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A Revista UFO anuncia o lançamento de "Quando os UFOs Atacam", seu primeiro livro de 2021

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02 de Março de 2021
Uma obra que mostra outra face da casuística ufológica, aquela em que nossos visitantes extraterrestres não parecem tão amigáveis.
Créditos: Rafael Amorim, exclusivo para a Revista UFO

Muito se fala de seres extraterrestres que vêm à Terra demonstrar seu interesse por nossa espécie, muitas vezes apresentando um comportamento amigável. Mas pouco se fala daquelas espécies, felizmente muito menos numerosas, que não demonstram qualquer compaixão pelo ser humano. Este livro quebra este tabu.

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Quando os UFOs Atacam: Casos de Agressões e Mortes no Brasil e no Mundo é a versão brasileira e ampliada de Las Luces de La Muerte: Cuando El Misterio Ataca, publicado na Espanha. A obra reúne mais de 10 anos de investigações de campo em toda a América Latina, especialmente no Brasil, África e também na Espanha, onde se registraram misteriosas mortes, todas associadas a luzes, a objetos voadores não identificados e também a seres de natureza não terrestre. O livro é um dos poucos trabalhos existentes a este respeito. 

Os casos apresentados na obra ocorreram na maioria das vezes em regiões de selva ou sertões, entre populações nativas e de âmbito rural. O autor, Pablo Villarrubia Mauso, reinvestigou clássicos da Ufologia, que sempre estiveram envoltos em muito mistério. Mais do que teorias, o livro apresenta elementos palpáveis de uma realidade assustadora para a qual não temos explicação. Isso nos faz pensar que realmente a verdade é mais dura do que se imagina. 

Degustação do prefácio da obra: UFOs, Perigo à Vista? 

Por Pablo Villarrubia Mauso, consultor da Revista UFO

O leitor tem na obra Quando os UFOs Atacam o resultado de vários anos de pesquisa constante, paciente e às vezes arriscada em relação ao fenômeno mais fascinante dos últimos tempos: UFOs ou objetos voadores não identificados. O livro representa o esforço para descobrir “a verdade”, um termo difícil devido à complexidade do fenômeno. Em suas páginas, o leitor encontrará o mistério, a aventura e a veracidade de muitos dados e poderá ler alguns casos clássicos que eu pude investigar, os quais foram mencionados em muitos livros e enciclopédias.

Para realizar este trabalho, fui pessoalmente aos lugares onde os eventos aconteceram, entrevistei seus protagonistas e outras pessoas de seu ambiente, ou seja, consegui coletar dados in loco e em primeira-mão. Dessa forma, descobri novos elementos, às vezes até mais incomuns, mas não menos importantes, e, claro, perturbadores. Embora alguns pesquisadores digam que o tempo é responsável por apagar da memória das pessoas muitos detalhes de suas histórias e recordações, a verdade é que o tempo também é sábio e nos permite reconsiderar ou dizer coisas que não ousaríamos no passado.

Crer ou não em alienígenas ou extraterrestres?

Não se trata de crer ou não em alienígenas ou extraterrestres, apenas leia atentamente o que aconteceu para que possa refletir a respeito. Às vezes me perguntam se eu acredito em tudo que vi e ouvi. Eu respondo: “Sou jornalista, recolho informações e comparo os dados, entrevisto testemunhas e depois exponho o que obtive. Se são extraterrestres ou não os que agem, eu não sei. A única coisa que posso afirmar é que algo estranho acontece por aí e isso influencia os seres humanos”.

Viagens sucessivas à Floresta Amazônica, às savanas e à costa da América do Sul me tiraram o ceticismo total: há muito mais coisas que não podemos explicar do que aquelas que podemos conhecer e entender. A aparição de estranhos objetos voadores que aterrorizam ou até mesmo matam seres humanos é uma realidade: que os digam os parentes infelizes das vítimas ou aqueles que conseguiram sobreviver aos ataques. Sim, leitor, não estamos falando de quimeras, pessoas fabuladoras ou alucinações coletivas; estamos lidando com a dura realidade, puramente material. 

ETs, viajantes do tempo, alucinações, experimentos científicos etc

Essa aventura de ficar cara a cara com a realidade do Fenômeno UFO obedeceu, desde o início, a uma desconfiança diante de tudo que a Agência Central de Inteligência (CIA) e outras agências de inteligência de vários países nos ofereceram sobre os UFOs. O melhor — eu aconselho — é suspeitar e não admitir a primeira coisa que dizem. Desde que comecei a estudar e investigar o Fenômeno UFO, a partir de 1976, repensei os conceitos que aprendi sobre sua existência infinitas vezes.

Extraterrestres, viajantes do tempo, alucinações, experimentos científicos das grandes potências etc. Ao mesmo tempo, me enriquecia com outros conceitos extraídos de vários campos do conhecimento humano. Percebi que estudar UFOs era mais do que um simples exercício ou diversão de fim de semana ou tempo livre. O fenômeno me coloca frente a frente com o desafio da própria vida, de conhecer a física, a psicologia humana ou a biologia, por exemplo.

