ENTREVISTA

“Os aliens não estão aqui para nos ajudar. Eles querem nossos recursos”

Por Levy Carneiro | Edição 270 | Julho de 2019

Em seus 72 anos de existência a Ufologia produziu incontáveis livros, filmes, séries, documentários e pilhas e mais pilhas de pesquisas recheadas de depoimentos contundentes sobre a presença extraterrestres em nosso planeta. O que ela não produziu ainda, de forma satisfatória e indiscutível, foram provas concretas, verificáveis e que resistam a qualquer tipo de verificação ou teste científico. Isso está mudando radicalmente.

Evidências e indícios existem aos montes, mas as principais perguntas — quem são, de onde vêm, porque estão aqui e o que querem de nós? — continuam sem respostas adequadas. E, sabemos todos, quando não existem respostas concretas, a mente humana produz algumas para preencher os vazios da incógnita. E para esse preenchimento, começa a criar histórias que se espalham e acabam se tornando teorias que muitos entendem como sendo a absoluta verdade. Muitas teorias da conspiração se encaixam nesse nicho.

Mas, ainda assim, o fenômeno persiste e há teorias de todos os tipos e para todos os gostos. Desde extraterrestres messiânicos até aqueles demoníacos, a Ufologia parece comportar todo tipo de seres. Mas, qual é a verdade? Muitos pesquisadores nos advertem para termos cuidados porque os aliens são perigosos e outros nos pedem para nos tranquilizarmos porque eles são benévolos e estão aqui para cuidar de nós. Nosso entrevistado desta edição parece ter todas as respostas para nossas mais inquietantes indagações.

Pré-colonização

Nos últimos 36 anos Marshall Vian Summers tem recebido uma mensagem revolucionária sobre a espiritualidade humana e sobre a realidade da vida no universo. Summers recebe as mensagens de duas origens: a primeira é uma fonte espiritual chamada Assembleia Angélica, formada pelos que entendemos como anjos que supervisionam a evolução da raça humana. A segunda é uma fonte física chamada Aliados da Humanidade, formada por um grupo de seres físicos que se preocupam com o bem-estar e a liberdade futura da raça humana. A Assembleia pediu aos Aliados que se aproximassem da Terra e observassem a atividade de raças extraterrestres em nosso mundo para poderem nos informar sobre o que foi visto e sobre o que devemos fazer a respeito disso.

Segundo as revelações dos Aliados, o mundo está passando por uma verdadeira fase de pré-colonização, de forma semelhante a que vimos em nossa própria história humana, durante a qual povos nativos foram invadidos e dominados por nações estrangeiras avançadas, que chegavam carregando presentes baratos e planos ocultos. Da mesma maneira, hoje o mundo inteiro é uma só tribo, e algumas nações e grupos do universo estão chegando aqui oferecendo tecnologia básica e carregando planos ocultos. Essa presença extraterrestre em nosso mundo é chamada de Intervenção Extraterrestre pelos Aliados. E, aqui, a palavra intervenção é claramente usada para nomear algo não benéfico para nós.

O espectro de pensamento sobre a presença extraterrestre no mundo parece girar em torno de duas conclusões básicas: a ideia de que alguns extraterrestres são bons para nós e outros são ruins, e a ideia de que todos os extraterrestres são bons para nós. No entanto, a mensagem recebida por Summers revela que essa é uma visão muito ingênua, que pode nos colocar em uma posição de perigo. Os Aliados garantem que nenhuma raça extraterrestre presente na Terra neste momento está aqui para nosso benefício — no entanto, existem extraterrestres benéficos no universo, alguns dos quais já estiveram aqui tentando nos alertar sobre o que viria.

Os extraterrestres benéficos — ou, para usarmos o mesmo termo que os Aliados usam, as raças livres — são criaturas espiritualmente avançadas que valorizam a liberdade individual e a liberdade de pensamento. Esses povos não visitam outros mundos nem interferem nos assuntos de outros mundos, o que representa um padrão de ética verdadeiramente alto, algo inexistente nas ações das raças hoje presentes em nosso mundo. Essa perspectiva estabelece um novo ponto no espectro do pensamento humano a respeito da presença alienígena entre nós. Essa é uma perspectiva na qual devemos prestar atenção se quisermos nos tornar uma espécie livre e soberana no cosmos, pois ela diferencia a mensagem dos Aliados de qualquer outra mensagem extraterrestre, revelando uma compreensão muito mais ampla e profunda a respeito do contato, e o que um contato ético significa.

