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Robert Hastings responde os comentários de um negador sistemático

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19 de Setembro de 2016
UFOs e Mísseis Nucleares, o documentário de Robert Hastings, disponível com exclusividade na Videoteca UFO
Créditos: Revista UFO

Recentemente o pesquisador Robert Hastings havia questionado, diante do lançamento de seu documentário UFOs and Nukes no Vimeo On Demand, e com exclusividade no Brasil pela Videoteca UFO como UFOs e Mísseis Nucleares, o silêncio de céticos e negadores sistemáticos quanto ao filme. Na produção são apresentados depoimentos, reconstituições com efeitos especiais e documentos oficiais que comprovam o inequívoco interesse dos UFOs por nossos locais de produção, armazenamento e teste de armamentos atômicos. Hastings comenta que desde o lançamento da versão original de seu livro, ainda em 2008, ele foi sistematicamente atacado por esses negadores, que em nada conseguiram diminuir a abrangência e contundência das fortes evidências que ele coletou em décadas de pesquisa.

Um destes céticos, contudo, Tim Hebert, publicou recentemente um texto criticando o documentário de Robert Hastings, acusando-o de superficial, de não apresentar qualquer evidência, e ser parcial quanto à análise dos fatos. O negador afirma não existir documentação comprovando as alegações de Hastings. Naturalmente, o pesquisador derrubou cada um dos argumentos de Hebert, dizendo: "Isso é mero desejo de Hebert. Há centenas de documentos liberados pelo governo dos Estados Unidos detalhando incursões de UFOs em silos de Mísseis Balísticos Intercontinentais (ICBMs), locais de armazenamento e de testes dessas armas. O filme apresenta detalhes de 16 desses documentos, tornados públicos pela Força Aérea Norte-Americana (USAF), FBI e CIA, 15 dos quais especificamente descrevendo atividades de UFOs nesses locais".

O filme ainda apresenta depoimentos de testemunhas militares desses eventos, como o coronel Walter Figel e o sargento Henry Barlow. Figel falou sobre o caso acontecido em março de 1967 na Base Aérea Malstrom em Montana, quando dez mísseis Minuteman foram desativados durante a presença de um UFO sobre o local. Figel contou que enviou duas equipes de segurança para investigar, e uma delas confirmou a presença do UFO, e afirma que ele e seu comandante, capitão Eric Carlson, foram interrogados mais tarde e receberam ordens de não falar a respeito do incidente. Registros completos em áudio das primeiras entrevistas concedidas pelo militar a Robert Hastings estão disponíveis no site deste último. Já o técnico Henry Barlow, que trabalhou nos mísseis atingidos, afirma que ele e sua equipe foram avisados pelo rádio a ficar de olhos abertos, pois atividade de UFOs havia sido informada na área. Ele comenta que depois soube que um UFO de forma discoidal foi visto sobre os silos dos mísseis antes que estes fossem desativados.

crédito: Arquivo
Robert Hastings
Robert Hastings

DESCONSTRUINDO A FALÁCIA CÉTICA

Robert Hastings diz: "Em qualquer dos casos, a alegação de Hebert de que tudo foi distorcido e que os documentos não são pertinentes ou foram mostrados fora de contexto simplesmente não é verdadeira. Qualquer um pode visitar meu site e ler esses papéis, que por necessidade apareceram brevemente no documentário". No filme também estão presentes as revelações do engenheiro da Boeing que trabalhou nos mísseis, Robert Kaminski, que escreveu que sua equipe não encontrou qualquer explicação para a falha das armas. Além disso, aponta que o elemento de ligação da Boeing com a Força Aérea afirmou que o pessoal militar havia caracterizado o incidente como um evento ufológico. Nenhum desses fatos foi mencionado na crítica de Tim Hebert, que por sua vez acusa Hastings de forma incoerente de ser seletivo com as evidências que apresenta.

O pesquisador aponta ainda que o próprio comandante do Projeto Blue Book da USAF, capitão Edward Ruppelt, se referiu à ligação inegável entre avistamentos de UFOs e locais de produção, teste e armazenamento de armas nucleares. Também existem à disposição documentos liberados pela CIA, FBI e USAF sobre avistamentos ocorridos em Oak Ridge, Savannah e Hanford, todas instalações nucleares. O negador ainda alega que as entrevistas no documentário são muito curtas, desconhecendo o limite de duração imposto para a produção. Hastings comenta que quem assistir pelo site Vimeo também recebe acesso a versões estendidas das entrevistas. O pesquisador ainda lembra que vários milhares de dólares foram gastos pelo produtor, Jared Tarbell, para as viagens das testemunhas a Albuquerque e hospedá-las, a fim de gravar seus depoimentos. Hastings aponta que aqueles interessados em simplesmente negar tudo vão convenientemente colocar todas as evidências de lado e sequer assistir à produção. Contudo, os que têm interesse genuíno e reconhecem a importância da matéria encontram em UFOs e Mísseis Nucleares as melhores informações disponíveis sobre o assunto.

Confira o trailer do documentário UFOs e Mísseis Nucleares

Confira os documentos mencionados no site de Robert Hastings

UFO percorreu mais de 190 quilômetros em 8 segundos

UFO enorme observado durante a Crise dos Mísseis de Cuba

UFOs sobrevoaram instalação atômica em 1945

Documentário de Robert Hastings irá estrear no cinema


UFOs e Mísseis Nucleares é o mais novo DVD da Videoteca UFO

Saiba mais:

Livro: Terra Vigiada

DVD: UFOs e Mísseis Nucleares

crédito: Revista UFO
UFOs e Mísseis Nuclares
UFOs e Mísseis Nuclares

A prova definitiva de que civilizações extraterrestres se preocupam com o uso que fazemos da energia atômica para fins bélicos e interferem em nossas atividades de lançamento de mísseis nucleares. Desde a descoberta da energia atômica e seu emprego em bombas de destruição em massa, nos anos 40 e 50, outras inteligências cósmicas intensificaram enormemente seu processo de observação e monitoração de nossas ações bélicas. Este documentário, produzido por Robert Hastings, o mesmo autor do best seller Terra Vigiada, mostra com uma sucessão de contundentes evidências inéditas que nossos visitantes extraterrestres estão vigilantes, e como as autoridades à frente das superpotências veem sua interferência como atos de guerra.

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