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Marcas em plantação em Matupá são atribuídas a agroglifos, mas sem comprovação

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24 de Julho de 2017
Os desenhos encontrados em Matupá não exibem as caracteristicas dos autênticos agroglifos
Créditos: Leonardo Yamate

O fenômeno dos agroglifos chegou ao Brasil em 2008, em Ipuaçu, onde tem se repetido desde então. Os sinais costumam aparecer nas plantações da pequena cidade do oeste de Santa Catarina sempre entre o final de outubro e o início de dezembro. A Revista UFO esteve presente em todos os casos desde então, que têm sido inclusive destaque na comunidade internacional de pesquisa de agroglifos.

Em 2015 e 2016 o fenômeno passou a surgir também em Prudentópolis, cidade paranaense a cerca de 200 km de Curitiba. O agroglifo de 2016 mereceu grande destaque devido às pesquisas científicas realizadas em amostras de solo e das plantas do local, que comprovaram a ação de meios desconhecidos na confecção do sinal. Algumas das impressionantes conclusões dos peritos foram:

Material Vegetal e animal, no solo sem vida, tende a decompor-se em alguns dias, devido ao clima subtropical vigente. Os solos agricultáveis como os da região são ricos em matéria orgânica, o que significa atividade microbiana intensa, sendo pouco provável encontrar restos vegetais ou animais, carbonizados e mumificados, como sugerem algumas imagens.

À priori, essa diminuição do crescimento microbiano no tempo (24h) e nas temperaturas (28ºC e 37ºC) de incubação estudadas das amostras coletadas no centro do agroglifo em relação àquelas externas não tem, por enquanto, explicação científica plausível.


Recentemente, em 18 de julho, surgiu a notícia de que supostos sinais estranhos apareceram em uma plantação na cidade de Matupá, no norte do estado de Mato Grosso. Conforme reportagem publicada em vários sites de notícias, as imagens foram obtidas por meio de um drone pertencente ao fotógrafo Leonardo Yamate e postadas no Facebook. Apesar da alegação de que o local não mostra pegadas nem sinais da aproximação de veículos, após uma análise das imagens o editor da Revista UFO, A. J. Gevaerd, e que investigou todos os agroglifos surgidos em Ipuaçu e Prudentópolis, afirmou que as marcas não podem ser consideradas autênticos agroglifos. O caso ainda se encontra sob investigação, porém está claro que os círculos de Matupá não podem ser classificados na mesma categoria dos autênticos sinais já pesquisados em Santa Catarina e no Paraná.

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