Enquanto eu me reunia com meus amigos de escola em um pequeno quarto nos fundos da minha casa no bairro de Vila Guilherme, em São Paulo, em 1977, para discutir astronomia e Ufologia, não sabíamos nada sobre o que estava acontecendo, naquela mesma época, na remota e longínqua região Amazônica. Aqueles eram tempos da ditadura militar. Repressão e censura determinavam o que devia ou não ser publicado, o que devia ou não ser mais ou menos divulgado. 

Finalmente uma obra que expõe o lado sombrio da Ufologia
Crédito: Rafael Amorim

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Ataques a camponeses e pescadores

Do sul do país, não nos chegaram — naquele momento — as informações que apenas anos depois pudemos ler com mais detalhes. Foram os casos dos “chupa-chupa”, ou luzes assassinas, algo que aparentemente não tem nada a ver com o famoso chupacabras. No meio da Floresta Amazônica brasileira, estranhos objetos voadores sobrevoavam as cabanas dos camponeses e pescadores. De repente, eles disparavam um feixe de luz que atingia o peito ou ombros das vítimas.

Como resultado, as vítimas sofriam queimaduras, tonturas, dores de cabeça e vômitos. Algumas, menos afortunadas, morreram depois dos ataques dessas luzes assassinas. O que estava acontecendo na selva fechada? Por que isso ocorria? Quem eram os agressores? Eram perguntas que me fiz e decidi, em meados dos anos 90, investigar in loco as causas desses tremendos ataques, como o leitor poderá verificar nas páginas deste livro.

O assunto esteve cercado de muito mistério. O Brasil é enorme, a Amazônia é desconhecida e algumas mortes e feridos acabam diluídos nas páginas dos jornais ou nos telejornais, que todos os dias comunicam falecimentos causados por outros motivos aparentemente mais frequentes, como acidentes automobilísticos ou violência urbana em decorrência da ação de bandidos e ladrões. Continuo me perguntando: os UFOs são uma ameaça para a humanidade? Não posso responder com um acentuado “sim” ou “não”, porque para mim, entre preto e branco, há muitos tons de cinza. Estariam os americanos testando novas armas na Floresta Amazônica? Se o fizeram, por que não usaram essas armas em outras partes do mundo ou mesmo em guerras? 

Evoluções no céu que contrariavam as leis da física

Os objetos vistos por centenas de pessoas eram de uma tecnologia muito avançada. Suas velocidades extrapolavam as dos supersônicos e faziam evoluções no céu que contrariavam as leis da física. Seu comportamento em relação aos nativos era visivelmente intencional e agressivo. No entanto, houve vários incidentes que ocorreram em outras regiões do Brasil e em todo o mundo, onde não está claro se os distúrbios físicos e psicológicos sofridos pelas testemunhas foram devidos à ação premeditada ou não dos UFOs.

Não sei até que ponto o Fenômeno UFO influenciou o suicídio do jovem Adelino Roque e sua amante Cleusa, em Goiás, ou o caso dos dois amigos que subiram o Morro do Vintém, em Niterói, no Rio de Janeiro, para nunca mais voltarem vivos. Outros não marcaram um encontro prévio com extraterrestres, a exemplo das vítimas do Morro do Vintém, mas foram atacados inesperadamente. Foi o que aconteceu com o falecido João Prestes Filho naquele longínquo ano de 1947, em Araçariguama (SP). Seu desfecho fatal consistiu em várias horas de sofrimento terrível. Nem José Correia, então com 29 anos, esperava qualquer desfecho trágico quando dormia pacificamente a bordo de um barco na misteriosa Ilha dos Caranguejos. Quando seus companheiros acordaram, ele já estava morto, queimado. Quem ou o que queimou mortalmente José?

 

Na Amazônia, durante a onda do fenômeno chupa-chupa, investigado pela Operação Prato, pessoas eram impiedosamente atacadas 
Crédito: Alexandre Jubran 

Algumas vítimas sentem os sintomas por toda a vida 

Além das vítimas mortais, há também aqueles afligidos por uma série de doenças que surgiram após terem tido algum tipo de contato mais ou menos próximo com um objeto voador não identificado ou seus ocupantes: dores de cabeça, enxaquecas, náuseas, vômitos, alterações psicológicas e doenças de pele são alguns dos sintomas mais comuns. Algumas vítimas os sentem por toda a vida e, talvez, veem sua existência encurtada drasticamente, como veremos ao longo deste livro.

