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Assinaturas tecnológicas: a nova ferramenta para detectar vida lá fora

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02 de Outubro de 2018
Ilustração do espaço
Créditos: UFO/Rafael Amorim

A Agência Espacial Norte-Americana (NASA) está inserindo assinaturas tecnológicas em seu renovado esforço para detectar civilizações alienígenas. O Congresso havia pedido à NASA que reiniciasse sua busca por outras civilizações há alguns meses. O primeiro passo em direção a esse objetivo foi o Workshop de Assinatura de Tecnologias da NASA, realizado em Houston, no Texas,  entre 26 e 28 de setembro de 2018.

Assinaturas tecnológicas são simplesmente evidências de tecnologia. São os efeitos ou assinatura do uso tecnológico. O exemplo mais óbvio pode ser ondas de rádio, apesar de alguns especialistas rejeitarem esse exemplo, devido ao universo estar repleto de ondas de rádio produzidas por fontes naturais. O programa de Busca por Inteligência Extraterrestre (SETI) também da NASA, foi a busca original por civilizações alienígenas. Porém, foi mais ou menos uma busca por sinais de rádio intencionais enviados por outra civilização. 

Esta nova pesquisa será diferente em seu escopo. As assinaturas de tecnologia são os sinais não intencionais que fornecem evidência para uma civilização tecnológica. Esta classe de assinaturas pode consistir em emissões de laser, indicações de enormes megaestruturas no estilo das Esferas de Dyson, ou menos esperançosamente em atmosferas altamente poluídas. O workshop também falou sobre a detecção de grandes cidades em outros planetas através de suas emissões de calor ou de qualquer coisa que orbite o entorno desses planetas.

Esse novo esforço vem logo após grandes descobertas nos últimos anos. Por muito tempo não sabíamos se outras estrelas tinham planetas em suas órbitas, ou se nosso sistema solar era único. O telescópio Kepler mudou isso quando descobriu mais de 2.600 exoplanetas em apenas uma pequena parte do céu.

Os telescópios agora nas fases de projeto e construção nos permitirão visualizar imagens de exoplanetas, estudar suas atmosferas e, potencialmente, detectar pontos quentes em suas superfícies. Podemos até ser capazes de usar o método de trânsito para detectar quaisquer satélites em órbita de outro planeta. Ninguém sabe o que vamos encontrar, mas é difícil não ficar animado com a ideia.

Fonte: UniverseToday

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