDV) — (035) 222-1020. Avenida Oswaldo Cruz 191, 37026-020 Varginha (MG)
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A. J. Gevaerd (CBPDV) — (067) 724-6700. Caixa Postal 2182, 79008-970 Campo Grande (MS)