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Missão Juno em Júpiter recebe extensão até 2021

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09 de Junho de 2018
A Juno seguirá explorando Júpiter e seu sistema até 2021 e talvez além
Créditos: NASA

A nave Juno da NASA está em órbita de Júpiter desde 2016, investigando detalhadamente o maior planeta do Sistema Solar com o objetivo de obter informações sobre sua formação e evolução. Dessa forma, um conhecimento importante a respeito da formação da própria família planetária do Sol e do surgimento da vida na Terra será também obtido, além de auxiliar nosso entendimento a respeito de outros sistemas planetários. Agora a NASA acaba de confirmar que a Juno prosseguirá seu trabalho em Júpiter pelo menos até 2021, com seu trabalho científico prosseguindo até setembro de 2022.

Os planos iniciais eram de colocar a Juno em uma órbita ao redor de Júpiter com duração de 14 dias, completando 37 órbitas até fevereiro de 2018. Contudo um problema técnico em uma válvula obrigou a inserção da nave em uma trajetória maior de 53 dias, seguindo até julho de 2018. Contudo, a agência espacial já confirmou que a missão será estendida pelo menos até julho de 2021, e o trabalho científico irá durar até setembro de 2022. As órbitas para essa nova fase da missão já estão sendo planejadas, e cientistas que trabalham com a Juno foram avisados sobre a extensão na metade de maio. Um dos objetivos da expedição é mapear toda a superfície de Júpiter, e para isso são necessárias 32 passagens próximas, e somente 14 serão completadas até julho próximo. A missão estendida, portanto, permitirá completar as 32 órbitas necessárias, e já se estuda até mesmo estender ainda mais as investigações da Juno.

Scott Bolton, principal cientista da missão, afirma que há a possibilidade de novas alterações na trajetória da nave, para uma segunda prorrogação da missão além de 2022 e possivelmente mudando o foco para investigar alguns dos satélites, principalmente Europa, lua candidata a abrigar vida alienígena. Um dos fatores a permitir essa extensão da missão é o fato de que, com órbitas mais longas, a Juno permanece mais tempo fora dos cinturões de radiação de Júpiter, que poderiam danificar seus componentes se a exposição fosse maior. Assim, a órbita de maior duração preservou a saúde da nave, permitindo que funcione por muito mais tempo. O encerramento da missão, quando chegar, será idêntico ao das naves Galileo, também em Júpiter, e Cassini em Saturno, um mergulho e destruição na atmosfera do grande planeta, a fim de eliminar qualquer chance de uma queda de possível contaminação das luas candidatas a abrigar vida extraterrestre. A Juno está revolucionando nossos conhecimentos sobre Júpiter, e prosseguirá a coleta de valiosas informações ainda por um bom tempo.

Site da missão Juno

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Este é o documento ufológico mais explosivo dos últimos tempos. O Dossiê Cometa é o relatório da entidade homônima francesa – o Comitê Cometa – que analisou as evidências mais marcantes da atuação de ETs em nosso planeta, através de avistamentos e aterrissagens de UFOs que se prolongam há milênios e dos contatos com seus tripulantes. O documento foi entregue ao primeiro ministro francês e a outras autoridades mundiais, com uma séria advertência: devemos estar preparados para grandes transformações em nossa cultura, ciência e religião, pois em pouco tempo os UFOs causarão grande impacto em nossas vidas. Para os membros da entidade, o futuro está definido: um exame da ação de nossos visitantes deixa claro que caminhamos rapidamente para um contato oficial definitivo com outras espécies cósmicas.

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