Levy Carneiro
Entrevista
Levy Carneiro

Em seus 72 anos de existência a Ufologia produziu incontáveis livros, filmes, séries, documentários e pilhas e mais pilhas de pesquisas recheadas de depoimentos contundentes sobre a presença extraterrestres em nosso planeta. O que ela não produziu ainda, de forma satisfatória e indiscutível, foram provas concretas, verificáveis e que resistam a qualquer tipo de verificação ou teste científico. Isso está mudando radicalmente.

Evidências e indícios existem aos montes, mas as principais perguntas — quem são, de onde vêm, porque estão aqui e o que querem de nós? — continuam sem respostas adequadas. E, sabemos todos, quando não existem respostas concretas, a mente humana produz algumas para preencher os vazios da incógnita. E para esse preenchimento, começa a criar histórias que se espalham e acabam se tornando teorias que muitos entendem como sendo a absoluta verdade. Muitas teorias da conspiração se encaixam nesse nicho.

Mas, ainda assim, o fenômeno persiste e há teorias de todos os tipos e para todos os gostos. Desde extraterrestres messiânicos até aqueles demoníacos, a Ufologia parece comportar todo tipo de seres. Mas, qual é a verdade? Muitos pesquisadores nos advertem para termos cuidados porque os aliens são perigosos e outros nos pedem para nos tranquilizarmos porque eles são benévolos e estão aqui para cuidar de nós. Nosso entrevistado desta edição parece ter todas as respostas para nossas mais inquietantes indagações.

Pré-colonização

Nos últimos 36 anos Marshall Vian Summers tem recebido uma mensagem revolucionária sobre a espiritualidade humana e sobre a realidade da vida no universo. Summers recebe as mensagens de duas origens: a primeira é uma fonte espiritual chamada Assembleia Angélica, formada pelos que entendemos como anjos que supervisionam a evolução da raça humana. A segunda é uma fonte física chamada Aliados da Humanidade, formada por um grupo de seres físicos que se preocupam com o bem-estar e a liberdade futura da raça humana. A Assembleia pediu aos Aliados que se aproximassem da Terra e observassem a atividade de raças extraterrestres em nosso mundo para poderem nos informar sobre o que foi visto e sobre o que devemos fazer a respeito disso.

Segundo as revelações dos Aliados, o mundo está passando por uma verdadeira fase de pré-colonização, de forma semelhante a que vimos em nossa própria história humana, durante a qual povos nativos foram invadidos e dominados por nações estrangeiras avançadas, que chegavam carregando presentes baratos e planos ocultos. Da mesma maneira, hoje o mundo inteiro é uma só tribo, e algumas nações e grupos do universo estão chegando aqui oferecendo tecnologia básica e carregando planos ocultos. Essa presença extraterrestre em nosso mundo é chamada de Intervenção Extraterrestre pelos Aliados. E, aqui, a palavra intervenção é claramente usada para nomear algo não benéfico para nós.

O entrevistado informa que estamos sendo visitados por grande quantidade de raças alienígenas, algumas perigosas para nós

FONTE: JOSEPH HERINGER

O espectro de pensamento sobre a presença extraterrestre no mundo parece girar em torno de duas conclusões básicas: a ideia de que alguns extraterrestres são bons para nós e outros são ruins, e a ideia de que todos os extraterrestres são bons para nós. No entanto, a mensagem recebida por Summers revela que essa é uma visão muito ingênua, que pode nos colocar em uma posição de perigo. Os Aliados garantem que nenhuma raça extraterrestre presente na Terra neste momento está aqui para nosso benefício — no entanto, existem extraterrestres benéficos no universo, alguns dos quais já estiveram aqui tentando nos alertar sobre o que viria.

Os extraterrestres benéficos — ou, para usarmos o mesmo termo que os Aliados usam, as raças livres — são criaturas espiritualmente avançadas que valorizam a liberdade individual e a liberdade de pensamento. Esses povos não visitam outros mundos nem interferem nos assuntos de outros mundos, o que representa um padrão de ética verdadeiramente alto, algo inexistente nas ações das raças hoje presentes em nosso mundo. Essa perspectiva estabelece um novo ponto no espectro do pensamento humano a respeito da presença alienígena entre nós. Essa é uma perspectiva na qual devemos prestar atenção se quisermos nos tornar uma espécie livre e soberana no cosmos, pois ela diferencia a mensagem dos Aliados de qualquer outra mensagem extraterrestre, revelando uma compreensão muito mais ampla e profunda a respeito do contato, e o que um contato ético significa.

Recursos e liberdade

Como muitos pesquisadores já concluíram, o contato extraterrestre tem acontecido ao longo da história humana, mas, de acordo com nosso entrevistado, “a natureza do contato extraterrestre atual é muito diferente daquilo que ocorreu no passado”, e a humanidade tem todas as razões para resistir à visitação atual. Como Summers discorre, atualmente eles estão aqui “por causa de nossos recursos e porque nosso estágio atual é o momento mais oportuno para um mundo ser dominado”.

