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O Exército dos Estados Unidos está testando um Phaser operacional, como em Jornada nas Estrelas

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26 de Fevereiro de 2021
Por enquanto, os armamentos laser são enormes, impossíveis de serem levados pela infantaria.
Créditos: U.S. Army

Desde o primeiro episódio e filme até hoje, o Capitão Kirk e outros oficiais de Jornada nas Estrelas ajustaram suas armas para modo “tonteio” ao invés de “desintegrar”. Os militares dos Estados Unidos (e todos os outros militares das grandes potências) desenvolveram armas sônicas que atordoam e armas a laser que podem cortar metal. No entanto, a capacidade de desintegrar com um laser tem sido um objetivo impossível - até agora.

Por Paul Seaburn

“Enquanto a maioria dos lasers CW simplesmente derretem alvos, os sistemas USPL são capazes de neutralizar ameaças por meio de três mecanismos distintos: ablação de material do alvo, cegamento de sensores por meio da geração supercontínua de banda larga no ar e a geração de uma interferência eletrônica localizada usada para sobrecarregar os componentes eletrônicos internos de uma ameaça”, explica o exército norte-americano.

Um resumo divulgado recentemente pelos programas Small Business Innovation Research (SBIR) e Small Business Technology Transfer (STTR) - programas que ajudam as pequenas empresas a ganharem projetos federais de Pesquisa/Pesquisa e Desenvolvimento (P/P&D) - anunciou que o exército dos Estados Unidos está trabalhando com parceiros não identificados em projetos de armas que usam Lasers Pulsados Ultracurtos Táticos (USPL), em vez dos lasers convencionais de feixe contínuo. O USPL tem a vantagem de precisar muito menos energia, o que os torna candidatos a armas pessoais como phasers. E, como os phasers, as armas USPL em breve terão o poder de ablação - linguagem militar para vaporização.


O exército dos Estados Unidos quer armamento que rasgue um drone no meio, mas que possa ser disparado por um soldado, igual a esta imagem conceitual, que mostra um laser HELIOS instalado em um contratorpedeiro da marinha norte-americana, derrubando um míssil.
Fonte: Lockheed Martin

“As diferenças na letalidade, bem como nos mecanismos de propagação, tornam a tecnologia USPL uma área de interesse particular para vários conjuntos de missões. Nas últimas duas décadas, os lasers de femtossegundo passaram de exigir edifícios dedicados em laboratórios nacionais a serem postos em mesas ópticas acadêmicas em todo o país.” Uma arma que pode ser colocada em uma mesa está a um passo de caber em uma mochila e a dois pulos de ser disparada como um rifle ou uma arma de mão. Conforme descrito na New Scientist, o novo laser pulsado ultracurto tático está sendo projetado para atingir um terawatt por um curto período de 200 femtossegundos ou um quatrilionésimo de segundo. Isso é tempo suficiente para vaporizar um drone... ou um humano.

Também será projetado para ser ajustado para atordoar ou interromper sistemas eletrônicos... ou humanos. Finalmente, ele pode ser definido entre essas duas intensidades para vaporizar apenas a pele externa ou a carcaça de um drone, deixando seus componentes eletrônicos intactos para análise. Embora o exército planeje começar a vaporizar coisas em 2022, provavelmente começará com um canhão de laser pulsado ultracurto tático semelhante aos phasers montados na nave estelar de Jornada nas Estrelas. No entanto, a emoção de vaporizar sem dúvida levará os soldados a exigir armas USPL de mão o mais rápido possível. Isso deixa uma questão pendente: os comandantes dos Estados Unidos seguirão o Capitão Kirk e ordenarão às suas tropas “Definir o USPL para tonteio!” ou os deixarão em desintegrar?

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