Encontro mais do que imediato
Edição 213

Encontro mais do que imediato

04 de May de 2018

Há anos que ufólogos de várias partes do mundo reclamam que estão escassas as abduções alienígenas, que raramente temos novos casos e que a impressão reinante é de que nossos visitantes abandonaram esta prática. Não sabemos se de fato os sequestros diminuíram ou foram simplesmente encerrados, mas talvez uma resposta para o baixo número deles seja a tese agora oferecida pelos argentinos Liliana Flotta e Eduardo Grosso. Para eles, muito maior do que o número de casos de abduções clássicas é o de visitas de dormitórios, aqueles episódios em que extraterrestres não precisam levar ninguém para bordo de suas naves — eles fazem seus experimentos com humanos quando estes estão mais indefesos, ou seja, enquanto dormem em seus próprios leitos. Os estudiosos analisaram dezenas de ocorrências em seu país e concluíram que esta modalidade de contato é bem mais frequente do que se imagina. E tem seus benefícios para os abdutores, pois requer muito menos esforço do que sequestrar alguém. É o que se vê no artigo central desta edição.

Artigo da Capa

Notícias de contato entre humanos e alienígenas são milenares e nos chegam das mais variadas formas. Hoje, longe das superstições e próximo das explicações científicas, temos como analisar os fatos sob outra ótica.