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Conheça dois incríveis e clássicos casos brasileiros de encontro entre pilotos e UFOs.

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02 de Outubro de 2020
Há muitos casos famosos de encontros com UFOs em pleno ar reportados por pilotos
Créditos: WTHI

A Ufologia Brasileira é rica em casuística aérea e em registro de casos por pilotos civis e militares. Conheça mais dois casos impressionantes envolvendo nossos pilotos.

 Um dos casos mais famosos envolvendo UFOs e pilotos ocorreu no dia 08 de fevereiro de 1982 e ficou conhecido no mundo todo como o Caso Vasp 169.

Durante um de seus inúmeros voos pilotando um Boeing 727, o comandante Gerson Maciel de Britto teve a oportunidade de ficar frente a frente com um objeto luminoso que variava sua cor entre vermelho e alaranjado, com um tom entre branco e azulado no centro.

Extasiado com o que via, chamou sua tripulação e acordou os mais de 100 passageiros do Boeing, entre eles o cardeal arcebispo de Fortaleza (CE) Dom Aloísio Lorscheider, para vislumbrarem aquela aparição.

Entretanto, o que tornou o caso tão respeitado foi a experiência do comandante. À época Britto possuía mais de 23.000 horas de voo em aeronaves daquele tipo, sendo um dos pilotos mais experientes da famosa empresa paulista.

Para se tenha uma ideia, se Britto tivesse voado ininterruptamente, ele teria permanecido no ar por 958,33 dias, ou seja, mais de dois anos e meio no céu.

Em um documento de circulação interna da VASP, o então assessor da presidência da empresa Carlos de Matos Gaspar endossou o caráter do piloto.

Segundo Gaspar, "a dignidade do comandante Gerson Maciel de Britto trouxe um saldo positivo à empresa, pois além de dar depoimentos sérios e objetivos, soube habilmente fugir de provocações que poderiam levá-lo a uma polêmica com o Ministério da Aeronáutica, por causa da nota deste em relação ao Cindacta". Suas declarações ajudaram a dar respaldo ao caso e reconhecê-lo como verídico.

No decorrer do tempo houve muitas tentativas de se desacreditar o avistamento e muitas pessoas se recusaram a falar com a imprensa, principalmente temendo o ridículo. Mas o caso resiste até hoje, muito por causa da seriedade do comandante do voo 169

 

Pirâmide voadora


Crédito: Revista UFO

Entretanto, este não foi o único caso de avistamento de UFO por piloto civil no Brasil que repercutiu em diversos meios de comunicação.

Na cidade de Pelotas (RS), o proprietário de uma empresa de beneficiamento de arroz chamado Haroldo Westendorff teve uma experiência inusitada a bordo de seu monomotor EMB 712, Tupi, no dia 05 de outubro de 1996.

Westendorff avistou e se aproximou de um gigantesco UFO em forma de uma pirâmide de oito lados. O objeto, ao mesmo tempo em que girava lentamente em torno de seu próprio eixo, deslocava-se em direção ao mar a uma distância aproximada de 100 km/h.

Assim que o piloto tentou sobrevoar o UFO para observar o que havia em sua cúpula, dela saiu um outro objeto, em forma de disco, que desapareceu à grande velocidade. Em seguida o UFO também desapareceu na mesma direção à grande velocidade.

A primeira coisa que o piloto fez foi contatar por rádio o controle do aeroporto de Pelotas, cujo operador Aírton Mendes da Silva confirmou o contato visual.

Com relação à experiência de Westendorff, o empresário foi bicampeão brasileiro de acrobacia aérea, e na ocasião tinha mais de 20 anos de experiencia de voo como piloto privado.

Durante todo o avistamento, Westendorff manteve-se calmo e não deixou que a emoção se sobrepusesse à razão, descrevendo com riqueza de detalhes todos os passos de sua experiência.

Assista abaixo vídeos sobre os dois casos:



Caso 169

 

Caso Westendorff

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