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Satélite lançado na Nova Zelândia será visível pelos próximos nove meses

Por Equipe UFO | 27 de Janeiro de 2018

O polêmico satélite Humanity Star, que promete ser um empecilho tanto para a Astronomia quanto para a Ufologia
Créditos: Rocket Lab

Satélite lançado na Nova Zelândia será visível pelos próximos nove meses

Há alguns dias foi lançado na Nova Zelândia, do Complexo de Lançamento 1 da empresa Rocket Lab, um foguete Electron que a companhia alega ser um meio barato de acesso ao espaço. O lançamento aconteceu na Ilha Norte da Nova Zelândia, na Mahia Peninsula, e levou ao espaço três pequenos satélites Cubesat, que podem ser configurados para desempenhar diversas tarefas. Um desses satélites, da empresa Planet, é designado Dove Pioneer e fará imagens da Terra. Dois outros são designados Lemur-2 e realizam observações climáticas e acompanham navios para a Spire. Contudo, foi a quarta carga do foguete, de propriedade da própria Rocket Lab, que vem causando polêmica.

A entrada em órbita do satélite Humanity Star (Estrela da Humanidade) foi anunciada somente depois do fato consumado. Seu formato é aproximadamente esférico, mede cerca de um metro de diâmetro, e é coberto por 65 painéis de fibra de carbono altamente reflexivos. Sua órbita varia de 293 a 521 km de altitude e pode ser rastreada no site da empresa, apresentado nos links abaixo. Peter Beck, fundador da empresa, afirma: "A humanidade é finita e não estaremos aqui para sempre. Mas mesmo diante de nossa quase inconcebível insignificância, a humanidade é capaz de coisas grandes e boas. E o Humanity Star é para nos lembrar disso". Não está claro o quanto o satélite será visível, com algumas estimativas comparando seu brilho ao dos satélites Iridium, porém devido a seu tamanho isso é pouco provável. Contudo, o lançamento praticamente clandestino já é motivo de protestos da comunidade astronômica, pois justificadamente o objeto irá atrapalhar qualquer observação na região do céu em que estiver.

Alguns têm enviado protestos irados pela internet, como Jessie Christiansen, que afirmou: "Não invadimos seu laboratório de engenharia e colocamos coisas brilhantes para atrapalhar vocês. Estamos tentando estudar o Universo". Satélites com superfícies brilhantes já foram anteriormente postos em órbita com variados objetivos científicos, como o Starshine 1 e 2, lançados em voos do ônibus espacial da NASA em 1999 e 2001. O Japão lançou o Ajisai em 1986, ainda em órbita e que pode ser visto com binóculos. A NASA colocou em órbita, em 1976, o Satélite Geodinâmico Laser ou Lageos, esférico e coberto por 426 retrorefletores. Com ele puderam ser realizadas medições de extrema precisão a respeito da movimentação das placas tectônicas terrestres e colocado em uma órbita a 5.900 km de distância, deverá ali permanecer por cerca de 8,4 milhões de anos. Já o Humanity Star, sem qualquer finalidade científica, será também um empecilho para a pesquisa ufológica, pois fatalmente acabará confundido com um UFO. Felizmente sua órbita deverá decair e ele deve ser destruído na atmosfera terrestre em cerca de nove meses.

Visite o site do Humanity Star

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O Dossiê Cometa é o relatório da entidade homônima francesa – o Comitê Cometa – que analisou as evidências mais marcantes da atuação de ETs em nosso planeta, através de avistamentos e aterrissagens de UFOs que se prolongam há milênios e dos contatos com seus tripulantes. O documento foi entregue ao primeiro ministro francês e a outras autoridades mundiais, com uma séria advertência: devemos estar preparados para grandes transformações em nossa cultura, ciência e religião, pois em pouco tempo os UFOs causarão grande impacto em nossas vidas.

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