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Detritos de acidentes de UFOs na América do Sul estão sendo estudados no laboratório de Stanford

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09 de Setembro de 2021
Poderia o novo aparelho apresentar evidências incontestáveis nas amostras?
Créditos: Stanford Nolan Lab

Detritos obtidos por meio de pesquisas de campo de supostos acidentes de UFOs na Colômbia e na Argentina agora estão sendo estudados por cientistas. O doutor Jacques Vallée coletou supostos detritos de metal de casos de UFOs que datam de 1947, que os especialistas estão analisando em um laboratório de última geração na Universidade de Stanford.

O avanço veio com a invenção de uma máquina que permite aos cientistas observar a estrutura atômica de um material selecionado. Nesse nível microscópico, a estrutura atômica é impossível de falsificar. Este dispositivo é chamado de “imageador de feixe de íons multiparâmetro” que o doutor Garry Nolan, microbiologista de Stanford, está usando para criar uma imagem tridimensional revolucionária para analisar as amostras até seus átomos individuais.

Em uma entrevista recente ao KQED, ele explica que não foi ideia dele - ele recebeu uma daquelas ligações misteriosas do governo: “Fui abordado por algumas pessoas que representavam o governo e uma corporação aeroespacial para ajudá-los a entender os danos médicos que haviam sofrido alguns indivíduos, relacionados a supostas interações com uma nave anômala. Eu não esperava por isso, mas eles vieram principalmente porque estavam interessados nos tipos de análises de sangue que meu laboratório pode fazer.”

Depois disso, Nolan passou a investigar peças de aeronaves anômalas reais.  Além de pedaços vindos da Colômbia e da Argentina, ele analisou peças originadas a partir do suposto acidente de um UFO nos anos 40 no Novo México, no mesmo local dos testes nucleares do Projeto Trinity.

Quando Nolan colocou alguns dos fragmentos na câmara de vácuo de seu instrumento, ele ficou surpreso ao descobrir que sua composição era diferente de qualquer metal conhecido. Não importa onde ele olhasse na confusão de elementos da amostra, seja magnésio, ferro, níquel ou titânio, a proporção de isótopos não fazia nenhum sentido.


O doutor Nolan foi abordado de forma misteriosa por membros do governo.
Fonte: GettyImages

O doutor Nolan disse: “Se você está falando sobre um material avançado de uma civilização avançada, você está falando sobre algo que chamarei de ‘ultra material.’ É algo que tem propriedades que alguém está montando novamente em escala atômica. Estamos construindo nosso mundo com 80 elementos, outra pessoa está construindo o mundo com 253 isótopos diferentes.”

Ele pretende usar a informação “(...) para entender um princípio físico que não conhecemos hoje.” Os cientistas descobriram ainda em suas pesquisas, que este material foi fabricado e definitivamente não é natural. Isso não significa que o material recuperado dos supostos acidentes de UFOs tenha sido necessariamente feito em algum lugar do espaço sideral. Apenas significa que foi fabricado especialmente para um propósito específico que os pesquisadores não entendem (ainda).

Embora ele não especule, ele compartilha o que outros cientistas pensam de seu trabalho no campo da ufologia e dá a sua defesa: “Houve um pouco das risadinhas habituais, e alguns disseram: ‘Garry, você vai arruinar sua reputação.’ E minha resposta foi: ‘Não estou dando uma conclusão. Só estou dizendo que há dados aqui que são anômalos e que alguém precisa explicar. Estou disposto a dedicar um tempo para explicar isso. Que cientista descarta algo da mesa? Se a explicação está bem na sua frente e você decide jogá-la fora antes mesmo de chegar a uma conclusão, você não pode realmente alegar ser um cientista - você é um cultista.’”

A entrevista do doutor Jacques Vallée e do doutor Garry Nolan, onde falam sobre o material com mais detalhes, pode ser vista em um documentário recente chamado “The Phenomenon.”

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