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Um dia a história terá que ser rescrita

Revista UFO | Edição 241 | 01 de Dezembro de 2016

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IMPRENSA UFOLÓGICA

O Que a Mídia Fala dos Discos Voadores

OSNIs: Incríveis Segredos dos Russos
Paul Stonehill e Philip Mantle
Biblioteca UFO, 2016

crédito: BIBLIOTECA UFO
Um fascinante mergulho na casuística ufológica russa como nunca se viu antes
Um fascinante mergulho na casuística ufológica russa como nunca se viu antes

O bloco soviético, composto pela Rússia e outros países do Leste Europeu, foi por décadas, a região mais fechada do mundo. Nada se sabia sobre o que se passava atrás da chamada “Cortina de Ferro”, a não ser aquilo que os informantes e espiões vazavam para o Ocidente. Mas nada disso chegava ao conhecimento público. Apesar deste panorama, e como sabemos muito bem, UFOs não ligam nem um pouco para as fronteiras ou para os desentendimentos humanos — para eles, a Terra é uma só e, portanto, vão aonde querem ir, sem problema algum. E eles foram, e muito, à União Soviética.

O país que durante décadas foi coberto por um manto de silêncio é também o que tem a mais rica e intensa casuística ufológica, em especial de objetos submarinos não identificados (OSNIs). Mas conhecê-la é uma tarefa difícil e espinhosa, devido à sempre, e ainda presente, censura oficial. Outro empecilho é o tamanho do território, tanto da antiga URSS quanto da atual Rússia, repleto de obstáculos físicos e humanos à pesquisa. Mesmo assim, o ucraniano naturalizado norte-americano Paul Stonehill e o inglês Philip Mantle não se intimidaram diante dos desafios e juntos se puseram a coletar os mais impressionantes registros da manifestação de UFOs e OSNIs e da ação de seus tripulantes em todo o vasto território soviético. Stonehill e Mantle são veteranos pesquisadores que já produziram juntos várias obras de valor para a Ufologia Mundial, como, há apenas alguns anos, pela mesma Biblioteca UFO, o livro UFOs na Rússia: Antes e Depois do Comunismo.

Agora, OSNIs: Os Incríveis Segredos dos Russos descortina um universo fascinante com observações de naves alienígenas nos céus e nos mares e nos mostra como funcionava o regime comunista em relação à Ufologia e muitos outros aspectos da vida. Além disso, o livro leva o leitor por locais desconhecidos, cheios de lendas, mistérios e ocorrências milenares. O que se tem nesta obra não se encontra em nenhuma outra peça da literatura ufológica mundial. É um livro que traz informações inéditas sobre casos de avistamento e contato com ETs de forma detalhada e minuciosa, atentando à qualidade da pesquisa que foi feita para compô-lo. O livro é código LIV-036 da Biblioteca UFO.

A Máquina de Uriel
Christopher Knight e Robert Lomas
Madras, 2006

crédito: MADRAS
Os autores praticamente reescrevem a história do monumento megalítico
Os autores praticamente reescrevem a história do monumento megalítico

Investigações científicas modernas demonstram que a Terra foi atingida muitas vezes por meteoritos que, de uma forma ou de outra, moldaram a história de nosso planeta e também da humanidade. Trabalhos laboratoriais sugerem que tais impactos podem ter gerado ondas com milhares de metros de altura, que viajaram a velocidades espantosas, varrendo não apenas os litorais, mas o interior dos continentes — matando milhões de espécies e apagando seus rastros quase que para sempre.

Nos últimos 10.000 anos teria havido dois eventos desses, o primeiro por volta de 7.600 a.C. e o segundo em 3.100 a.C., dando origem ao mito do Grande Dilúvio. Em A Máquina de Uriel, os autores afirmam que os povos da Europa não apenas sobreviveram à primeira catástrofe, como ela os teria impulsionado a desenvolver uma civilização avançada, dedicada a preparar-se para impactos futuros por meio da construção de uma rede de observatórios astronômicos espalhados por todo o planeta. Segundo os autores, Stonehenge era apenas um desses observatórios que permitiram que se criassem calendários solares, lunares e planetários exatos.


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