Documento da Força Aérea dos EUA confirma pesquisa sobre um tipo de antigravidade.

Um documento técnico da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), datado de 1990, ressurgiu e mudou nossa compreensão da física e da tecnologia militar secreta.

Redação UFO
6 minutos de leitura

O relatório, intitulado Estudo de Propulsão Elétrica ( disponível para download aqui ) e conhecido como AL-TR-89-040, confirma que os setores de defesa dos EUA investigaram ativamente a manipulação da gravidade usando princípios eletromagnéticos considerados “impossíveis” pela ciência convencional.

O documento foi preparado pela empresa contratada Science Applications International Corp. (SAIC) para o Laboratório de Astronáutica da Força Aérea. Seu objetivo: avaliar se as teorias de “acoplamento eletromagnético-gravitacional” eram viáveis ​​para a criação de sistemas de propulsão de próxima geração, uma necessidade para superar as limitações dos foguetes químicos.

O Efeito Biefeld Brown: Da Ridicularização Acadêmica ao Alvo da Força Aérea dos EUA

Durante décadas, a comunidade científica dominante rejeitou o chamado efeito Biefeld-Brown (eletro gravidade). Esse fenômeno, observado desde a década de 1930, sugere que capacitores carregados com uma voltagem extremamente alta geram uma força de flutuação ou levitação na direção do polo positivo.

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Townsend Brown (1905-1985). Seu Efeito Biefeld-Brown foi rejeitado pela academia, mas investigado secretamente pela Força Aérea dos EUA, que o identificou como o ponto de partida para a propulsão de campo avançada.

A explicação oficial sempre foi a simples “vento iônico” (ar ionizado empurrando o dispositivo).

No entanto, o relatório da Força Aérea dos EUA contradiz essa simplificação. Na verdade, ele classifica o Efeito Biefeld Brown como um “candidato promissor para propulsão avançada” e recomenda a realização de experimentos específicos em alto vácuo para eliminar a variável do ar, buscando a confirmação de uma interação eletromagnética genuína com a inércia e a gravidade.

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O documento é claro: se a teoria estiver correta e a unificação dos campos puder ser alcançada — a ideia de que o eletromagnetismo e a gravidade são manifestações da mesma força —, então as cargas elétricas poderiam ser convertidas em massas.

A ligação com Star Wars e a física extrema.

O estudo não apenas valida teorias marginais, mas também se aprofunda em física mais exótica, analisando a Teoria de Kaluza Klein, que postula a existência de uma quinta dimensão (5-D) além do espaço-tempo. De acordo com o relatório, adicionar essa dimensão permitiria que as equações manipulassem a inércia de um objeto.

O texto também faz uma afirmação surpreendente sobre o potencial energético dessa tecnologia: se a conexão correta for estabelecida, a densidade de potência disponível poderá ser “10 ordens de magnitude maior do que a de eventos nucleares”.

Veja documento abaixo 

https://drive.google.com/file/d/1qDVZoowVuuRXxGEtDeUu2rESOgSeXrx0/view?usp=drivesdk

O documento também vincula indiretamente esta pesquisa a um programa de grande destaque da época: a Iniciativa de Defesa Estratégica (SDI), popularmente conhecida como programa Guerra nas Estrelas . A SDI era um sistema de defesa antimíssil proposto pelo presidente Ronald Reagan em 1983 para usar tecnologias avançadas (como lasers espaciais) para interceptar mísseis nucleares soviéticos em voo. O relatório observa que laboratórios importantes como Los Alamos e Lawrence Livermore estavam desenvolvendo capacitores de alta densidade energética, uma tecnologia essencial para viabilizar tanto a SDI quanto a propulsão Biefeld Brown.

Testemunho de um físico nuclear: UFOs caseiros?

A credibilidade do relatório da Força Aérea dos EUA é reforçada pelo depoimento de Oke Shannon, físico nuclear aposentado do Laboratório Nacional de Los Alamos (LANL) e ex-gerente de projetos especiais, entrevistado por Jay Anderson para o canal Project Unity. Shannon confirma que a pesquisa nessas áreas continuou e que é “totalmente possível” que dispositivos antigravidade tenham sido desenvolvidos.

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•O físico relata que veículos avançados que operam em programas secretos possuem características extremas, tais como:

•Alta aceleração sem expulsão de propelente.
Capacidade de mudar de direção instantaneamente e operar silenciosamente.

•Eles desafiam a aerodinâmica clássica, assemelhando-se a objetos luminosos, sem asas, escapamento ou estrondo sônico.

“Para o observador médio, eles pareceriam exatamente um UFO”, diz o físico nuclear, alertando para o perigo de a atual narrativa de “divulgação de OVNIs” estar desviando a atenção do público da verdade sobre uma tecnologia terrestre operacional, desenvolvida em programas secretos.

O mistério sem dicotomia

A existência deste documento demonstra que, há mais de 30 anos, o governo dos EUA vem buscando ativamente tecnologia de propulsão de campo que permita a criação de espaçonaves silenciosas e capazes de desafiar a gravidade.

Isso não invalida a hipótese de que objetos de origem não humana também visitam nosso planeta. Em vez disso, complica a identificação. Agora, a questão não é mais se o governo dos EUA investigou a antigravidade, mas sim: quantos dos UAPS (Fenômenos Anômalos Não Identificados) que vemos hoje são protótipos humanos ultra secretos, impulsionados pela física exótica revelada no relatório de 1990, e quantos são de origem não humana?

O mistério se aprofunda, mas também se torna mais palpável.

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Editor do CIFE -Canal Informativo de Fontes/Fenômenos Extraterrestres e Espaciais - Scientific Channel of UFOs Phenomena & Space Research.