À medida em que as raças em nossa região do espaço se tornam tecnologicamente avançadas, elas vão esgotando os recursos de seus mundos e precisam se envolver em complexas redes de comércio estelar para obter soluções básicas para a sobrevivência e para a manutenção de sua alta tecnologia. Assim, uma vez que um mundo se torna dependente de recursos e tecnologia de fora, o controle de tal mundo começa a ser deslocado para poderes estrangeiros, para aqueles que possuem aquelas coisas das quais o planeta depende, e daí para frente, a liberdade daquele mundo começa a desaparecer.

“Este é o evento mais importante na história da humanidade, um grande desafio para a espécie humana, mas também uma grande oportunidade, pois enfrentar uma ameaça alienígena é a única coisa que pode gerar uma resposta forte o suficiente na família humana para resolver os nossos problemas internos de longa data, como guerras, conflitos religiosos, abuso do meio ambiente”, afirma Summers.

Por anos o entrevistado tem recebido mensagens revolucionárias sobre a espiritualidade humana e sobre a vida no universo. Elas vêm de duas origens: a Assembleia Angélica e os Aliados da Humanidade, seres que se preocupam com nosso bem-estar

Há muito o que podemos fazer. A humanidade deve enfatizar que a presença extraterrestre no mundo não é bem-vinda, e eles terão que se retirar. Nós temos esse direito. “Não devemos aceitar nenhuma oferta de tecnologia, recursos e manufatura dos alienígenas, pois qualquer dependência de raças extraterrestres irá colocar o controle do mundo nas mãos de raças estrangeiras”, alerta nosso entrevistado. Além disso, a humanidade deve tornar-se unida, autossuficiente e extremamente discreta. Esses seriam os requisitos para qualquer raça conquistar e manter sua liberdade e soberania no universo.

O foco principal das mensagens reveladas a Summers é nos preparar para uma nova realidade mundial — uma realidade onde há o contato crescente com povos extraterrestres e ao mesmo tempo enfrentamos mudanças climáticas cada vez mais severas. Essa preparação está em uma série de livros do autor, entre os quais o primeiro em português, Aliados da Humanidade, o mais recente lançamento da Biblioteca UFO [Veja anúncio nestas páginas].

Nosso entrevistado já publicou mais de 20 livros e publica novas obras todos os anos. Os temas variam entre contato extraterrestre, desenvolvimento espiritual, mudanças planetárias e propósito de vida, entre outros. Seus livros já foram traduzidos em vários idiomas e há uma comunidade crescente de pessoas ao redor do mundo que está se identificando com a mensagem transmitida pelo pesquisador. A entrevista a seguir é uma amostra da perspectiva equilibrada e revolucionária recebida por Marshall Vian Summers. É impossível resumir neste curto espaço tudo o que os Aliados da Humanidade têm para comunicar sobre o tema da vida extraterrestre, mas o leitor interessado pode explorar e estudar a tese no livro citado acima.

O senhor poderia contar um pouco sobre sua vida antes de encontrar o fenômeno ufológico? Bem, a minha vida vem em duas partes diferentes: a parte antes de toda essa realidade de estudo espiritual, vida no universo, visitação, contato e assim por diante, e a minha vida depois de tudo isso começar e como isso acabou emergindo. Eu cresci na Califórnia, em uma cidade muito agradável chamada Berkeley, e fui para a universidade ali. Depois de formado me tornei educador especial para cegos, trabalhando com jovens adolescentes. Mas percebi que aquela não seria a minha carreira para toda a vida. Então iniciei outro tipo de jornada, mais espiritual, para descobrir o que eu realmente tinha que fazer neste mundo, porque eu sentia que algo importante iria ser dado a mim mais tarde na vida e eu tinha que me preparar para isso, embora naquela época eu não soubesse o que seria.

E o que o senhor fez? Eu passei a ensinar prática espiritual e orientação interior. Fiz isso durante sete anos. E, em 1983, comecei a receber um contato com uma poderosa força e presença angélica que mudou completamente minha vida. Na verdade, aquela foi a experiência mais poderosa que já tive. E parte do presente desse contato, e do ensinamento da nova mensagem para o mundo que resultaria dali, é que ele contém um vasto ensinamento sobre a realidade e a espiritualidade da vida em nosso universo. Contém, também, ensinamentos sobre o que precisamos saber para nos prepararmos para o contato e para nossa emergência em uma arena maior de vida inteligente, o que a nova mensagem chama de Comunidade Maior. Em 1989, recebi o texto Passos para o Conhecimento, que é uma vasta preparação espiritual contendo uma antiga história, dada ao nosso mundo pela primeira vez. Esse texto está aqui, em parte, para nos preparar para a nossa emergência nesta Comunidade Maior de vida e para delinear os passos de desenvolvimento que precisamos para podermos nos tornar cidadãos desse panorama maior no qual sempre vivemos, mas sobre o qual nada sabemos.