Recursos e liberdade

Como muitos pesquisadores já concluíram, o contato extraterrestre tem acontecido ao longo da história humana, mas, de acordo com nosso entrevistado, “a natureza do contato extraterrestre atual é muito diferente daquilo que ocorreu no passado”, e a humanidade tem todas as razões para resistir à visitação atual. Como Summers discorre, atualmente eles estão aqui “por causa de nossos recursos e porque nosso estágio atual é o momento mais oportuno para um mundo ser dominado”.

À medida em que as raças em nossa região do espaço se tornam tecnologicamente avançadas, elas vão esgotando os recursos de seus mundos e precisam se envolver em complexas redes de comércio estelar para obter soluções básicas para a sobrevivência e para a manutenção de sua alta tecnologia. Assim, uma vez que um mundo se torna dependente de recursos e tecnologia de fora, o controle de tal mundo começa a ser deslocado para poderes estrangeiros, para aqueles que possuem aquelas coisas das quais o planeta depende, e daí para frente, a liberdade daquele mundo começa a desaparecer.

“Este é o evento mais importante na história da humanidade, um grande desafio para a espécie humana, mas também uma grande oportunidade, pois enfrentar uma ameaça alienígena é a única coisa que pode gerar uma resposta forte o suficiente na família humana para resolver os nossos problemas internos de longa data, como guerras, conflitos religiosos, abuso do meio ambiente”, afirma Summers.

Há muito o que podemos fazer. A humanidade deve enfatizar que a presença extraterrestre no mundo não é bem-vinda, e eles terão que se retirar. Nós temos esse direito. “Não devemos aceitar nenhuma oferta de tecnologia, recursos e manufatura dos alienígenas, pois qualquer dependência de raças extraterrestres irá colocar o controle do mundo nas mãos de raças estrangeiras”, alerta nosso entrevistado. Além disso, a humanidade deve tornar-se unida, autossuficiente e extremamente discreta. Esses seriam os requisitos para qualquer raça conquistar e manter sua liberdade e soberania no universo.

O foco principal das mensagens reveladas a Summers é nos preparar para uma nova realidade mundial — uma realidade onde há o contato crescente com povos extraterrestres e ao mesmo tempo enfrentamos mudanças climáticas cada vez mais severas. Essa preparação está em uma série de livros do autor, entre os quais o primeiro em português, Aliados da Humanidade, o mais recente lançamento da Biblioteca UFO [Veja anúncio nestas páginas].

Nosso entrevistado já publicou mais de 20 livros e publica novas obras todos os anos. Os temas variam entre contato extraterrestre, desenvolvimento espiritual, mudanças planetárias e propósito de vida, entre outros. Seus livros já foram traduzidos em vários idiomas e há uma comunidade crescente de pessoas ao redor do mundo que está se identificando com a mensagem transmitida pelo pesquisador. A entrevista a seguir é uma amostra da perspectiva equilibrada e revolucionária recebida por Marshall Vian Summers. É impossível resumir neste curto espaço tudo o que os Aliados da Humanidade têm para comunicar sobre o tema da vida extraterrestre, mas o leitor interessado pode explorar e estudar a tese no livro citado acima.

O senhor poderia contar um pouco sobre sua vida antes de encontrar o fenômeno ufológico? Bem, a minha vida vem em duas partes diferentes: a parte antes de toda essa realidade de estudo espiritual, vida no universo, visitação, contato e assim por diante, e a minha vida depois de tudo isso começar e como isso acabou emergindo. Eu cresci na Califórnia, em uma cidade muito agradável chamada Berkeley, e fui para a universidade ali. Depois de formado me tornei educador especial para cegos, trabalhando com jovens adolescentes. Mas percebi que aquela não seria a minha carreira para toda a vida. Então iniciei outro tipo de jornada, mais espiritual, para descobrir o que eu realmente tinha que fazer neste mundo, porque eu sentia que algo importante iria ser dado a mim mais tarde na vida e eu tinha que me preparar para isso, embora naquela época eu não soubesse o que seria.

TODO O CONTEÚDO DESTA EDIÇÃO ESTARÁ DISPONÍVEL NO SITE 60 DIAS APÓS A MESMA SER RECOLHIDA DAS BANCAS

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