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Câmeras registram queda de meteoro sobre o mar gaúcho

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14 de Abril de 2019
Ilustração
Créditos: Pixabay/Google

Uma câmera instalada em Taquara, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), registrou a queda de um meteoro na madrugada de sexta-feira, (12). O pós-doutor em Engenharia e diretor científico da Brazilian Meteor Observation Network (BRAMON), professor Carlos Fernando Jung, responsável pela captura das imagens, informou que o bólido entrou na atmosfera a 122,2 mil km/h, e começou a perder força. O especialista calcula que o meteoro foi extinto a 36 km de altitude, sem causar qualquer dano.

O fenômeno foi captado também por câmeras em Torres, no Litoral Norte, e em Santa Catarina. Ele pôde ser visto por alguns segundos, às 03h21 (horário de Brasília).

"Ele pesava 12 kg quando ele entrou na atmosfera, com o tempo ele diminuiu a massa, até que os fragmentos foram mínimos. O objeto foi totalmente consumido em sua passagem atmosférica, a cerca de 145 km sobre o mar da costa do Rio Grande do Sul", afirma.

 

 

 

O professor conta que, no grupo Bramon, cada um, de forma voluntária e com equipamento próprio, realiza registros dos fenômenos. "Cada pessoa adquire seu próprio equipamento e mantém operando 24h. O grupo reúne vários profissionais, que trabalham de forma voluntária em prol de fazer o registro, a análise", conta.

O professor tem câmeras funcionando em Taquara, São Leopoldo e Porto Alegre. "As câmeras têm imagens 360 graus. Elas captam todo o Rio Grande do Sul, o Uruguai, Santa Catarina, Paraná, parte da Argentina", afirma.

Segundo Jung, bólido é o nome dado ao meteoro quando ocorre a explosão. São meteoros que possuem uma magnitude igual ou superior a -4, forma de uma "bola", daí vem o nome popular de "bola de fogo", explica o professor.

Bólidos podem ser seguidos de explosões ou explodirem no final. "Diariamente, a terra é bombardeada por meteoros, que entram aqui, são atraídos pela gravidade da Terra. É uma coisa comum. Durante o dia e a noite, não tem hora, nem lugar para acontecer. Mas não é normal a gente fazer um registro dessas proporções", explica o professor.

Fonte: Correio do Povo, Zero Hora.

 

 

 

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