Não se sabe onde moram os Aliados da Humanidade, se em um ou em vários planetas espalhados pelo universo

FONTE: MISSION LIGHT

Quando os Aliados da Humanidade começaram a contatar o senhor? Bem, 10 anos mais tarde, recebi o primeiro conjunto de Relatórios dos Aliados da Humanidade, enviado por um grupo de observadores de nosso universo que veio para nos dar seu relatório sobre a visitação que está ocorrendo em nosso mundo, o que ela significa, como devemos considerá-la e como devemos nos preparar para a nossa vida futura em um universo do qual não sabemos, novamente, nada. Assim, os Relatórios dos Aliados da Humanidade foram outro tipo de ensinamento que recebi além do ensinamento da Nova Mensagem — que tem sido o meu foco nos últimos 36 anos. Os Relatórios desempenham um papel importante, mas de apoio ao ensinamento da Nova Mensagem para o mundo, que em geral é para nos preparar para uma nova realidade e para o nosso futuro e destino em um universo cheio de vida inteligente. E daí, aqui estou hoje.

Como foi sua experiência ao receber esta mensagem? Suponho que pensava sobre extraterrestres ou vida no universo antes disso, e então, como foi para você receber esse novo entendimento? Bem, curiosamente, esse realmente não era meu foco antes de começar meu trabalho espiritual maior. Mas dentro do trabalho espiritual havia uma questão real sobre o significado da vida no universo e suas realidades. Então, penso que eu estava sendo preparado para os Relatórios dos Aliados com bastante antecedência. De fato, em 1994, recebi um vasto texto chamado Espiritualidade da Comunidade Maior, que detalha a espiritualidade das raças avançadas, como elas se coordenam umas com as outras e que tipo de dons elas podem nos dar, uma vez que somos uma raça jovem e emergente, adentrando essa arena maior de vida. Então eu sabia algumas coisas, mas não sabia muito especificamente sobre a visitação que está ocorrendo no mundo.

E como o senhor tomou conhecimento da presença extraterrestre em nosso mundo? Bem, o grupo chamado Aliados da Humanidade foi chamado para dar o seu testemunho, que nos foi transmitido em uma série de relatórios cuja intenção é nos alertar para a realidade da presença extraterrestre atual, que se distingue de uma visitação, chamando-a de Intervenção, que costumo usar com i maiúsculo. Os visitantes explicam por que a Intervenção está aqui, o que ela significa, como devemos nos preparar e por que ela está ocorrendo neste momento de nossa civilização. Portanto, os Relatórios dos Aliados foram um grande confronto para mim.

Por que confronto? Porque eu era um tanto resistente a receber uma comunicação de seres físicos, a minha base era realmente na área espiritual. Mas o que eles forneceram foi tão gracioso, tão solidário e tão importante em termos de perspectiva e informação que, uma vez que eu comecei a receber, pude ver sua importância vital, particularmente porque as pessoas estavam relatando cada vez mais experiências de contato. Muitas teorias estavam sendo promovidas sobre o contato com alienígenas — muitas hipóteses esperançosas, é claro — e havia naquele momento muitos pontos de vista, perspectivas e opiniões. De fato, as pessoas estavam recebendo ensinamentos de outras entidades naquela época, e têm recebido cada vez mais desde então. Assim, os Relatórios dos Aliados da Humanidade, creio eu, se destacam como algo muito significativo e autêntico, além de qualquer outra coisa que eu tenha visto.

Este é o evento mais importante da história, um grande desafio para a espécie humana, mas também uma grande oportunidade, pois enfrentar uma ameaça alienígena é a única coisa que pode gerar uma resposta forte o suficiente na família humana

Quanto tempo demorou para receber os Relatórios dos Aliados? O primeiro conjunto de Relatórios foi dado ao longo de um ano. O segundo e o terceiro foram dados de uma só vez, em uma longa comunicação. E há um quarto conjunto de relatórios que foram dados muito recentemente, e que apresentaremos no futuro próximo. Sempre lembrando que os Relatórios dos Aliados da Humanidade são todos gratuitos e estão disponíveis no site dos Aliados da Humanidade [https://aliadosdahumanidade.org] para que todos tenham acesso a eles. E, claro, pessoas estão traduzindo cada vez mais os Relatórios para muitos idiomas e a mensagem deles está começando a abrir caminho no vasto mundo em que vivemos. Francamente, não poderia chegar em melhor momento.

O que pode nos dizer sobre a Intervenção? Para começar, posso lhe afirmar que ela é um evento físico real e que também é natural porque a Intervenção é parte da natureza. Mesmo no mundo natural, as espécies estão intervindo umas sobre as outras. E na história da humanidade as culturas e as nações intervieram umas sobre as outras. Nós sabemos que isso tem sido retratado dramaticamente nos últimos séculos em nossa própria história. Assim, a intervenção é parte da natureza. Mas embora não seja algo anormal, ela é muito perigosa e arriscada, e temos que olhar para isto de forma muito objetiva.

