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ENTREVISTAS

Por Thiago Luiz Ticchetti

John Alexander: Seria apenas uma ilusão a política de acobertamento da realidade ufológica?

O boina verde do Exército norte-americano causa polêmica na Ufologia Mundial. Ele confirma a existência dos UFOs, mas nega episódios importantes da casuística, como Roswell. Porém, sua afirmação mais criticada é a de que o governo dos EUA não oculta nenhuma informação sobre o tema

Categoria: ACOBERTAMENTO UFOLÓGICO | CASUÍSTICA | SEGREDOS GOVERNAMENTAIS

Esta edição da Revista UFO apresenta uma entrevista com um homem controverso, muitas vezes chamado de cético por seus colegas e, em outras, aclamado como um desbravador da Ufologia no meio militar. Alguns pesquisadores, inclusive, o acusam de ser agente de desinformação do governo norte-americano, com a tarefa de plantar controvérsias no meio ufológico. “Como seria um agente de desinformação se eu mesmo trabalho para que os militares possam contar à sociedade suas experiências com o Fenômeno UFO sem serem punidos?”, retruca com veemência. Estamos falando de John B. Alexander, Ph.D., coronel e boina verde condecorado do Exército norte-americano.

 

Hoje na reserva, ele entrou nas Forças Armadas de seu país em 1956 como primeiro-sargento e alcançou a patente de coronel de infantaria em 1988, quando se aposentou. Durante toda a sua carreira, esteve quase sempre em cargos de comando de operações especiais de inteligência, pesquisa e desenvolvimento. De 1966 a 1969, Alexander comandou os chamados “Grupos A” das Forças Especiais dos Estados Unidos no Vietnã e na Tailândia. Como sua última tarefa, foi diretor no Escritório Avançado de Sistemas, no Laboratório do Comando do Exército. Após deixar o serviço militar, trabalhou ainda no secretíssimo Laboratório Nacional de Los Alamos, onde foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento do conceito de defesa não letal, que emprega armas alternativas às convencionais, que derrubam o inimigo sem matá-lo.

 

Diretor de tal programa em Los Alamos, John B. Alexander realizou reuniões com os mais altos escalões do governo dos Estados Unidos — como a Casa Branca, o Conselho de Segurança Nacional, o Congresso e a própria CIA —, tratando com burocratas civis e generais da implantação de armas não letais nos contingentes militares norte-americanos. Ele também serviu de consultor para vários outros governos na questão, área em que é considerado o homem mais bem informado do mundo.

 

Armas não letais

O coronel John B. Alexander organizou e presidiu seis das maiores conferências já realizadas no mundo sobre guerra não letal, o que o levou a ser várias vezes convidado para integrar a comitiva oficial dos Estados Unidos sobre o assunto na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Com toda essa experiência e know-how, foi responsável direto pela criação da política de armas não letais do Departamento de Defesa norte-americano. Mestre em Artes pela Universidade de Pepperdine, na Califórnia, e Ph.D.

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