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Ex-agente da CIA investiga o diário do major Jesse Marcel “repleto de códigos” sobre o Caso Roswell

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10 de Fevereiro de 2021
O ex-agente da CIA Ben Smith tem trabalhado com decifradores de códigos.
Créditos: wearethemighty.com

O diário em questão também pode conter algum tipo de mensagem oculta, já que seu autor, um oficial de inteligência treinado do exército, aparentemente tinha as habilidades necessárias para escrever em código.

Um ex-agente da CIA chamado Ben Smith abriu a boca sobre um item específico que pode lançar luz sobre aquilo que provavelmente é uma das teorias da conspiração mais famosas: o suposto acidente de um UFO em Roswell, estado do Novo México, nos Estados Unidos, em 1947. De acordo com Smith, ele tem trabalhado com geólogos, especialistas em caligrafia, decifradores de códigos e ufólogos para um novo documentário chamado Roswell: The First Witness [Roswell: A Primeira Testemunha], e falou sobre um diário escrito por um oficial do Exército dos Estados Unidos, que foi o primeiro no local do suposto acidente.

Ele disse: “Eu tinha ouvido rumores sobre este diário e queria fazer parte desta investigação … parecia emocionante. O diário pode significar tudo. Se você é um historiador, este é o principal documento que deseja estudar. Se você é um ex-oficial de inteligência, como eu, este é um relato em primeira mão sobre o que potencialmente aconteceu, escrito pelo próprio homem.” O diário em questão foi supostamente escrito pelo então major Jesse A. Marcel, um ex-oficial de inteligência que estava alocado no Campo Aéreo do Exército, em Roswell, no momento do incidente e que foi enviado para investigar os destroços cuja descoberta foi relatada por um fazendeiro local.

Mas embora os militares dos Estados Unidos tenham anunciado mais tarde que o que foi descoberto no deserto era apenas um balão meteorológico, em vez de algum tipo de “disco-voador”, na década de 70 Marcel afirmou que as fotos com ele e os destroços foram encenadas para a imprensa como parte de um plano elaborado para enganar a imprensa e o público,  e que os destroços reais teriam sido levados embora pelo Exército dos Estados Unidos. O oficial também teria dito à sua família que o que ele descobriu no local “...não era feito por mãos humanas”, e que ele foi pressionado pelo governo dos Estados Unidos a negar ter visto evidências de um UFO.


O major Jesse Marcel era oficial de inteligência da primeira tropa que investigou o caso Roswell. Na foto, ele mostra o que teriam sido destroços fabricados pelo Exército dos Estados Unidos para acobertar o caso.
Fonte: Philip Mantle

Smith continua: “Sabemos que foi em uma coleção de alguns documentos que ele passou para seus filhos. Poucas coisas chegaram às mãos de sua família, então o que há de tão especial neste diário? Quando você o abre e olha para ele, surgem algumas questões imediatas sobre seu valor (para a investigação).” Ele também sugeriu que o documento “... tem muito espaço para código ou mensagem oculta ou algum tipo de lembrete para a memória”, já que Marcel, um oficial de inteligência do exército, provavelmente tinha as habilidades necessárias para escrever em código.

Smith observou: “Ao conversar com os especialistas, os tipos de códigos potenciais certamente parecem algo que ele poderia fazer … é básico em sua matemática, mas eficaz.” Roswell é a “eterna saga” da ufologia. Quanto mais nos distanciamos da data do incidente, mais fácil fica para as pessoas alegarem qualquer coisa contra ou a favor do mistério deste caso. Neste ínterim, a verdade ficou soterrada num terreno entre uma mera teoria da conspiração e o fato de algo extraordinário ter realmente ocorrido em Roswell.

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