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Ufologia Brasileira quer que a ONU abra discussões sobre os UFOs

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11 de Fevereiro de 2020
ONU
Créditos: ONU

A comunidade ufológica brasileira se reunirá durante o XXV Congresso Brasileiro de Ufologia, no qual serão debatidos os mais diversos temas sobre o Fenômeno UFO e a presença alienígena no Sistema Solar, para dar mais um passo no sentido de que a ONU abra os olhos para os assuntos ufológicos e assuma sua responsabilidade em relação a ele.

O desejo de que a Organização das Nações Unidas abrace a realidade do Fenômeno UFO e passe a abrir discussões e estudos científicos para debate-lo está presente na comunidade ufológica mundial há muitas décadas. Como o fenômeno ocorre em todas as nações do planeta, seria uma forma de se garantir um estudo mais abrangente e mais bem coordenado sobre a realidade dos UFOs.

 

A ONU e os UFOs

 

Uma tentativa nesse sentido foi feita na década de 70, por iniciativa do presidente de Granada, simpático ao assunto, e com a participação, como consultores, de Joseph Allen Hynek e Jacques Vallée. Em um primeiro momento, tudo parecia correr bem, mas então a ONU simplesmente ignorou o pedido e o assunto morreu.

Depois vieram outras tentativas inócuas e descoordenadas. E então, em 2012, o editor da Revista UFO Ademar José Gevaerd, durante o IV Congresso Mundial de Ufologia, voltou novamente à carga e lançou a Carta de Foz do Iguaçu que, infelizmente, nada produziu.

Em 2018, um grupo de cúpula da Ufologia Mundial se reuniu em Moscou, na Rússia, para falar sobre o assunto e também para formar o que foi denominado de World Coalition on Extraterrestrial Contact [Coalisão Mundial para o Contato Extraterrestre – WCEC], cujo número de 30 membros – o mínimo exigido para que a ONU aceite uma petição oficial – foi alcançado no final de outubro de 2019. Os 30 delegados são de 30 países distintos de todos os continentes e considerados as maiores referências na Ufologia Mundial

 

Movimento coordenado

 

O coordenador geral da Coalisão Mundial para o Contato Extraterrestre é o ufólogo inglês Gary Heseltine, um dos principais nomes da Ufologia na Inglaterra. Na Europa, o coordenador é Roberto Pinotti, reconhecido como o maior pioneiro da Ufologia Italiana e correspondente internacional da Revista UFO, Nos Estados Unidos a coordenação está a cargo de Donald Schmitt, um dos maiores especialistas – se não o maior – no ainda enigmático Caso Roswell.

Para a coordenação nas Américas do Sul e Central o escolhido foi A. J. Gevaerd, fundador e editor da Revista UFO, a única sobre Ufologia existente no país e a mais antiga em circulação em todo o mundo. Gevaerd é, também, representante no Brasil do Center for UFO Studies [Centro para Estudos de UFOs – CUFOS] fundado pelo doutor J. Allen Hynek, diretor nacional da Mutual UFO Network (MUFON) e idealizador da campanha UFOs: Liberdade de Informação Já.

A campanha conseguiu que a Força Aérea Brasileira (FAB) abrisse seus arquivos secretos sobre os discos voadores, resultando não apenas no reconhecimento oficial da existência dos UFOs, mas como na liberação de cerca de 20.000 páginas de documentos ufológicos, hoje disponíveis no Arquivo Nacional para consulta de toda a sociedade.

O movimento da Coalisão Mundial para o Contato Extraterrestre, que ocorrerá em 2020, será o mais bem organizado e potente de todos. Ele é considerado infalível por consultores que compreendem a mecânica da Organização das Nações Unidas (ONU), a qual simplesmente não pode se recusar a aceitar e abrir discussões sobre propostas ou petições que partam de órgãos que tenham representação de pelo menos 30 países.

As inscrições para o evento estão abertas no site oficial e custam R$ 140,00, podendo ser pagas em até 12 vezes.

O XXV Congresso Brasileiro de Ufologia ocorrerá entre 27 a 29 de março, no Hotel Bourbon, em Curitiba.

Site oficial: www.ufologiabrasileira.com.br

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