O senhor poderia falar mais sobre essa objetividade? Quando digo objetivamente, quero dizer que temos que olhar para ela sem querer tirar nada dela. Esse é um ponto muito importante, porque para ter olhos para ver e ouvidos para ouvir, você não pode ter preferências sobre aquilo que você está olhando ou ouvindo. Esse é um ensinamento espiritual fundamental. E neste caso é particularmente importante porque se não pudermos fazer isso, não veremos a imagem claramente. Não reconheceremos o maior evento da história humana — que é o nosso contato com a vida inteligente no universo — e o que isso significará para a nossa realidade presente e futura. Você me perguntou anteriormente sobre quanto tempo tudo isso demorou para mim. Bem, posso lhe dizer que a minha jornada foi longa. Mas naquela época eu estava realmente tomando consciência de que sempre vivemos em uma arena maior de vida inteligente, uma arena física. Como civilização, nós chegamos à idade adulta agora por meio de nosso desenvolvimento tecnológico e social, e de nossa integração mundial. Tudo isso junto nos levou até esse ponto, quando estamos na entrada dessa arena maior da vida — a Intervenção que está ocorrendo está trazendo essa realidade para nós da maneira mais poderosa possível.

Como foi sua experiência de recebimento da comunicação dos Aliados? Como isto aconteceu? Bem, foi muito diferente da de contato angélico, que é uma experiência massiva esmagadora de Presença, também com o p maiúsculo. Levei anos para poder estar nessa Presença por mais do que alguns momentos. Mas os Relatórios dos Aliados foram uma comunicação estabelecida pela presença angélica e seu recebimento não acontece por meio de nenhum tipo de meio tecnológico ou mecânico. Isso significa que não pode sofrer interferência, não pode ser interpretado nem interrompido de forma alguma. Eu ouvia uma voz soando como se viesse de uma distância muito grande. Bem, na verdade vinha de uma distância de muitos milhões de quilômetros — era como um telefonema de longa distância onde a voz da outra pessoa está com volume muito baixo. Mas as palavras eram muito claras. E a mensagem é dada com grande repetição para que possamos ter tempo de lidar com ela e compreendê-la mais profundamente. Nos Relatórios, os Aliados falam um pouco sobre si mesmos, porque estão aqui e o que sua presença em nosso mundo — ou melhor, perto de nosso mundo — significa. Eles não estão nos visitando fisicamente, mas agindo como espiões, apenas observando um grande evento acontecendo em nosso meio, sobre o qual mal estamos cientes.

Eles revelaram alguma coisa sobre as raças deles ou de onde vieram? O senhor mencionou que eles não estão aqui na Terra, mas por que não estão aqui? Bem, porque eles têm uma política de não-intervenção. O que precisamos é de sua sabedoria. Nós precisamos que eles nos ensinem sobre como é a vida além de nossas fronteiras, porque nós não sabemos. E como não temos um conhecimento verdadeiro sobre isso, nós preenchemos as lacunas com nossos próprios medos e desejos. Nós pintamos um quadro sobre a vida no universo de modo a satisfazer nossas necessidades ou apetite ou nossas preferências. Mas não temos um quadro da realidade. Os Aliados não dão seus nomes e origens porque eles estão aqui em segredo — e agindo como observadores, espiões. E assim eles têm que proteger sua identidade, têm que permanecer escondidos e fora de vista das raças que estão aqui interferindo e manipulando os assuntos humanos, dominando as vidas das pessoas e assim por diante. Portanto, a discrição deles é muito importante para seu sucesso.

Os Aliados da Humanidade nos acompanham como espécie desde nosso surgimento no planeta, há milhares de anos

FONTE: SCIENCE & FICTION

Gostaria de voltar a falar sobre a intervenção. Qual é o propósito dela? Ok. Bem, primeiro, é importante que eu diferencie uma visita de uma intervenção. Em uma visita nós sabemos quem está nos visitando e por quê. Nós temos algum tipo de relacionamento com os visitantes e estamos cientes das suas intenções. Existe algum grau de confiança e eles respeitam os nossos limites, não interferem em nossos assuntos nem procuram conhecer nossos segredos. São como um convidado na sua casa. Mas estamos lidando com algo que não atende a nenhum desses critérios. Há forças que estão aqui sem a nossa permissão. Elas não estão revelando quem são ou porque estão aqui e estão operando à vontade dentro de nosso espaço e ambiente — estão realizando atividades muito perigosas e prejudiciais no mundo hoje, e já o fazem há décadas.

Mas esses seres nos ameaçam de que forma? Veja, eles estão plantando sementes de persuasão para convencer as pessoas com quem mantêm contatos de que eles estão aqui para nosso benefício, que de alguma forma representam nossos salvadores ou que podem nos dar o que não podemos dar a nós mesmos, e assim por diante. Então, existe um grande programa de pacificação acontecendo como parte da própria Intervenção, um programa de persuasão, de submissão. Algo está ocorrendo que afetará o destino de cada pessoa na Terra, mas eles não estão revelando nada sobre si mesmos. Essa é a maior conspiração que poderia haver no planeta Terra: temos uma força demonstrando mais tecnologia do que temos, que entende a vida no universo, que está aqui para benefício próprio, trabalhando em segredo de uma maneira muito enganosa.

