
Embora católico, tenho uma visão científica dos fatos, pois entendo a diferença entre fé e fanatismo. Desde 1996 leio artigos sobre as supostas aparições da Virgem Maria na Vila de Medjugorje [Em croata, “Entre as Montanhas”] a seis jovens daquela localidade. No primeiro dia de aparição, em 24 de junho de 1981, o grupo viu uma figura feminina envolta por uma luz resplandecente em cima da montanha chamada Podbro. Ela vestia roupas brancas e, em uma das vezes, tinha um recém-nascido em seus braços. A figura de luz se identificou como a Rainha da Paz e alegou que tinha vindo do céu ajudar os homens a rezar pela paz e reconciliação. Naquela época, Medjugorje ainda fazia parte da antiga Iugoslávia e todo ato cristão era considerado uma ofensa ao governo comunista que a regia. Os jovens foram perseguidos pelo governo, presos e forçados a dizer que tudo não passava de mentira, porém jamais negaram o que presenciavam. As aparições continuam diariamente até os dias de hoje, contabilizando mais de 25 anos ininterruptos.
Vários estudos médicos sobre o estado de êxtase dos videntes foram feitos e publicados. O cardiologista Bernard Hoarau declarou em seu relatório que o eletroencefalograma, a pressão arterial e o ritmo cardíaco dos videntes durante os êxtases “nos permitem excluir inteiramente a prevalência de fenômenos como sonhos, sono ou epilepsia”. O neurologista Jean Cadihilac acrescentou que os testes a que ele submetera os videntes “eliminam formalmente todos os sinais clínicos comparáveis aos observados durante alucinações, episódios de histeria, neurose ou êxtase patológico, individuais ou coletivos”. Mediante tais informações, resolvi investir e por duas vezes viajei até a Bósnia, desde que o vilarejo saiu do domínio croata e passou a fazer parte do território da Bósnia-Herzegóvina. O que primeiro me chamou a atenção foi o clima de paz reinante no lugar, em dissonância com a tremenda destruição das cidades vizinhas, como a própria Sarajevo, palco do início da Primeira Guerra Mundial. Na condição de pesquisador, tentei recolher o máximo de informações no local sem uma visão preconcebida dos fatos.
UFO do tamanho de uma montanha — Uma das guias locais, de nome Draga, me informou que no início das aparições, em 1981, tinha ido juntar lenha próximo à montanha onde os jovens tiveram a primeira aparição e viu, literalmente, um UFO do tamanho da própria montanha. Para mim já era um excelente começo e me pergunto por que tal fato não foi nem sequer citado em todos os livros que relatam os acontecimentos de Medjugorje e que hoje são inúmeros no mercado editorial brasileiro e mundial. No segundo dia de minha permanência presenciei algo inusitado. Um globo imenso, transparente como vidro, veio se deslocando no céu e se posicionou como uma lente em frente ao Sol, desviando os raios solares como um holofote, dando a impressão de que o Sol se movia. As pessoas podiam olhar sem ter os olhos ofuscados.
Mais de 200 pessoas se encontravam próximas a mim na praça da igreja e presenciaram o fato. Logicamente, me lembrei do ocorrido em Fátima, Portugal, com os três pastorinhos e vi que não era algo natural, mas criado por uma tecnologia muito mais avançada do que a nossa. O fenômeno chegou a ser filmado na década de 80 por peregrinos italianos e foi divulgado no site http://www.medjugorjebrasil.com/solgira.mpg.
No quarto dia, ao entardecer, o globo ficou em frente ao Sol, que iluminava a cidade e ia aos poucos desaparecendo. Era algo realmente estranho e inusitado. Outra coisa interessante que notei foram as nuvens. Pareciam menos densas que o normal, com a capacidade de formar desenhos imensos no céu, além de se mover com incrível rapidez, podendo tampar o céu da cidade em poucos minutos. As cores e tonalidades do céu, do azul ao roxo ou rosa, também demonstravam claramente que aquele ambiente não era comum e escondia alguma atividade estranha, de conotação ufológica.
