A ufologia sempre conviveu com céticos, opositores e instituições que tentaram desacreditar o fenômeno. Isso nunca nos derrubou. O que ameaça a ufologia hoje não vem de fora — vem de dentro. Uma minoria barulhenta, amadora e profundamente imatura tem corroído a credibilidade do campo, comportando-se como donos da verdade e sabotando quem realmente trabalha. Não se trata de crítica construtiva: trata-se de comportamento mesquinho, egocêntrico, arrogância e, em muitos casos, de mau-caratismo puro, disfarçado de “opinião”.
É impressionante observar como alguns indivíduos, que jamais se dedicaram a uma investigação de verdade, se sentem no direito de atacar quem pesquisa há décadas. São pessoas que não estudam casos, não conversam com testemunhas, não constroem nada — mas destroem com prazer. Criam narrativas superficiais, fazem julgamentos apressados e emitem sentenças como se fossem árbitros supremos da ufologia. A agressividade com que se posicionam só evidencia o tamanho da própria ignorância. E não aceitam que vai contra suas opiniões. Bloqueiam seus emuladores.

É importante deixar claro: divergências são saudáveis. Debate é necessário. Mas o que alguns fazem não é debate; é falta de caráter. Quando se critica sem ler, quando se ataca sem investigar, quando se distorce fatos para lacrar em rede social, isso não é opinião — é desonestidade intelectual. E com desonestidade não existe diálogo pleno. Existe apenas a necessidade de defender a integridade da Ufologia séria diante de indivíduos que não buscam a verdade, mas sim palco. Diplomacia, sim; complacência, não.
Muitos desses autoproclamados “ufólogos” só aparecem quando estão atacando alguém. Eles querem que você responda! Jogam uma indireta, na esperança que alguém se sinta atingido para então destilar seu ódio e arrogãncia. Sozinhos, não têm conteúdo, muito pelo contrário, dependem de outros e quando algum desses outros deixam de fazer parte de sua turma, mostram sua verdadeira face. Seu único combustível é a provocação. Sua única obra é a discórdia. A agressividade é a muleta dos que não têm pesquisa própria — e quanto menos produzem, mais atacam quem produz.
Por trás de cada ataque gratuito, há um sentimento que essas pessoas tentam esconder: inveja. Inveja do pesquisador que avança, que conquista respeito, que publica, que produz. Inveja de quem tem credibilidade real. E a inveja, quando misturada com ressentimento e frustração pessoal, gera comportamentos destrutivos. Muitas das críticas que se veem hoje não têm motivação técnica; têm motivação emocional, ou falta de controle emocional. São desabafos mal disfarçados de quem não suporta o brilho alheio.

A verdade é simples: quem ataca sem investigar, quem fala sem saber e quem distorce sem culpa não está defendendo a ufologia — está defendendo apenas o próprio ego ferido. Esses indivíduos são emocionalmente mal resolvidos, carregam frustrações que despejam sobre o campo ufológico e tentam compensar suas inseguranças atacando pesquisadores sérios. São amadores que confundem relevância com barulho e acreditam que agressividade é sinônimo de coragem.
O impacto desses comportamentos é devastador. Testemunhas se intimidam. Pesquisadores se cansam. Projetos sérios são boicotados. Instituições hesitam em dialogar com uma comunidade aparentemente infantilizada por brigas internas. A Ufologia perde credibilidade, espaço e respeito por culpa de quem jamais contribuiu para nada além de confusão. É inadmissível que um fenômeno tão complexo continue sendo manchado por gente que não tem compromisso com a verdade.
É hora de separar adultos de crianças. A ufologia não é recreio. Não é arena para disputas de ego inflamado. Não é terapia para pessoas mal resolvidas. É uma área de investigação séria e historicamente subestimada que exige maturidade, equilíbrio, método e caráter. É preciso deixar claro: quem não consegue dialogar com responsabilidade, quem prefere o ataque à pesquisa e quem só existe quando tenta destruir o outro deveria procurar outro campo para se expressar. Aqui não há espaço para infantilidade tóxica.

A ufologia precisa ser firme. Precisa ser ética. Precisa defender sua credibilidade contra aqueles que, por amargura e vaidade, tentam transformá-la em palco de ataques pessoais. Não se trata de revidar no mesmo nível; trata-se de estabelecer um limite claro: a ufologia não será refém de amadores invejosos, imaturos e mal-intencionados. Pesquisa séria continuará sendo feita por quem tem capacidade, caráter e compromisso com a verdade. Os demais, cedo ou tarde, desaparecerão no próprio ruído que criaram.





