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Continua mágica a Viagem ao Mundo dos Agroglifos com a UFO

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26 de Junho de 2019
Grupo de Viagem da UFO em Stonehenge.
Créditos: UFO

O terceiro e quarto dia de expedição do grupo de viagem da Revista UFO na Inglaterra foram de muita atividade, apesar do tempo não ter ajudado nas visitações aos agroglifos. Após a queda do drone da UFO em um agroglifo com bastante eletromagnetismo, o que reforça a legitimidade da formação (a energia percebida no centro das formações genuínas causa interferência em aparelhos como celulares, drones e outros), a equipe adquiriu outro drone para continuar as pesquisas e já fez algumas visitações.

  

 

Visitação ao The Barge Inn e ao Museu de Stonehenge

  

Infelizmente, alguns fazendeiros impedem a entrada para a visitação em alguns campos onde surgem agroglifos, ou até mesmo destroem as formações para que as pessoas não entrem em suas propriedades. Os agroglifos se manifestam na localidade há 50 anos. No início, os fazendeiros não se importavam com as visitações.  Mas ao longo do tempo, alguns começaram a impedir a entrada do público.

Nos últimos anos, vem surgindo uma nova cultura entre os fazendeiros que são brindados com os agroglifos: alguns donos de campos sinalizam as trilhas para chegar até a formação e colocam um funcionário da fazenda na entrada, cobrando uma taxa para visitação e revertendo para a caridade ou manutenção do local, o que vem gerando um grande incentivo à pesquisa do fenômeno.

Porém, as razões pelas quais alguns donos de plantações impedem a entrada são as mais variadas. A mais comum é a preocupação com o estrago da plantação pelos visitantes e que esses tragam mais pessoas com o intuito de invadir e depreciar o fenômeno. Há, também, na cultura local, quem se convenceu de que esse fenômeno continua sendo operado por dois velhinhos, Dave e Doug. 

Para se ter ideia da desinformação quanto à questão, muitos moradores acreditam, ingenuamente, que dois senhores, Doug Bower e Dave Chorley, hoje com idades avançadas, ainda são os autores da figuras nos campos ingleses, afirmando que elas passaram a surgir quando eles admitiram terem feito, em 1978, alguns desenhos com tábuas e cordas. Bower e Chorley fizeram alguns círculos toscos e enjambrados, totalmente diferentes daqueles que surgiam nas mesmas noites em que operavam, espantosa e simultaneamente em dezenas de outras localidades do Reino Unido.

A história de Bower e Chorley é uma piada desde exatamente 1978, quando fizeram a infundada alegação de serem autores de todos os agroglifos – o que se sabe ser absolutamente impossível há três décadas, pelo menos. Mas ainda permanece no entender dos locais, que, em sua maioria, ou pelo menos, nas novas gerações, não se importam com o fenômeno; já estão tão acostumados com o seu surgimento que o usam apenas para meditar, tirar fotos em belos desenhos, brincar em algo curioso e agradável de se estar.

 

 

Visitação a um agroglifo mais antigo

  

O fenômeno dos agroglifos está classificado pelo próprio governo inglês como um dos maiores enigmas da atualidade, desde 1984. Embora tenham surgido na Inglaterra, e muito antes de 1978, o fenômeno está amplamente espalhado pelo mundo desde os anos 90. São mais de 20 mil figuras catalogadas em 30 países, mais de 40% delas devidamente pesquisadas. Seriam todas resultados da ação dos velhinhos? Poderiam todas ser explicadas em tons tão simplistas? E os agroglifos também chegaram ao Brasil em 2008, em Santa Catarina, em casos espetaculares e desafiadores – que a UFO teve o privilégio de investigar in loco.

Por essas e outras questões, o acesso a alguns círculos está restrita, mas A. J. Gevaerd explica que, "por estarmos no início da temporada, alguns proprietários ainda não se organizaram para receber os visitantes e logo quando outros círculos começarem a surgir aparecerão também pessoas mais sensatas e dispostas a receber pesquisadores desse incrível fenômeno". 

  

Entrada proibida em fazenda onde surgiu um dos recentes agroglifos

  

A turma de viajantes também visitou o maravilhoso monumento de Stonehenge, patrimônio mundial da UNESCO, uma estrutura formada por círculos concêntricos de pedras, que chegam a ter 5 metros de altura e a pesar quase 50 toneladas. 

O termo Stonehenge, literalmente “pedras suspensas”, é comumente indicado não apenas como um lugar, mas também o colossal e complexo Cromeleque que se ergue há não menos de 4.000 anos na planície de Salisbury, no sul da Inglaterra. A fama e o interesse em torno desse monumento megalítico, que permaneceu para testemunhar a evolução cultural das populações da Europa pré-histórica, devido à sua estrutura única ao mundo, são amplamente justificados pela sua enigmática função.

Embora seu propósito tenha sido matéria de discussão ao longo do tempo, Stonehenge é hoje considerado — graças a uma série de análises realizadas com o auxílio de cálculos eletrônicos, entre os quais lembramos o do astrônomo norte-americano Gerald Hawkins — uma espécie de sofisticadíssimo observatório astronômico e um verdadeiro computador, com o qual era possível prever, com extrema precisão, os eclipses do Sol e da Lua. Stonehenge expõe o problema da antiga relação entre o homem e o céu; presente, quase inexplicavelmente, também em civilizações não caracterizadas por escrita e por uma organização urbana. No dia 21 de junho, o Sol nasceu em perfeita exatidão sob a pedra principal.

  

Visitação a Stonehenge

 

Além de conhecer o Museu de Stonehenge, o grupo visitou o Crop Circle Exhibition & Center The Barge Inn Honeystreet, um local novo e encantador perto de Alton Barnes, em Wiltshire, que concentra os mais variados e belos desenhos de plantações no Reino Unido.

  

Visitação a The Barge Inn Exhibition

 

Ainda, o grupo participou da palestra do mítico Michael Glickman, o grande pioneiro e gênio dos Crop Circles, no hotel Hotel Holiday Inn Express, em Wiltshire. Um dos maiores especialistas no fenômeno dos agroglifos é o ex-arquiteto inglês Michael Glickman, entrevistado para a edição 253 da Revista UFO por seu amigo e admirador Gary King, a pedido do editor A. J. Gevaerd. Veterano investigador do tema, Glickman analisou pessoalmente milhares de formações e construiu sólida reputação sobre o tema. Hoje, com seu corpo acometido de uma implacável esclerose múltipla, ele só consegue seguir seu trabalho de maneira teórica, analisando imagens de novos casos e tentando identificar o que podem significar. “São portais de hospitalidade”, diz Glickman.

 

Palestra com Michael Glickman

   

Ao final do dia, após a visita ao monumento megalítico de Stonehenge, à vila de Avebury, a Silbury Hill e locais de interesse histórico e arqueológico e a palestra de Michael Glickman, o grupo se juntou para ida a um belo restaurante fora do hotel para jantar com Michael.

Enquando aguardamos as filmagens do drone e as entrevistas sobre os agroglifos pesquisados até agora, ficamos com os ensinamentos deste grande pesquisador do fenômeno dos agroglifos, Michael Glickman:

  

 

           

Acompanhe essa fascinante viagem ufológica!

 Pesquisa de um dos mais intrigantes fenômenos da Ufologia e visita a locais de interesse ufoarqueológico da Inglaterra.

Viagem de Pesquisa dos Agroglifos Ingleses

Uma jornada de conhecimento dos fenômenos da Ufologia

22 a 30 de junho, 2019 | Wiltshire | Inglaterra

 

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Junho de 2019

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