Estudo aponta atividade no mais antigo aglomerado de galáxias

Imagem do aglomerado composta por observações dos telescópios Spitzer e Subaru Créditos: NASA / JPL-Caltech / Texas A&M / G1 Pesquisadores da Universidade Texas A&M divulgaram um estudo no The…

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Imagem do aglomerado composta por observações dos telescópios Spitzer e Subaru
Créditos: NASA / JPL-Caltech / Texas A&M / G1

Pesquisadores da Universidade Texas A&M divulgaram um estudo no The Astrophysical Journal Letters afirmando que o mais antigo aglomerado de galáxias ainda produz centenas de milhares de novas estrelas todo ano.

O fato chamou a atenção em um trabalho coordenado por Kim-Vy Tran, astrônoma do departamento de física e astronomia da universidade. O trabalho durou 4 meses e contou ainda com um grupo internacional de cientistas.

O CLG J02182-05102 foi identificado pela primeira vez em maio de 2010 pelo astrônomo Casey Papovich. Ele tem 60 galáxias e é o aglomerado mais antigo conhecido, formado 4 bilhões de anos após o Big Bang.

A descoberta traz ainda algo inusitado: o centro do aglomerado produz mais estrelas que as bordas, o inverso do que acontece nas galáxias do Grupo Local, onde a Via Láctea está localizada.

Aqui no blog já falamos do misterioso brilho de uma nebulosa da constelação de Touro e do caso da magnetar que desafia a teoria da evolução das estrelas. Será esse mais um mistério para os cientistas?

 

Você pode ler a matéria completa no site do Portal G1.

 

Vejo vocês no próximo post. Enquanto isso estou no twitter: www.twitter.com/jonatasmobile.

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