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ARTIGO

Por Roberto Pinotti

Os astronautas perdidos e os misteriosos discos de pedra

O sistema de Sírius parece acompanhar a cultura de muitos povos antigos, como egípcios, africanos, chineses e celtas. Muitos dizem que isso se deve ao fato de a estrela ser muito brilhante e claramente visível no céu noturno. Será mesmo?

Categoria: ANTIGUIDADE | ASTRONÁUTICA | DISCOS DE PEDRA | UFOS NA ANTÁRTIDA
crédito: JULIUS SMITH
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As remotas e quase inacessíveis montanhas de Bayan-Kara-Ula, onde foram encontrados os discos
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Muitos lugares de nosso planeta evocam mistérios e atiçam a imaginação das pessoas quanto a seu passado desconhecido, mas talvez nenhum deles o faça tão fortemente quanto a China. Civilização antiga, com conhecimentos médicos, bélicos e filosóficos sem rivalidade em sua época, e que até hoje espantam por sua profundidade, é da China que vem uma história que, se verdadeira, mudaria o mundo.

Como tudo o que envolve o universo ufológico, também aqui encontramos desmentidos, fraudes, acobertamentos e evidências desaparecidas. Tudo começou quando, em 1938, uma expedição arqueológica chinesa foi às montanhas de Bayan-Kara-Ula, situadas entre a China e o Tibete. O local, selvagem e de difícil acesso, mesmo nos dias atuais, revelou segredos inesperados.

Os discos e os extraterrestres

Em uma das grutas do local, a expedição encontrou uma fileira de túmulos com pequenos esqueletos, e, neles, impressionantes discos de pedra. Ao todo foram 716 achados de lítio e granito, com alta concentração de cobalto e de outras substâncias metálicas — na superfície dos discos havia uma série de símbolos gravados. Em 1947, o arqueólogo Karyl Robin-Evans recebeu do professor Ruppert Lolladoff um disco de pedra que se acreditava ter sido encontrado no Nepal. Pensava-se que o objeto pertencesse a tribo dos Dzopa ou Dropa, que o utilizavam em suas cerimônias religiosas. O disco tinha 12 cm de raio e 5 cm de espessura e, de acordo com Robin-Evans, que o havia colocado em uma balança, tinha a característica insólita de aumentar e diminuir o peso no decorrer de poucas horas. O arqueólogo, então, partiu em viagem em torno das montanhas em busca da tribo Dzopa.

A remota e quase desconhecida região de Bayan-Kara-Ula, localizada em uma área inacessível ao longo da fronteira sino-tibetana, não sentiu muito a invasão chinesa, já que, como dissemos, o lugar parecia intimidar até mesmo os tibetanos. Isso fez com que, quando os pesquisadores chegaram ao alto das montanhas, os guias de Robin-Evans não prosseguissem porque tinham medo. Esse comportamento pode ajudar a explicar porque a região era tão pouco explorada.

Veículos espaciais ancestrais

Entre os membros da expedição havia um linguista que ensinou os rudimentos da língua Dzopa ao arqueólogo, e isso permitiu que o pesquisador compreendesse as histórias que lhe foram contadas por Lurgan-La, o líder religioso da comunidade. O homem narrou-lhe a história da tribo, cujo local de origem se encontraria no céu, em um mundo pertencente ao sistema estelar de Sírius. Lurgan-La explicou que duas missões partiram daquele mundo em veículos espaciais para chegar à nossa Terra — a primeira há mais de 20.000 anos e, a segunda, por volta de 3.500 anos atrás.

 

 

crédito: DISCOVERY
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