NOTÍCIA

Civilizações alienígenas podem usar meios de comunicação indetectáveis

Por Equipe UFO | 10 de Maio de 2014

Diante da imensidão do Universo, os cientistas argumentam ser evidente que há vida e inteligência lá fora, ainda indectável para nós
Créditos: CFHT / Coelum

Civilizações alienígenas podem usar meios de comunicação indetectáveis

Após décadas de tentativas de captar sinais de rádio de civilizações extraterrestres, principalmente pelo projeto SETI, parte da comunidade científica passou a orientar suas hipóteses no sentido de que estas podem se comunicar por meios que são indetectáveis para nós, como ondas gravitacionais ou transmissões de neutrinos. O saudoso e celebrado autor de ficção científica Arthur C. Clarke comentou certa vez que não estava surpreso: "Nossa tecnologia deve ser muito primitiva, somos como selvagens aguardando ouvir tambores, ao passo que ondas eletromagnéticas carregam mais informações por segundo do que podemos produzir em uma vida".

Os números do que vemos no Universo são monumentais no sentido de ser evidente a existência de vida e inteligência lá fora. Somente nossa galáxia, a Via Láctea, tem um número estimado entre 100 e 400 bilhões de estrelas. Como são centenas de bilhões no Universo visível, o número total de estrelas deve ultrapassar 70 sextilhões, e já sabemos que a maioria delas possui planetas em órbita. Ao mesmo tempo, a Terra e o Sistema Solar têm 4,5 bilhões de anos de existência, e os cientistas acreditam que podem existir civilizações avançadas que existem há 1,8 bilhões de anos. A aparente falta de comprovação da existência deles levou o físico Enrico Fermi a perguntar "Onde estão eles?" a seus colegas, em 1950, o que originou o Paradoxo de Fermi.

Cresce no meio científico a suspeita de que a resposta para esse chamado Grande Silêncio, a aparente falta de evidências de outras civilizações, se deve ao fato de não sermos ainda capazes de reconhecê-las. Lorde Martin Rees, presidente da Royal Society na Grâ-Bretanha e Astrônomo da Rainha, defende a existência de vida extraterrestre e que esta pode estar além da compreensão humana: "Eles podem estar aqui, nos examinando atentamente, e simplesmente não os reconhecemos. O problema é que estamos procurando alguém muito semelhante a nós, e suspeito que há vida e inteligência lá fora em formas que não conseguimos conceber".

A PRÓPRIA TERRA ESTÁ FICANDO SILENCIOSA PARA O UNIVERSO

Paul Davies, astrofísico da Universidade do Arizona, afirma que a tecnologia alienígena pode nem sequer ser feita de matéria, parecendo a nós não fazer qualquer coisa que possamos medir. Ele compara nossa tecnologia com o conhecimento da civilização humana, para quem nossos sistemas de informação seriam incompreensíveis. Já Frank Drake pioneiro do SETI, diz que a tecnologia digital está interrompendo as transmissões humanas para o espaço, nos tornando invisíveis para os alienígenas. Sinais de TV digital seriam tomados como ruído por qualquer um que os captasse. O grande debate prossegue e percebe-se que a maioria dos cientístas se mostra favorável à existência de civilizaçoes alienígenas, destacando que detectar seus sinais é o grande problema.

Civilizações extraterrestres podem ser denunciadas por atmosferas exoplanetárias

Civilizações alienígenas avançadas, como procurar?

Encontrada a primeira Terra alienígena

Saiba mais:

Livro: Dossiê Cometa

crédito: Revista UFO
Dossiê Cometa
Dossiê Cometa

O Dossiê Cometa é o relatório da entidade homônima francesa – o Comitê Cometa – que analisou as evidências mais marcantes da atuação de ETs em nosso planeta, através de avistamentos e aterrissagens de UFOs que se prolongam há milênios e dos contatos com seus tripulantes. O documento foi entregue ao primeiro ministro francês e a outras autoridades mundiais, com uma séria advertência: devemos estar preparados para grandes transformações em nossa cultura, ciência e religião, pois em pouco tempo os UFOs causarão grande impacto em nossas vidas.

DVD: Pacote NASA: 50 Anos de Exploração Espacial

Compartilhe essa notícia:

Saiba mais sobre este assunto na edição 203 da revista

Comentários