No best seller Detetive de Milagres, o jornalista norte-americano Randall Sullivan, que investigou os acontecimentos em Medjugorje, descreve sua subida à montanha Krizevac. “Quando iniciei a minha subida à montanha, 30 minutos antes, não havia nenhum sinal de nuvens no céu. Mas agora eu via um denso aglomerado de nuvens escuras, cinzento-arroxeadas, se movimentando na minha direção com uma velocidade surpreendente. Quando o Sol desapareceu, a temperatura da montanha Krizevac caiu quase sete graus centígrados em 10 minutos. Entretanto, a leste, o céu continuava de um azul claro e perfeito; a luz do Sol ainda se refletia na brancura das paredes de estuque e nos telhados vermelhos do vilarejo que ficava naquela direção. Comecei a me inquietar quando percebi que as nuvens tinham se amontoado num determinado lugar. Elas estavam se reunindo num ponto negro diretamente em cima do Pico do Krizevac”.
Bolas de fogo — Inúmeros são os relatos de avistamentos de bolas de fogo – tidas como estrelas pelos menos avisados – que descem do céu próximo a algum peregrino. O Senhor X, residente no Rio Grande do Sul, relatou-me uma experiência que teve quando passou pelo local, em 2005: “Na primeira vez que paramos para rezar o primeiro mistério do terço na montanha, estava olhando para o céu, que por sinal estava lindíssimo, e vi uma estrela cair. Foi muito bonito, mas segui adiante. Na segunda parada caiu outra estrela, novamente enquanto rezava. Na terceira parada caiu outra e isto já estava me incomodando, pois estrela não cai assim, mas continuei subindo. Na quarta parada rezava o quarto mistério quando vi no horizonte uma estrela dançando bem na minha frente. Como já não acreditava no que via, chamei toda minha família para confirmar o fato, que realmente estava acontecendo. Assim foi sucessivamente morro acima. E isto não foi tudo. Muitas outras coisas aconteceram lá comigo, com minha família e outras pessoas que estavam conosco”.
Marija Pavlovic, uma das videntes, conta um incidente ocorrido no início das aparições: “Muitas vezes a Virgem nos pedia que rezássemos por suas intenções e pelos planos que ela estava realizando. Um dia, ela nos pediu que fizéssemos uma grande novena por uma intenção muito importante e convidou toda a aldeia a subir o morro entre 03h00 e 04h00 da manhã para rezar, durante nove noites. Uma boa parte da aldeia respondeu ao apelo”. A Virgem aparecia aos videntes e durante a nona noite algo incrível aconteceu. “Enquanto nós contemplávamos a aparição, o pessoal da aldeia viu as estrelas caírem do céu. Elas se dirigiam para o ponto onde a Gospa [“Senhora” em croata] estava, como se sua presença as atraísse como um imã. As estrelas deslizavam por ela, tecendo como que um manto de luz, depois caíam no chão. Ao tocar o solo, elas se repartiam como foguetes em direção ao céu, multiplicando-se ao infinito. Os aldeãos, vendo as estrelas caírem assim do céu, começaram a ter muito medo e alguns se puseram a gritar. Eles diziam: ‘Chegou o fim do mundo
! É o fim do mundo’. Ficaram tão assustados que permaneceram em oração no morro a noite inteira”, complementou Marija.
Ao entardecer do dia 02 de agosto de 1981, no momento da aparição, o Sol começou a girar misteriosamente em torno do seu eixo. Ora avançava em direção às pessoas, ora se afastava. Alguns viram um anel luminoso destacar-se e descer ao chão. Era, ao mesmo tempo, maravilhoso e aterrador. Depois, o Sol começou a balançar. Uma espécie de balão, que segundo os moradores era um UFO, saiu da estrela e se dirigiu a Medjugorje. As pessoas podiam fixar o olhar sem que ferissem os olhos. Muitas choraram e rezaram, outras fugiram de medo. Cerca de 150 testemunhas presenciaram o acontecimento. Algumas afirmaram ter visto globos de luz girando em torno do Sol, outras que viram Nossa Senhora, o Sagrado Coração e muitos anjos com trombetas que saíram do Sol. No final, uma nuvem branca desceu sobre a Colina das Aparições, aproximando-se e afastando-se do Sol. Tal evento durou cerca de 15 minutos.