O que possuímos de tão importante para atraí-los? Bem, nosso planeta é o que os Aliados da Humanidade chamam de uma “joia no universo”, um planeta magnífico, com grande diversidade biológica, clima temperado, imensos recursos naturais e altamente habitável. Isso, claro, se a pessoa puder respirar a atmosfera da Terra. Nós somos um depósito biológico em um universo de mundos estéreis. Quero dizer, não há muitos planetas semelhantes à Terra lá fora, em comparação com o número de corpos celestes que realmente existem. E eles estão aqui buscando o que todas as sociedades avançadas buscam: recursos, mundos de importância estratégica e outras sociedades que eles possam usar para si mesmos, para seu próprio benefício. Penso que muitas pessoas querem achar que o universo é um lugar melhor, que a tecnologia traz esclarecimento, uma ética superior, padrões mais elevados. Mas sabemos pela nossa experiência aqui na Terra que não é o caso. Então estamos lidando com a realidade aqui, mas apenas em uma escala muito maior, muito mais participantes diferentes, um universo não-humano onde a liberdade é rara e onde o poder é exercido de muitas maneiras que não entendemos — eles querem o que temos, um planeta rico e belo. Mas não conseguem respirar em nossa atmosfera, então não podem viver aqui. E é por isso que precisam de nós como parte desse recurso.

O que o senhor pensa sobre a afirmação de que, se os extraterrestres ainda não nos atacaram, isso deve significar que eles são nossos amigos? As pessoas costumam dizer: “Bem, se eles não estão nos atacando, devem ser nossos amigos, devem ser amigáveis. Eles não estão atacando a Terra e nem guerreando contra nós”. Mas, na verdade, esse é o nosso conceito de conquista. Nós, humanos, ameaçamos e guerreamos contra o povo que queremos conquistar, mas isso não significa que outros povos também ajam assim. Uma sociedade avançada, quer preservar todos os bens de um mundo no qual está interessada, inclusive a população, pois irá precisar dela para ajudá-la, para trabalhar para ela. Então, é claro que eles não vão destruir as riquezas da Terra nem a humanidade, que é a única raça inteligente que pode viver nesta superfície. Nós precisamos mudar nossa maneira de pensar e abrir os olhos para o que está acontecendo. É um confronto com a realidade. É um confronto conosco. Podemos amadurecer o suficiente para participar em um universo de vida inteligente? Porque se não estabelecermos unidade e cooperação suficiente entre nós, seremos suplantados. Seremos dominados não por uma conquista por meio da força ou violência, mas por meios muito sutis de persuasão onde as rédeas do poder são gradualmente entregues a outros que não conhecemos.

Em 1994, recebi um texto chamado Espiritualidade da Comunidade Maior, que detalha a espiritualidade das raças avançadas, como elas se coordenam umas com as outras e que tipo de dons elas podem nos dar, uma vez que somos uma raça jovem e emergente

Os Relatórios dos Aliados dizem que a Intervenção aqui na Terra é basicamente composta por Coletivos. O senhor pode nos explicar o que são os Coletivos e como eles diferem de nossa realidade atual na Terra? Coletivos, também com c maiúsculo, basicamente, são pequenos grupos de exploradores de recursos que trabalham para poderes maiores. Eles não precisam seguir as regras de engajamento que são estabelecidas para nossa região do espaço — regras que tanto os Relatórios dos Aliados da Humanidade como os ensinamentos da Nova Mensagem nos revelaram pela primeira vez. De outra forma, não saberíamos
que estas coisas existem.

E quais são essas regras? Bem, resumindo, elas dizem que a conquista não é permitida nesta parte do espaço. Nós nunca soubemos, mas estamos em uma região altamente habitada, onde há muito comércio. E onde há comércio não há guerra e a conquista violenta não é permitida. Mas existem exploradores de recursos que saem e encontram coisas para poderes maiores. E eles não são grupos militares, mas são muito poderosos em termos mentais. Têm o poder de persuasão, o poder de induzir. E nós somos muito vulneráveis a essas coisas porque não temos, em um número suficiente de pessoas, o conhecimento central desperto dentro de nós, o que nos tornaria impenetráveis à persuasão. Isso é o que nos torna tão fundamentados na verdade, que não podemos ser enganados. E esse poder vive dentro de todos nós.

Voltando aos Coletivos, eles são forças militares? Não estamos lidando com forças militares. Essa não é uma realidade do tipo Star Wars. Aquilo é uma ficção humana. Estamos lidando com a forma como mundos são contatados e como a persuasão é realizada em uma situação como a de nosso mundo está. É assim que mundos emergentes como o nosso, raças emergentes como a nossa, são inicialmente contatados, cultivados e dirigidos para que eles possam se tornar parte dessas redes maiores de comércio, que é algo que é melhor que não queiramos. Contrastando com isso, existem mundos livres, que ao longo do tempo estabeleceram seu isolamento no universo, estabeleceram sua liberdade em relação a essas grandes redes de comércio para que possam funcionar independentemente, para que possam ter graus de liberdade que as potências tecnológicas maiores não oferecem aos seus cidadãos. Mas para ser livre, você tem que se tornar sábio a respeito do universo.