Ainda me lembro da expressão de medo refletida no rosto dos moradores amazônicos, quando se referiam às estranhas luzes noturnas que os perseguiam no meio da selva. Eles acreditavam que elas sugariam seu sangue, que teriam suas forças consumidas ou que seriam mortos ou deixados prostrados por dias, meses ou anos. Eram luzes de vampiro ou pelo menos é assim que essas pessoas humildes pensavam. E eles não diziam isso em tom de brincadeira.

Tudo o que posso dizer é que os UFOs agressivos realmente existem, seja qual for sua origem. Por que eles vêm? Para roubar nossas vidas? Para quê? A médica Wellaide Cecim Carvalho me disse, muito seriamente, que eles eram “ladrões de energia”. Os exames de sangue que ela realizou em dezenas de camponeses atacados no estado brasileiro do Pará mostraram, muito claramente, que a taxa de hemácias das vítimas dos "aparelhos" voadores e de seus feixes de luz estava abaixo do normal. O que pensar sobre isso? Talvez o efeito de alguma radiação no corpo humano e em seu metabolismo. 

Vestígios de sangue ou medo de que alguns jamais esquecerão 

Durante o Congresso Internacional de Ufologia de Chihuahua, organizado por Gilberto Rivera no México, em 2003, conheci o veterano ufólogo cubano Virgílio Sánchez-Ocejo, que havia estudado vários casos de agressões do enigmático chupacabras no Chile e nos Estados Unidos. Suas investigações mostraram-lhe uma faceta agressiva de uma manifestação que, aparentemente, parece estar associado ao Fenômeno UFO. Mas por que diabos essas criaturas estão matando e sugando sangue de animais? Terão atacado seres humanos e nós ainda não sabemos? Na Guatemala, parece que sim e mesmo no Brasil de acordo com as pesquisas de Carlos Alberto Machado.

Ofereço estas páginas cheias de mistério — de absurdo e loucura para alguns — para que cada um julgue por si mesmo essas situações não habituais. O que pude fazer como jornalista — e como um inveterado curioso — foi rastrear arquivos ufológicos, assim como ir e “mergulhar” em alguns lugares onde um ar diferente era respirado, onde havia a marca indelével “deles”, aqueles que deixavam vestígios de sangue ou medo de que alguns jamais serão capazes de esquecer. 

Quem é Pablo Villarrubia Mauso 

Pablo Villarrubia Mauso é jornalista, escritor e roteirista. Desde 2006 é repórter do programa de TV espanhol Cuarto Milenio sobre mistérios do nosso planeta. É também doutor em jornalismo pela Universidade Complutense de Madrid, cidade onde reside desde 1992. É consultor da Revista UFO desde o começo dos anos 90 e já viajou por mais de 40 países pesquisando casos ufológicos, parapsicológicos e mistérios históricos e arqueológicos, além de ser conferencista internacional.

Sua experiência em investigação de campo lhe permitiu pesquisar casos raros de UFOs agressivos na Europa, América Latina e África ao longo de muitos anos e continua nessa tarefa, às vezes em regiões remotas e perigosas. Este livro é um dos poucos que existem no mundo dedicado a este tipo de casuística que engloba o ataque de estranhos objetos voadores não identificados a seres humanos em todo o mundo.
 

O pesquisador brasileiro radicado na Espanha não poupou esforços para ir a dezenas de países investigar os casos que reporta
Crédito: Revista UFO 

Sequelas físicas e mentais permanentes

Muitas destas pessoas ficaram gravemente feridas, outras com sequelas físicas e mentais permanentes e algumas não tiveram sorte: acabaram morrendo imediatamente ou tempos depois de terem sofrido estes ataques, geralmente provocados por feixes de luz dirigidos aos seus corpos, a partir desses objetos ou por seres com armas desconhecidas. Porém, há também casos de horríveis mutilações humanas, executadas com grande precisão por supostos “cirurgiões” alienígenas.

O leitor terá a oportunidade de conhecer casos tão terríveis como os que se seguem: Rivalino Mafra, o homem que desapareceu nas serras de Minas Gerais em 1962. Camponeses atacados por UFOs na costa do Pará entre 1978 e 1979. O homem mutilado na Represa Billings, de São Paulo, em 1988. A mulher que perdeu o rosto em Santa Isabel, interior de São Paulo, em 1999. A misteriosa morte de uma dúzia de pescadores à beira do Lago Chad, na África, depois da aparição de um UFO.

Também serão apresentados outros casos ufológicos investigados pelo autor, como: o trabalhador que faleceu em 1965, na Espanha, depois de ter sido perseguido por uma estranha luz. A briga entre um caminhoneiro e um alienígena na Venezuela, em 1954. O incrível homem que derreteu em 1946 em Araçariguama, nos arredores de São Paulo. O menino que ficou cego na Ilha Reunião. O piloto norte-americano que morreu perseguindo um UFO em 1948. O camponês colombiano morto pela “guacha” assassina. O enigmático Caso das Máscaras de Chumbo. A morte misteriosa na Ilha dos Caranguejos. E muito mais...  

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