Braços de luz — A Cruz do Krizevac – fincada numa das montanhas de Medjugorje onde a Virgem aparece – foi vista se transformando numa coluna de luz que uniu o céu e a terra. Outros atestaram ter visto os braços da cruz e a parte inferior se tornarem brancos até formarem um grande T, semelhante à letra grega Tau. Outros afirmaram ter visto também, no lugar da cruz, a silhueta luminosa de uma mulher, fenômeno este que se repetiu por muitas vezes em momentos diferentes. A duração desses fatos variava de alguns minutos a meia hora. Na tarde de 24 de agosto de 1981, a vidente Vicka, que estava na casa do vidente Ivan, ouviu uma gritaria na rua, correu para fora e se deparou com uma multidão olhando fixamente para o Krizevac. Ela também olhou, contou Vicka, e, como os outros videntes, viu a Virgem no lugar da cruz, no topo da montanha. Mais de uma dezena de pessoas disseram ter visto não só a própria Virgem, como uma “estátua” de Nossa Senhora, conforme descreveram, no lugar em que a cruz deveria estar. E elas contaram que, quando a estátua desapareceu, a cruz voltou a ser visível. Naquele momento, conforme Vicka e outros videntes relataram, eles viram a palavra mir [“Paz”, em croata] escrita em letras douradas no céu, acima da montanha. Mais de 100 testemunhas alegaram ter presenciado o mesmo fenômeno.
No dia 20 de outubro de 1981, um dos párocos de Medjugorje, dom Cuvalo, que inicialmente era cético quanto às aparições, viu uma “brancura incandescente”, como descreveu, emanando da cruz do alto da Montanha Krizevac exatamente no momento em que os videntes disseram ter presenciado a aparição da Virgem. O padre Luka Susac, recém chegado de Humac, onde fora ouvir confissões durante a aparição dos videntes, olhou para o Krizevac através da janela e viu, em vez da cruz, uma coluna brilhante de luz branca que gradualmente se tornou a silhueta de uma mulher de pé, parada, com os braços estendidos e olhando em direção à igreja. Susac chamou então outros três padres, e todos eles testemunhariam, por meia hora, o mesmo fenômeno. Muitos dentre a multidão de peregrinos que circulavam pelo pátio da igreja contaram ter observado essa “figura”, “estátua” ou “silhueta” de mulher no alto da montanha naquele mesmo instante. Não demorou para que centenas de pessoas se ajoelhassem no gramado em volta da igreja rezando, cantando, suspirando e soluçando até a cruz reaparecer e o céu começar a escurecer.
Fogo na colina — Um estranho fogo apareceu no lugar das primeiras aparições, no dia 28 de agosto de 1981, permanecendo por 15 minutos. Centenas de pessoas, muitos religiosos e sacerdotes, o viram. O policial que estava de guarda na subida da colina, para impedir o acesso das pessoas, decidiu verificar o que se passava, mas não encontrou qualquer sinal de queimada. O fogo ardia, mas nada se consumia. Nossa Senhora assim falou aos videntes naquela tarde: “Aquele fogo é um prenúncio do grande sinal. Todos esses sinais são dados para fortalecer a fé de vocês até que Eu lhes envie o sinal permanente”.
Outro sinal luminoso já havia sido visto quatro dias antes, no início da noite de 24 de agosto de 1981. No céu, entre o Krizevac e o Podbro, apareceu a palavra Mir em letras maiúsculas, tão nítidas e claras que puderam ser vistas por todos os moradores da vila. Parecia ser a confirmação visual das palavras com que a Virgem se apresentara aos videntes 18 dias antes: “Eu sou a Rainha da Paz”. Referindo-se ao ocorrido, o pároco da cidade, padre Jozo Zovko, disse que se “encontrava com outros no pátio, quando vimos partir da montanha um rio de fogo. Fomos tomados de um temor paralisante. Queríamos fugir dessa formidável avalanche, que avançava em direção a nós, incendiando o céu. Pareciam chamas e se moviam com vivacidade, ondulando em direção a nós, como as luzes de um carro”.
