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Vem aí uma nova raça, mistura de humano com alienígena

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28 de Março de 2019
Ilustração
Créditos: UFO

Temas complexos e polêmicos para a maioria da população - nem tanto para estudiosos e pesquisadores de todos os campos de garimpagem do pensamento humano sobre suas origens, contatos e relação com o universo - foram tratados durante três dias, de sexta-feira a domingo do último final de semana, no XXIV Congresso Brasileiro de Ufologia, ocorrido no hotel Nacional Inn Torres, no centro da bela e moderna Curitiba, (PR). 

Promovido pela Revista UFO, a mais longeva publicação do gênero no mundo, dirigida com dedicação, seriedade e muita competência pelo pesquisador, jornalista e escritor A. J. Gevaerd, o evento tratou de assuntos que envolvem a presença de alienígenas na Terra desde os primórdios, passando por experiências para criação de uma nova raça humana, mais evoluída moral, intelectual e espiritualmente, além de abordar a possibilidade de viagens espaciais para descobertas de mundos habitados com vida semelhante à nossa e como chegar até lá com os meios e avanços tecnológicos que temos hoje.

Uma das palestras mais aguardadas do sábado foi a da conselheira profissional, hipnoterapeuta, professora metafísica, praticante de Reiki, pesquisadora e escritora australiana Mary Rodwell, que também é a autora de Awakening: How Extraterrestrial Contact Can Transform Your Life (Despertar: Como o Contato Extraterrestre Pode Transformar sua Vida).

 

 

Segundo Mary Rodwell, raças mais inteligentes interagem com a humanidade há milênios.

 

Ela atravessou o mundo numa viagem de 16 horas, fazendo parada no Canadá, para chegar a Curitiba e tratar de um tema que ainda é tabu em muitos círculos de discussões sobre a presença de outras inteligências do espaço exterior na Terra: experiências alienígenas na alteração do DNA de terráqueos e criação de uma nova espécie, os chamados seres híbridos, que seriam metade humano e outra metade alienígena.

Mary Rodwell, uma figura muito simpática, mesmo sem falar o português, foi muito sensível à abordagem das pessoas que dela queriam saber como será esse "Novo Humano", que por sinal é o título do novo livro dela, traduzido para o nosso idioma e lançado pela Livraria UFO. De acordo com as explicações da pesquisadora, desde a antiguidade diversas raças extraterrestres, "provenientes de variados planetas, interagem diretamente nos destinos da humanidade".

Para Mary, essas raças já conviveram abertamente conosco, sendo tratadas por nós como deuses, e produziram "inúmeras intervenções em nossa evolução espiritual e genética". De uma época em diante, tais raças passaram a abduzir seres humanos sistematicamente com o objetivo de "gerarem crianças híbridas, meio humanas, meio alienígenas, com o propósito de as reintroduzirem no planeta para crescerem e gerarem uma nova espécie de seres humanos".

Ou seja, a humanidade, na visão de Mary, possui uma "herança alienígena". No livro "Novo Humano", segundo explicou a professora australiana, ela trata dos membros desta raça híbrida, que seriam gerações de crianças e adolescentes superdotados, intelectual e espiritualmente superiores, conscientes de sua condição cósmica e intimamente ligados a avançadas civilizações extraterrestres, originárias de diversos planetas e que vêm à Terra há milênios para provocar mudança gradual e positiva na mentalidade e na genética da espécie humana".

 

Seres em São Tomé das Letras

 

Na sexta-feira, abrindo o ciclo de palestras dos três dias do evento, para uma plateia de 300 pessoas, quem falou foi o renomado ufólogo, espírita e escritor Pedro de Campos, que abordou o tema "De carona com os UFOs em São Tomé das Letras". Campos, com muita segurança e serenidade, narrou a saga de pessoas daquela cidade do sudoeste mineiro que tiveram fantásticas experiências com seres de outros mundos. Ele destacou o trabalho do ufólogo falecido aos 80 anos, em abril do ano passado, Oriental Luiz Noronha, conhecido em São Tomés das Letras por "Tatá".

Pedro de Campos: ufólogo e espírita, falou das experiências em São Tomé das Letras.

Segundo Pedro Campos, que trabalhou com "Tatá" na investigação de inúmeros casos ufológicos, até em especiais para o canal de TV History Channel, o historiador mineiro era um homem fantástico. Criado por uma índia, "Tatá" conhecia como poucos a arte rupestre, que consiste na decifração de inscrições antigas em pedras e cavernas, além de espiritualista por convicção.

"Ele foi o decano da Ufologia brasileira que realizou o maior número de vigílias", observou. Entre os mistérios da região, cercada por montanhas, há um, especial, que trata da existência de um portal que levaria os humanos à outra dimensão. "Tatá" foi personagem de uma dessas experiências e de inúmeros outros casos.

Campos, que é autor de 8 livros já publicados sobre Ufologia e espiritualidade, relançou o livro "Um Vermelho Encarnado no Céu", um dos mais procurados e adquiridos pelo público. A obra está disponível no site da revista UFO.

  

Mensagens do espaço nos agroglifos?

  

No sábado pela manhã, o engenheiro agrônomo Douglas Albrecht tratou de um tema delicado e ainda sob polêmica no meio científico: A ciência na investigação dos agroglifos, que são aqueles sinais, ou desenhos com supostas mensagens codificadas, que aparecem em plantações de grãos em países como Inglaterra, Turquia, Israel, Canada e, mais recentemente, no Brasil, como ocorreu em Ipuaçu, em Santa Catarina, e Prudentópolis, no Paraná, nos últimos quatros anos.

Douglas esteve em Prudentópolis e suas análises técnicas sobre as características da disposição daqueles desenhos no solo e o aparecimento de restos vegetais e animais carbonizados ou mumificados - no mesmo dia do surgimento do agroglifo - o deixaram ao mesmo tempo impressionado e intrigado. Material vegetal e animal, no solo sem vida, tende a decompor-se em alguns dias, devido ao clima subtropical da região.

 

Douglas Albrecht: surpresa ao examinar o local onde apareceu o agroglifo.

  

Em solos agricultáveis como os da região, ricos em matéria orgânica, o que significa atividade microbiana intensa, é um desafio encontrar explicação. Há outras conclusões - pioneiras no mundo, vale dizer - sobre o trabalho de Douglas Albrecht na investigação da ação dos agroglifos em plantações de trigo. Seriam mensagens de seres de outras regiões de nossa galáxia, buscando uma forma de comunicação conosco? Ainda não há respostas. No trabalho de Douglas foi descartada a fraude, comum em alguns regiões do mundo por quem tenta desqualificar o fenômeno.

Nas próximas matérias, mais palestras e temas palpitantes abordados durante o XXIV Congresso Brasileiro de Ufologia, comentados pelo jornalista Carlos Mendes, inclusive sobre a Operação Prato e o lançamento do livro Luzes do Medo, de sua autoria.

Fonte: Ver-o-fato, por Carlos Mendes.

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