O senhor já falou várias vezes sobre estarmos em um momento chave e por isso os Coletivos se interessaram por nós. Por que eles estão aqui agora? E quanto às visitas no passado da humanidade? Bem, a Terra tem sido visitada desde a Antiguidade porque, como já dissemos, é um mundo de recursos e é um mundo onde muitas raças não podem respirar nem sobreviver à contaminação biológica — lembre-se que as raças que viajam pelo espaço vivem em ambientes estéreis e, portanto, entrar em um mundo onde existem dezenas de milhões de diferentes tipos de organismos é um perigo biológico real para uma raça visitante. Certamente temos sido visitados para obtenção de amostras de recursos há mais tempo do que alguém possa saber. Lembre-se, somos uma espécie jovem no universo. A viagem espacial já existia muito antes de nós surgirmos. Somos como crianças pequenas chegando à cidade grande. Não sabemos nada sobre ela. E precisamos saber. Quanto à razão de eles estarem vindo neste momento, há uma série de questões importantes para isso. Uma delas é que criamos infraestrutura, comércio mundial e uma rede de comunicação que eles podem utilizar em proveito próprio. Eles não precisam vir aqui e construir tudo isso, podem usar o que já existe. Nós construímos muito disso, o que eles já podem usar.

Os Aliados da Humanidade demonstram a mesma preocupação que outras raça quanto à nossa capacidade bélica

FONTE: U. S. NAVY

Muitos dizem que eles começaram a vir nos anos 40. O que o senhor pensa sobre isso? A presença deles cresceu desde a Segunda Guerra Mundial com o advento das armas e da energia nucleares, porque isso mostra um limiar tecnológico para a Intervenção. Se demorassem, se essa tecnologia fosse cultivada adequadamente para a humanidade, seria mais difícil para eles. Portanto, esse é o momento, é a janela de oportunidade para a Intervenção. Estabelecemos uma infraestrutura que eles podem usar e não atingimos ainda toda a nossa força tecnológica. Então, chegamos em um limiar previsível em nossa evolução, algo que aconteceria mais cedo ou mais tarde. Todas as raças jovens são descobertas em algum momento, quando alcançam determinado patamar tecnológico. Esse é o momento que estamos vivendo. Isso é muito diferente do que vemos nos filmes e é muito diferente daquilo que a maioria das pessoas pensa ou espera do contato extraterrestre. Essa é uma grande e necessária educação. Ela não pode ser resumida em uma entrevista ou em alguns comentários que eu poderia fazer. Ela é uma jornada. É uma viagem de descoberta. Nós sempre vivemos nessa comunidade maior, mas só agora estamos acordando para sua realidade, que não é a realidade que criamos. Apenas a ideia de que vivemos em um universo não-humano é uma coisa muito séria. O universo não é governado por valores humanos, pela ética humana, pela presunção humana. Como vamos lidar com isso? Como podemos entender isso? Como podemos nos preparar para isso? Sendo um conjunto de tribos belicosas na Terra, não seremos livres no universo no futuro. Nós seremos presas da Intervenção de uma forma ou de outra. É previsível. E seremos dominados sem disparar um tiro. Nós estamos enfrentando um projeto de colonização de longo prazo. Eles estão dispostos a levar décadas para realizá-lo, para alcançar seus objetivos. Mas o sucesso deles não é garantido.

O que pode impedi-los? Bem, quando começamos a acordar para o que está acontecendo em nosso mundo, em nossas vidas, temos o poder de afastar isso não pela força, mas pelo consenso. A Intervenção depende inteiramente de nossa submissão e de nossa disposição de ceder a ela. Ela não tem poder para nos levar pela força, nem pode fazer isso. Isso faz parte dos Relatórios dos Aliados, que explicam porque é dessa forma nos termos mais claros possíveis. E é por isso que temos que saber algo sobre a vida no universo e nunca seríamos capazes de descobrir essas coisas sozinhos — iríamos achar que tudo lá fora é como nós somos e funciona como nós funcionamos. Mas não é isso que estamos enfrentando. Essa não é a realidade maior em que estamos entrando.

O senhor mencionou que todos temos uma mente mais profunda, que o senhor chama de conhecimento, e que ela é a nossa salvação contra a Intervenção. Poderia nos falar mais sobre isso? Eu mencionei antes que cada um de nós possui um conhecimento mais profundo, uma inteligência mais refinada que fica abaixo da nossa inteligência social, abaixo da inteligência que criamos desde o dia em que nascemos, que é a nossa mente mundana. Há uma mente mais profunda dentro de nós que sabe exatamente quem somos, porque estamos aqui, o que temos que enfrentar e como nos prepararíamos para isso. E esse é um grande fator impulsionador do meu ensinamento, porque se o conhecimento não vivesse dentro de nós, então estaríamos agindo meramente por presunção e crença, e isso não nos salvaria de nada nem de nós mesmos.

