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Bigelow Aerospace lança nova empresa para operar estações espaciais privadas

Por Equipe UFO | 22 de Fevereiro de 2018

Dois módulos infláveis B330 com uma Dragon da SpaceX e uma CS100 da Boeing acopladas
Créditos: Bigelow Aerospace

Bigelow Aerospace lança nova empresa para operar estações espaciais privadas

Envolvida na polêmica quanto ao Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP), o projeto de pesquisa ufológica do Pentágono revelado em dezembro passado pela imprensa, a Bigelow Aerospace, anunciou a criação de uma empresa para controlar e gerenciar estações espaciais que lançará ao espaço no futuro próximo. A Operações Espaciais Bigelow (BSO) será a central de controle que a empresa, baseada em Nevada, lançará nos próximos anos. Entre as atividades da BSO estão pesquisa de mercado para determinar a demanda por tais serviços, bem como identificar clientes em potencial, outras empresas e mesmo países interessados em uma presença constante no espaço.

A BSO foi oficialmente lançada no ano passado, mas somente no último mês, conforme o CEO Roberto Bigelow, começou a contratar funcionários. O chefe de operações e o conselho geral já estão funcionando, e outras 30 ou 40 pessoas devem ser contratadas neste ano, até perfazer um total de 400 a 500 funcionários. As estações espaciais da Bigelow serão baseadas em sua tecnologia de módulos infláveis, que ocupam pouco espaço durante o lançamento e atingem suas dimensões normais em órbita, com grandes vantagens em termos de volume por peso de lançamento. Tais módulos também protegem melhor contra a radiação cósmica que os habituais veículos construídos em alumínio.

Os primeiros módulos foram lançados em 2006 e 2007, Genesis I e II respectivamente, circulando em órbita sem tripulação. O Módulo de Atividade Expansível Bigelow (Beam) foi acoplado à Estação Espacial Internacional (ISS) em abril de 2016 e serve como local de armazenagem, devendo permanecer no complexo orbital pelo menos até 2020. O Beam provê mais 16 metros cúbicos de volume para a ISS e a Bigelow trabalha atualmente no B330, um módulo que tem capacidade interna de 330 metros cúbicos. Um B330 pode ser uma pequena estação espacial ou ser acoplado a outros, formando uma nave bem maior. A Bigelow prevê que seja montado até em órbita da Lua ou mesmo na superfície do satélite, onde sua arquitetura também será mais segura em termos de proteger as pessoas no interior de impactos de micrometeoritos. Um módulo maior, Olympus, com seis vezes o volume interno do B330, deverá ser construído nos próximos oito a dez anos de acordo com a empresa.

PREPARANDO AVANÇOS FUTUROS

O preço da empreitada para os clientes será elevado, na casa dos sete dígitos, conforme a companhia aponta, portanto o turismo espacial não deverá ser contemplado pela iniciativa. O próprio Robert Bigelow afirmou: "O que sempre antecipamos é que estaremos muito envolvidos em auxiliar outros países a estabelecer seus programas espaciais tripulados e prover as necessidades que tiverem quaisquer que sejam seus objetivos no espaço". A intenção é lançar os primeiros dois B330 em 2021 e desde outubro a empresa está em negociações com a United Launch Alliance para inserir um B330 em órbita da Lua por volta de 2022. A Bigelow ainda anunciou que a BSO formou uma parceria com o Centro para Avanço da Ciência no Espaço, que controla o Laboratório Nacional dos Estados Unidos a bordo da ISS. O acordo visa garantir para a BSO a experiência necessária para gerenciar e controlar essas estruturas e as atividades a bordo delas no futuro.

Visite o site da Bigelow Aerospace

Site do Laboratório Nacional dos Estados Unidos

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Há décadas os estudiosos do Fenômeno UFO vêm investigando atentamente os casos de abduções. Hoje conhecemos milhares de ocorrências em todo o mundo e sabemos que estes processos tiveram início séculos atrás, milhões de abduzidos na história da Terra. O autor de Infiltrados: o Plano Alienígena para Controlar a Humanidade, o professor da Universidade Temple David Jacobs, Ph.D., entrevistou e pesquisou mais de mil indivíduos que passaram por estas experiências nas mãos de seres provenientes de planetas mais avançados. Sua conclusão é de que há várias raças extraterrestres realizando estes sequestros com o propósito de criar uma espécie híbrida, meio humana, meio alienígena, para viver aqui.

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