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Inversão dos polos magnéticos da Terra pode ocorrer em breve

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21 de Agosto de 2018
Ilustração dos polos magnéticos da Terra
Créditos: Arquivo UFO

Segundo estudo, o fenômeno da inversão completa dos polos magnéticos da Terra poderá ocorrer mais cedo e de modo mais rápido do que se pensava, conforme aponta um estudo divulgado por pesquisadores chineses nesta terça-feira (21), no Deutsche Welle, por David Martin. Até agora, os cálculos dos geofísicos indicavam que esse fenômeno fosse ocorrer em algumas centenas de anos, mas novas evidências sugerem que a última mudança geomagnética, no final da última era do gelo, levou apenas 144 anos para acontecer, ou seja, num prazo 30 vezes mais rápido do que se imaginava. Os polos magnéticos do nosso planeta resultam dos metais líquidos existentes no núcleo da Terra. Quando essas substâncias começam a se movimentar em direções diferentes, podem gerar um impacto de grandes proporções no campo magnético do planeta. 

Os pesquisadores apontam várias razões que levaram a crer que a próxima mudança no magnetismo dos polos poderá ocorrer em breve. O campo magnético da Terra estaria em torno de 10% mais fraco se comparado aos registros de 175 anos atrás, o que significaria que o fenômeno estaria próximo de ocorrer. Além disso, os polos magnéticos estão se movendo de maneira bastante rápida. O Polo Norte se localiza, atualmente, no gelo polar ao norte do Canadá. Entretanto, a cada ano é registrada uma mudança de cerca de 50 quilômetros em direção à Sibéria.

Para os cientistas, o argumento mais significativo para justificar essa tendência seria de que a reversão nos polos magnéticos estaria bastante atrasada. Esse fenômeno ocorre, em média, a cada 200 mil ou 300 mil anos e a última inversão completa ocorreu há cerca de 780 mil anos. Desde então, o planeta teve diversas vezes as chamadas "excursões" geomagnéticas, que não acarretam mudanças permanentes nos polos magnéticos, mas resultam em desvios temporários, com a ocorrência de reversões completas, mas de curto prazo.

O pesquisador Jürgen Matzka, do Instituto de Ciências Ambientais e da Terra em Potsdam, afirmou que essas excursões ocorrem com frequência dez vezes maior do que anteriormente. Segundo afirma, essas ocorrências são, a princípio, indistinguíveis das verdadeiras mudanças nos polos e, apesar dessas reversões não representarem qualquer ameaça à humanidade, alertam que poderão gerar falhas nos satélites que orbitam a Terra.

Porém, demais pesquisadores já alertaram que essa total reversão poderia enfraquecer o efeito de escudo do campo magnético da Terra, levando a um aumento nos níveis de radiação na superfície, que afetaria não só satélites como aviões e rede elétrica. Sistemas bancários, meteorologia, comunicações, operações militares, tecnologias à base de GPS, sistemas de aquecimento, aparelhos de ar-condicionado, transportes, hospitais e indústrias também poderiam ser afetados, além dos animais que, supostamente, usam o campo magnético da Terra para orientação - como baleias e algumas espécies de pássaros. Como se não fosse bastante, sem o escudo protetor, ficaríamos muito mais vulneráveis às tempestades solares que bombardeiam a Terra com energia vinda do Sol. Em 2003, uma tempestade magnética provocou apagões na Suécia e obrigou companhias aéreas a alterarem rotas de aeronaves para evitar os riscos causados pela radiação e problemas de comunicação. Satélites e sistemas de comunicação também foram afetados.

O Consultor da Revista UFO Atílio Coelho revela que diversos abduzidos e contatados já foram avisados por alienígenas sobre essas dramáticas transformações ambientais que o planeta irá sofrer e alerta para as consequências significativas dessa mudanças no comportamento social mundial. "Tanto haverá consequências como já existem preparativos para essa ocasião, como a Agência Federal de Gestão de Emergências dos Estados Unidos (FEMA) que já adquiriu milhares de caixões plásticos, com capacidade para quatro corpos em cada caixão. Pessoas poderão até mesmo enlouquecer nos momentos mais críticos desse fenômeno", afirma o consultor. 

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