Qual é a conexão entre a intervenção extraterrestre e as mudanças climáticas? Bem, outra razão pela qual a Intervenção está aqui hoje é o fato de estarmos destruindo o valor biológico da Terra. Estamos degradando o mundo em um ritmo fenomenal, alterando seu clima, enfraquecendo os seus recursos, tornando o mundo menos habitável, menos útil para qualquer um no universo, incluindo a nós mesmos. E essa é provavelmente a maior motivação que trouxe a Intervenção aqui neste momento, o que a Nova Mensagem chama de grandes ondas de mudança: mudanças climáticas, ambientais, agitação política e social. Os dois maiores eventos na história humana estão ocorrendo bem agora, e eles estão conectados um com o outro. Entrar em uma nova realidade mundial por causa de um mundo em declínio e enfrentar a Intervenção vinda do universo ao nosso redor, esses são os dois maiores eventos da história. E, na verdade, essa é a razão pela qual tantos de nós estamos aqui no mundo.

Há uma política de não-intervenção. O que precisamos é de sua sabedoria. Precisamos que eles nos ensinem sobre a vida além de nossas fronteiras, porque nós não sabemos e preenchemos as lacunas pintando um quadro com nossos próprios medos e desejos

Como assim? As pessoas que vão ouvir minhas palavras ou ler esta entrevista são pessoas que têm uma conexão com a vida no universo. Eu as chamo de pessoas da comunidade maior. Elas têm uma conexão espiritual inata com a vida no universo. Quer sejam simples observadores das estrelas ou renomados astrônomos, todos têm uma linda conexão com a vida no universo, é algo embutido neles. É parte do projeto técnico que estejam aqui. E essas são as primeiras pessoas que vão responder a essa realidade — isso é uma coisa poderosa de se saber, pois por que passaríamos tanto tempo lidando com algo que é tão estranho e peculiar, gerando tanta desaprovação dos outros, até mesmo desengajamento social, a menos que tivéssemos algum tipo de conexão inata? Assim, os primeiros a responder aos Relatórios dos Aliados da Humanidade e à Nova Mensagem para a Humanidade são pessoas que terão essa conexão com a comunidade maior. E não importa como elas vejam essa realidade, elas estão conectadas a ela. É parte de seu destino.

Há muitas pessoas que têm essa conexão com a comunidade maior? Existem milhões de pessoas que têm essa conexão e são elas que precisam dessa instrução ou cairão nas garras da Intervenção, porque essas pessoas querem que uma intervenção aconteça. Elas esperam por ela, acreditam nela. Acham que uma intervenção vai salvá-las e vai dar ao mundo tudo o que a humanidade não pôde dar a si mesma. Elas são as mais vulneráveis à persuasão e à indução. Esse é um assunto muito sério, estamos falando do futuro da humanidade, da liberdade da humanidade. Isso vai além de líderes corruptos, de políticas econômicas, de engajamentos sociais, aliciações nacionais. É algo que vai determinar o futuro e a liberdade de cada pessoa na Terra, tanto agora como no futuro. Se errarmos nisso, se não enxergarmos isso corretamente, não teremos como ganhar nossa liberdade mais tarde.

Os Aliados também lutaram contra a Intervenção nos seus próprios mundos? Os Aliados da Humanidade são compostos de indivíduos de vários mundos diferentes. Cada um desses mundos foi dominado pela Intervenção. E em cada um desses mundos eles tiveram que lutar por sua liberdade, para recuperar sua própria soberania, a grande custo para suas populações. Por isso, são eles os que melhor podem nos dizer sobre a Intervenção e como ela deve ser reconhecida, como devemos resistir a ela e superá-la.

Infelizmente, as intervenções em nossa própria história não tiveram um bom resultado para os povos nativos... Exatamente. E que as lições da história do nosso próprio mundo nos ensinem o que necessitamos, porque todos nós — os nativos deste mundo — estamos enfrentando a intervenção de forças que não reconhecemos nem compreendemos. Não sejamos tolos em pensar que as ofertas de riqueza, poder ou realização espiritual possam ser simplesmente dadas a nós como uma promessa por forças que sequer conhecemos e que não revelam a si mesmas ou seu propósito para conosco. Estamos em uma espécie de estágio adolescente, entende, a família humana como um todo. Todo mundo está cuidando só de si próprio. Temos lutado uns contra os outros o tempo todo. E agora nos deparamos com um limiar que vai exigir que nos unamos para nossa própria defesa contra uma força maior, que pode nos enfraquecer sutilmente ao longo do tempo, mas de forma muito profunda. Essa é a Intervenção. É por isso que os Aliados da Humanidade foram chamados aqui para dar seu testemunho, não para interferir conosco, não para pousar na superfície de nosso mundo, mas para nos dar essa sabedoria, ou nunca a alcançaríamos por conta própria. Como poderíamos? Ninguém na Terra sabe o que está acontecendo no universo. Eu não sei. Eu não saberia. Tem que ser revelado para nós. E é sobre isso que são os Relatórios dos Aliados da Humanidade.

A humanidade está diante de seu futuro, que pode ser com a companhia de raças extraterrestres. Mas serão boas ou más?

