Astronauta no seu leito de morte diz que alienígenas evitaram guerra nuclear

Tainá M. Costa
3 minutos de leitura

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Edgar Mitchell
Créditos: Steven Henry/ Stringer

O astronauta da NASA Edgar Mitchell foi o sexto homem a pisar na Lua, em 1971, durante a missão Apollo 14. Foi ele que pilotou o módulo lunar Antares, que trouxe cerca de 40 quilos de rocha lunar para análise na Terra. Depois de aposentado, ele fundou o Instituto de Ciências Noéticas, que estuda os fenômenos não convencionais da ciência, com  o Fenômeno UFO. Mitchell morreu aos 85 anos, na Flórida, nos Estados Unidos.

Antes de partir, porém, Mitchell deu uma entrevista que deixou o mundo inteiro com uma grande pulga atrás da orelha: segundo ele, extraterrestres visitaram a Terra na época da Guerra Fria e ajudaram a impedir uma Guerra Nuclear. “Os ETs estavam tentando nos impedir de ir à guerra e ajudar a criar a paz na Terra”, disse o astronauta.

Astronauta fala sobre extraterrestres

De acordo com Mitchell,  UFOs foram vistos próximos a bases militares na época. “Falei com muitos oficiais da Força Aérea que trabalharam nessas estações durante a Guerra Fria. Eles me contaram que os UFOs eram vistos com frequência e que eram capazes de desligar seus mísseis. Outros oficiais da costa do Pacífico contaram que os mísseis eram derrubados com frequência por naves alienígenas”, afirmou o sexto homem a caminhar na Lua.

Mas, por que essa história nunca veio à tona antes? Mitchell disse que o assunto foi encoberto pelo governo dos Estados Unidos. O astronauta explicou que conversou com diversos militares antigos, membros da Agência de Inteligência Americana – hoje, chamada de CIA – e eles revelaram que Truman, presidente dos EUA na ocasião, convocou um comitê para estudar o fenômeno UFO, e concluíram que realmente eram alienígenas.

Apesar da conclusão, decidiram esconder os acontecimentos. Para isso, criaram um Ato de Segurança Nacional em 1947 para dar validade ao anonimato do caso e da existência de uma equipe de investigação. Com medo de perder o controle, o poder sobre o conhecimento e a tecnologia, Mitchell contou que o governo também dava um jeito de desencorajar as pessoas a investigarem situações parecidas.

Confira a entrevista na íntegra:

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