Depois do estranho incêndio, um outro, de proporções ainda maiores, assustaria aos moradores de toda a região. Com efeito, durante a noite de 28 de outubro de 1981, irrompeu do Monte Podbro um mar de chamas, que durou entre 10 e 15 minutos. Quem viu de longe teve a impressão de que o monte inteiro ardia. Os bombeiros da cidade vizinha, Citluk, acudiram os moradores, acompanhados pela polícia e pensando tratar-se de uma provocação. Ao chegarem ao local, o fogo já se extinguira. No dia seguinte, vasculharam a área toda e, surpreendentemente, não encontraram qualquer vestígio do incêndio, nem o mais leve sinal de chamusco nos arbustos que cobrem a montanha. Fogueira semelhante se verificaria posteriormente sobre a Montanha Krizevac, com altíssimas chamas envolvendo a cruz. Desta vez, policiais e bombeiros perderam a paciência, ameaçaram o povo e deixaram um de seus homens de guarda junto à cruz. Era um dia de céu sereno e inesperadamente um raio foi emitido sobre a montanha, a poucos metros da sentinela. A polícia encontrou o colega em coma, em cujo estado permaneceu por três meses.
Não apenas médicos e psicólogos estudaram os fenômenos de Medjugorje, mas também cientistas e até físicos nucleares. O primeiro deles foi Boguslaw Lipinsky, de Boston, Estados Unidos, especialista em fenômenos bioelétricos, que se dedica ao estudo das radiações de acordo com o princípio de Einstein sobre a unidade das energias eletromagnética, nuclear e gravitacional. Ao longo de suas pesquisas, constatou que o mesmo aparelho que registrava energias físicas reagia também a fenômenos ditos espirituais ligados a determinados lugares em Medjugorje. Intrigado com a afirmação
de grande número de pessoas, que voltavam de Medjugorje dizendo ter sentido um bem-estar físico inexplicável – algo que não experimentaram em outros lugares, como Lourdes e Fátima –, Lipinsky se dirigiu a Medjugorje. Ele levou um eletroscópio modelo BT 400 Biotec, originalmente destinado a medir radiações ionizantes.
A unidade de medida do aparelho é de mR/Hr [Milirads por hora]. As medições de Lipinsky foram efetuadas de 15 a 19 de março de 1985, em diversos dias, lugares e horas. Na igreja paroquial, às 11h00 do dia 19, constatou 20 milirads, cifra que subiu para 1.000 às 17h15, 10.000 às 18h00, 20.000 às 19h00, e 100.000 na salinha anexa à sacristia na hora da aparição do dia 15 de março de 1985. Lipinsky concluiu que não podia se tratar de energia radioativa pura, pois a dose máxima tolerável pelo ser humano é de 0,1 rad por dia, enquanto naquela hora o povo presente na igreja estava sendo submetido a 100 rads por hora, o que seria mortal para todos. Lipinsky também encontrou índices impressionantes de ionização atmosférica na proximidade dos videntes, durante as aparições, o que inicialmente o fez pensar em substâncias radioativas escondidas, com o intuito de causar dano aos jovens. Segundo ele, era justamente aquela imensa energia presente no ar que causava o processo ionizante.
Outros registros iônicos — As constatações de Lipinsky incitaram a curiosidade de alguns cientistas italianos, que resolveram aprofundar a pesquisa sob outro ângulo: o estudo da ionização do ar de Medjugorje, o que poderia explicar aquele misterioso bem-estar que os peregrinos diziam sentir, bem como o silêncio dos passarinhos nas árvores ao redor da igreja, na hora da aparição. “O súbito bem-estar que se cria na atmosfera, por causa da concentração de íons negativos, poderia ser a causa que leva a permanecerem num silêncio estático, como no alto das montanhas, ao primeiro Sol primaveril”, opina o professor Emmanuele Mor, da cátedra de química aplicada e eletroquímica da Universidade de Gênova. Na natureza, em locais abertos, os íons chegam ao máximo de 500 a 700 por milímetro cúbico. Em ambientes confinados essa concentração cai para 150 a 250. Em junho de 1986, uma comissão de seis eminentes físicos – dentre os quais o professor Paolo Ameglio, titular da cátedra de teoria e técnica dos reatores nucleares da Universidade de Gênova, que trabalhara durante 18 anos no Argonne National Laboratory, de Illinois, nos Estados Unidos – levou um Ion Meter modelo 2001 e um Ion Detector, ambos de fabricação suíça.
