O enigma das sondas
Edição 265

O enigma das sondas

07 de Feb de 2019

Onde quer que se vá em nosso país, e até em alguns outros do continente, vamos ouvir de moradores do interior histórias sobre bolas incandescentes semelhantes a vívidas pérolas, com cores variando entre branco e alaranjado, que aparecem sobre campos, rios, paredões rochosos etc. Estes artefatos podem ter entre 50 e 80 cm de diâmetro, mas têm a incrível capacidade de diminuir ou aumentar de tamanho — e isso muitas vezes em resposta à reação do observador. Se ele se admira com o objeto que se aproxima, parece que o artefato capta seus pensamentos e retribui com um aumento de tamanho e de brilho. Mas se o observador se assusta com o que vê, ocorre o contrário e o objeto se afasta. Estas são as impressionantes sondas ufológicas, que o pesquisador e advogado baiano Daniel Carneiro trata em um artigo exclusivo e aprofundado nesta edição.

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Eles são chamados de vários nomes folclóricos, que vão desde o boitatá ao fogo corredor, do minhocão à mãe d’água, e se espalham por todos os cantos do país. Descrições de suas manifestações estão por toda a história do Brasil, desde o século XVI e XVII. Para a Ufologia, são sondas ufológicas, objetos que nos observam de muito perto.

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