Edição 189

No antigo continente, uma espantosa casuística

01 de Junho de 2012

IMPRENSA UFOLÓGICA

O Que a Mídia Fala dos Discos Voadores

Por Fábio Gomes

A Incrível Tecnologia dos Antigos
David Hatcher Childress

Editora Aleph, 2005

 David Hatcher Childress mostra que a evolução da humanidade foi diferente
David Hatcher Childress mostra que a evolução da humanidade foi diferente

Todos nós aprendemos na escola que a evolução tecnológica da humanidade é linear, ou seja, segue um padrão único no qual todos os povos devem passar por todas as etapas de desenvolvimento da mesma maneira. A ciência se baseia em objetos já encontrados, feitos pelas civilizações antigas, para chegar a essa conclusão. Mas será que há falhas no conhecimento que é assim adquirido? A ciência “esquece” de evidências que poderiam explicar uma história distinta da ortodoxa — que nos trariam à luz diferentes maneiras de se lidar com a tecnologia, criando-se aparelhos com alto grau de sofisticação na mesma época em que tudo era registrado praticamente em pedras.

É evidente que o leitor deverá se desarmar de todo e qualquer preconceito sobre evolução tecnológica ao ler A Incrível Tecnologia dos Antigos. Ortodoxia, definitivamente, não é a palavra que guia seu conteúdo. Childress levanta algumas hipóteses intrigantes sobre construções, instrumentos e aparelhos do passado. Por exemplo, teria sido a Grande Pirâmide do Egito uma estação para geração de energia? E a Arca de Aliança, não teria sido um aparelho elétrico — ainda mais com os relatos de que eletrocutava quem não tocasse nela de uma forma considerada correta? E a energia nuclear? Segundo o autor, há fortes evidências de explosões atômicas no passado, com possibilidade real de autoaniquilação da nossa espécie — tudo isso há milhares de anos.

Isso sem falar em uma extensa lista de invenções descabidas em tempos remotos, incluindo redes de esgoto, tratamento de água, irrigação, combinação básica da eletricidade com metalurgia, motores a vapor, relógios, máquinas automáticas e bombas hidráulicas. Todas essas maravilhas que consideramos modernas já eram desenvolvidas por algumas das civilizações antigas que habitaram a Terra. Childress também nos diz que, no século II a.C. os templos egípcios tinham máquinas acionadas por moedas para liberar água considerada benta. “A quantidade de líquido que saía da torneira era regulada pelo peso da moeda jogada em uma ranhura. Com isso, fica evidente que os sacerdotes daquele período já estavam envolvidos com a tecnologia desde o começo dos tempos”, afirma o autor, que é norte-americano e viaja pelo mundo inteiro nesse tipo de atividade desde os 19 anos de idade.

Childress diz ainda que as diversas evidências mostradas e investigadas em sua obra “levam à extraordinária conclusão de que o homem antigo era praticamente tão sofisticado quanto somos hoje, ou seja, que havia alguém aqui vindo de algum lugar usando alta tecnologia”. Resta-nos perguntar: será tudo isso indício de uma verdade que desconhecemos? Ao ler o livro, o leitor poderá decidir.

O Livro Branco dos Discos Voadores
Guilherme Pereira e Walter K. Bühler
Vozes, 1985

Eis uma obra que trata da pesquisa da ação de ETs em nosso planeta, especialmente através das abduções. O livro é dividido em duas partes, a primeira relatando um episódio de sequestro ocorrido em Mirassol (SP), entre 1979 e 1983, inclusive com semelhanças com o clássico Caso Villas-Boas — até no detalhe de o abduzido ter relações com uma alienígena. Já a segunda parte é uma análise de assuntos muito caros ao mundo ufológico, como o quanto a presença alienígena na Terra pode ser encoberta pelo poder constituído.

Além disso, Pereira e Bühler analisam se os aliens manipulam o espaço-tempo, podendo eventualmente enganar nossa capacidade de observá-los, assim como o intercâmbio de informações entre abdutores e abduzidos e o quanto certos visitantes são parecidos conosco — quando amistosos. Enfim, a obra é obrigatória para quem quer entender o interesse de algumas civilizações por nossa vida e nosso código genético.