O primeiro ambiente a ser medido foi a salinha de quatro metros e meio por cinco metros onde então se davam as aparições, e que tinha cerca de 40% do espaço ocupado por mobília e outros objetos. O chão era coberto por um tapete e a janelinha, velada por imensa cortina. Para surpresa total, naquele ambiente acanhado e fechado registrou-se um alto nível de concentração iônica, praticamente constante, fato que não apresentava explicação científica. Detectou-se concentração superior a 1.000 íons positivos e 700 negativos por milímetro cúbico. Tal concentração não poderia permanecer inalterada por minutos, pois o Ion Meter é ele próprio um devorador de íons, diminuindo a concentração iônica em um ambiente tão exíguo e abarrotado de objetos. Certamente existe algo externo que “prepara” o ambiente escolhido para a aparição.
Como se o céu se abrisse — Uns 20 dias depois da primeira aparição, supostamente a pedido da Virgem, os videntes subiram à colina, descalços, por volta das 22h00. Havia com eles umas 40 pessoas. Quando lá chegaram, começaram a rezar. Então algo extraordinário aconteceu, como se o céu se abrisse. Apareceu uma grande luz e uma espécie de balão luminoso amarelo, que descia devagar em direção às pessoas. Todos estavam confusos, mas continuavam rezando. À medida que descia, o objeto deixava atrás de si milhares de fagulhas. Pessoas da vila também presenciaram o fenômeno. Muitos ficaram com medo, mas os videntes os acalmaram. Dizem que nunca rezaram tanto quanto naquela noite, ajoelhados no cascalho.
Na noite de 15 de outubro de 1990, às 22h30, a Virgem apareceu novamente no monte, na presença de uma multidão. Fez-se enorme silêncio. O vidente Ivan relatou que Nossa Senhora veio com três anjos e disse que estava muito feliz por ter visto tanta gente em oração. No instante em que se retirou, surgiu uma grande estrela no céu – um UFO? – que começou a crescer mais e mais, luzindo, espalhando raios e pulsando como se fosse um coração. Emitia clarões que se refletiam na cruz do Monte Krizevac. No meio da luz viam-se formas diversas. O objeto voador não identificado ameaçava desaparecer e logo voltava a crescer, o que ocorreu algumas vezes.
O que seriam tais raios vindos do céu em linha reta, por cima das montanhas, e direcionados à cidade e às pessoas? Alguma forma de comunicação ou de transporte? Serviriam para modificar o ambiente dos demais e atrair as pessoas para Medjugorje? Ou todos seriam somente efeitos óticos da câmera quando exposta em demasia ou em frente ao Sol? Por que peregrinos de diversas partes do mundo obtiveram os mesmos tipos de fotos em Medjugorje, exatamente nos mesmos locais e em tão grande número?
Muito embora a Igreja Católica não tenha se manifestado oficialmente a respeito das aparições em Medjugorje, é interessante notar que o fenômeno ainda não mereceu uma pesquisa mais aprofundada sob a ótica ufológica, sendo este um dos primeiros artigos que tenta discorrer sobre o assunto com extenso material documentado, recolhido e classificado com o cuidado que o tema merece [Nota do editor: O historiador e consultor da Revista UFO Cláudio Tsuyoshi Suenaga produziu uma extensa matéria sobre Medjugorje intitulada A Ufologia se Liga à Paranormalidade, publicada em UFO Especial 035, de agosto de 2005]. É notório que houve uma escolha não só dos videntes ou contatados, mas também uma preparação do local onde ocorreram as comunicações diárias e até mesmo uma modificação do ambiente para atrair mais de 20 milhões de pessoas de diversas partes do mundo. Como em Fátima, esse vilarejo nem constava nos mapas geográficos até o início das aparições. Um questionamento que fica em aberto é até quando evidências de atividades ufológicas em aparições serão
negadas, omitidas, não divulgadas e não levadas a sério pelas autoridades religiosas, que continuam impondo ao público uma visão parcial dos fatos.
Confira também o resultado da fotos classificadas do 1º ao 3º lugar no Terceiro Concurso Nacional de Ufologia da Revista UFO acessando nossa galeria de fotos ou clicando aqui.