FONTE: MEDIUM

Como a Intervenção promove os conflitos entre a humanidade? Uma das formas como a Intervenção nos coloca uns contra os outros é nos conflitos nacionais, porque os indivíduos em posições de poder, comércio, governança e religião podem ser muito favoráveis a esses conflitos, dependendo daquilo que estiver lhes influenciando. O que influencia as pessoas é uma coisa importante. Nós influenciamos uns aos outros o tempo todo, e é por isso que o conhecimento é tão importante para nós, porque ele não pode ser influenciado, exceto por Deus. Ou pelo conhecimento uns dos outros. Então, nós estamos em um limiar crítico, e o futuro da humanidade depende desse limiar, e não temos muito tempo. Já perdemos muito tempo.

O senhor poderia falar sobre esse ponto? Estas raças têm esta tecnologia superior e capacidades mentais de influência mais desenvolvidas. Como podemos contrapor ou neutralizar isso? Bem, vamos falar sobre influência na consciência primeiro. A importância de aprender o caminho do conhecimento é descobrir que você não é a sua mente social, a mente que foi criada e influenciada desde o dia em que você nasceu. E que a mente mais profunda é a parte eterna de seu ser. Isso está no cerne de toda a religião e está muito além da religião. A mente mais profunda não pode ser enganada. Ela sabe quem você é, porque você está aqui e o que está acontecendo no mundo e como responder aos acontecimentos. Você não pode influenciar esta mente, não importa que força use, porque ela só responde a Deus. Ela é a sua conexão com Deus que nunca foi quebrada — ela é a sua corda salva-vidas com Deus, seja você religioso ou não. Muitas pessoas dizem que são espiritualistas, não religiosas, mas é tudo a mesma coisa. E a Intervenção não pode superar o conhecimento.

O senhor está dizendo que se nos negarmos a aceitar a presença dos extraterrestres da Intervenção em nosso mundo eles têm que partir. É simples assim? Veja, nós somos um bando de nativos selvagens e rebeldes que continuam lutando uns contra os outros, mas se virarmos nossa atenção para eles, eles têm que ir embora. E como a conquista não é permitida na parte do universo em que vivemos, sempre tem que parecer que eles têm nossa aprovação para estar aqui. E é por isso que eles tentam obter nossa aprovação, porque precisam dela para justificar sua presença na Terra, porque há outros olhos que os observam. E se parecer que estamos aceitando sua presença e que a queremos, isso valida toda a sua abordagem. Novamente, isso é algo que nunca saberíamos. Isso é apresentado nos Relatórios dos Aliados da Humanidade e, mais completamente, no ensinamento da Nova Mensagem para o mundo.

Eles estão plantando sementes de persuasão para convencer as pessoas com quem mantêm contatos de que estão aqui para nosso benefício, que de alguma forma representam nossos salvadores ou que podem nos dar o que não podemos dar a nós mesmos

Há quanto tempo a Intervenção está operando na Terra? Há cerca de 40 anos. Houve a experiência de contato inicial e estas representaram algumas raças positivas também, tentando nos alertar para os perigos de nossa própria tecnologia nuclear. Mas eles foram suplantados pela Intervenção, e então não há boas raças aqui agora — eles são grupos diferentes, mas com a mesma intenção. Todos eles fazem parte da Intervenção. Você não pode entrar em uma visão de benfeitores versus malfeitores. A verdade é que a humanidade não está pronta para o contato. Somos muito adolescentes, estamos divididos demais. Não há ninguém para falar por todos nós. Somos demasiadamente bélicos. Ainda não temos a maturidade como espécie para lidar com as complexidades e a sofisticação da comunidade maior. Então os Aliados dizem que ninguém deveria estar nos visitando, por razão alguma. Tudo o que podem fazer é nos enviar informações que podem ser úteis, mas ninguém deveria estar aqui na Terra. Sem exceções.

Mas muitas pessoas dentro da Ufologia acreditam em salvadores e pregam isso. Qual é a sua opinião? Ninguém virá nos salvar de nada e aqueles que dizem que fazem isso estão aqui para se estabelecerem em nosso planeta. Nós temos que salvar a nós mesmos. Todas as raças do universo que já ganharam liberdade tiveram que salvar a si mesmas. Elas podem ter recebido ajuda de outros, mas elas tiveram que salvar a si mesmas. Nós temos que fazer isso. Então esse é um grande confronto de realidade para nós. É um confronto necessário que pode, na verdade, acabar sendo benéfico para nós. Porque uma intervenção ocorrendo em todo o mundo é a única coisa que pode realmente unir uma humanidade dividida e conflituosa em sua própria defesa.

Há algo mais que o senhor queira acrescentar para fecharmos esta entrevista? Eu quero dizer que se vamos ser livres, vamos ter que merecer. Podemos fazer isso sem guerra, mas isso exigirá imensa determinação, cooperação e confiança em nós mesmos e uns nos outros. E só uma grande necessidade no mundo poderia fazer isso acontecer. E nós temos uma necessidade grande assim. Então a bênção está conosco, o desafio está conosco, o dom vive dentro de nós. Que nós continuemos, que respondamos, que façamos a jornada para uma vida maior, um universo maior e um significado maior para a nossa existência aqui. Essa é a minha oração.