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A Revista UFO completa 15 anos de idade

Revista UFO | Edição 70 | 01 de Março de 2000

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IMPRENSA UFOLÓGICA

O que a Mídia fala dos Discos Voadores

Busca de respostas para as abduções

Ao ler O Rio Subterrâneo – A História de um Caminho [Editora Nova Era], tenho que concordar com Gilda Moura: os fenômenos ligados aos UFOs são, no mínimo, uma experiência espiritual transformadora do ser humano. Estudiosa das chamadas abduções e contatos diretos com ETs, a autora tem uma visão de vanguarda sobre o tema e nos fornece, através de profundas pesquisas, uma interpretação sobre as conexões existentes entre as tradições religiosas mais remotas, de diversas culturas, e seres de outros mundos que nos visitam tão insistentemente. Neste livro, o segundo da autora [O primeiro foi UFO – Contato Alienígena], Gilda sai dos bastidores e se expõe totalmente, revelando suas próprias vivências com o Fenômeno UFO, unindo conhecimento com vasta experiência e criando uma interatividade científica e emocional inédita em obras já publicadas sobre o assunto.

Seu trabalho encontra ressonância nos mais diversos segmentos ufológicos e científicos do Brasil e do exterior. David Pritchard, físico e professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), é um dos grandes especialistas em abduções a valorizar o trabalho de Gilda, sobretudo sua coragem em narrar de forma tão sincera fatos que, apesar de serem estritamente pessoais, podem ajudar milhares de pessoas a entender e se informar sobre ocorrências ufológicas. Com uma linguagem simples e emocionante, Gilda Moura desmistifica a imagem apocalíptica dos UFOs e nos ajuda a rever conceitos, já que nossa mente não está acostumada a pensar que a espiritualidade humana seja regida por leis naturais e, portanto, esteja sujeita a avaliações científicas.

Reconstruir a Civilização – A autora nos leva a pensar de forma diferente sobre o que já se acostumou a aceitar como definitivo. “Assim como foi feito com o patriarca Abraão e tantas civilizações do passado, está na hora de convidar os ‘deuses’ para cearem à nossa mesa, para que possamos humildemente aprender com eles como reconstruir nossa civilização”, brinda-nos. Para Gilda, os seres – sejam eles celestiais, extraterrestres ou imortais – estão ao alcance de nossas mãos. Não precisamos caçá-los no espaço, nem usar máquinas super poderosas para iniciar o contato. Nem mesmo precisamos sair de casa, pois eles podem nos encontrar onde estivermos, sem dificuldade. Para a autora, só necessitamos de amor e transparência de sentimentos para receber os alienígenas e reaprender a viver, sintonizando nossas energias com as do planeta, do Cosmos e de Deus.

O Rio Subterrâneo passa a importante mensagem – para aqueles que estão prontos a recebê-la – de que através de uma nova consciência nossas freqüências mentais serão reativadas e nossa memória e potencialidades recuperadas. Com isso, passamos a funcionar com um cérebro mais sintonizado, criativo e produtivo, e com um coração mais aberto para compreender as emoções de nossos irmãos. Pode soar místico, mas Gilda explica de forma lógica e precisa como podemos proceder para abrir nossos canais. Reconhecida no mundo inteiro por suas pesquisas sobre ondas cerebrais e estados alterados de consciência, a autora mantém contato constante com cientistas norte-americanos e europeus. Para John E. Mack, professor de psiquiatria na conceituada Universidade de Harvard e ganhador do prêmio Pulitzer por sua obra sobre abduções, o trabalho de Gilda Moura é notável. “Sem discussão, a autora é a mais proeminente pesquisadora do fenômeno de abdução no Brasil, senão de toda a América Latina”, garante. Mack sabe o que fala: ao começar a se expor publicamente como pesquisador de abduções, sua universidade o demitiu sumariamente, tendo reconsiderado tal ato apenas sob força de um mandado judicial.

Seguindo uma linha de interpretação simbólica do Fenômeno UFO, com uma marcante influência da filosofia junguiana, a autora incita o leitor a questionar, levantar dúvidas, repensar conceitos e ensinamentos e valorizar o livre arbítrio. Ufóloga experiente, iniciou seu estudo das abduções na década de 80, organizando grupos de suporte e apoio a vítimas dessas traumáticas experiências. Como especialista em hipnose, regressão de memória e vivências passadas, aplicou tais métodos na análise do fenômeno e seus estudos tornaram-se ponto de referência sobre o tema. Disso resultou seu primeiro livro. Para ampliar ainda mais sua já vasta bagagem, trabalhou como consultora de assuntos ufológicos e paranormais da Kairos Foundation, em Chicago, e atuou num estudo de seis anos sobre estados alterados da consciência, tendo como foco da pesquisa alguns paranormais brasileiros. Enquanto o resultado desse interessante estudo já está sendo publicado em revistas especializadas no exterior, suas demais conclusões encontram-se em O Rio Subterrâneo, uma obra altamente recomendada para quem busca profundidade na análise da interação extraterrestre com a Humanidade [O livro pode ser encontrado no encarte das páginas centrais. Preço R$ 21,90, código LL-86. 270 páginas].
Eustáquio A. Patounas, consultor

Contatos com ETs via Rádio

Você já imaginou se os extraterrestres pudessem manter contato com seres humanos através do rádio? Pois bem, no livro ETCOM – Transmissão via Rádio com Extraterrestres, o autor, doutor Denizard Souza, mostra que isso é possível. E garante que tais contatos já estão acontecendo há bastante tempo. Os diálogos de médiuns com seres conhecidos como Karran, Zaisnon e Eron são feitos através de transmissões muitas vezes cruéis e desesperadoras. Para se ter um exemplo das mensagens que foram enviadas ao doutor Denizard por tais entidades, basta dizer que algumas afirmam que os extraterrestres estão abduzindo seres humanos para clonagem e reprodução. Estes seres também informaram que provocam certas catástrofes naturais em nosso planeta para tornar o homem mais forte espiritual e fisicamente. Uma das entidades que se comunica com o autor garante que, na verdade, existiram dois Josés e duas Marias nos tempos bíblicos. A informação é controversa e dá conta de que foi Judas quem teria morrido na cruz e, depois, ressuscitado. O mensageiro extraterrestre diz ainda que Judas era irmão de Jesus, somando ainda mais pimenta neste debate. Isso torna o livro uma obra absolutamente inédita em termos de Ufologia. Para todos aqueles que gostam de uma leitura ousada e intrigante, sejam místicos ou científicos, Transmissão via Rádio com Extraterrestres pode ser uma excelente indicação, especialmente porque seu autor, a despeito da polêmica em torno do assunto, o faz de forma bastante interessante e metodológica. Se realmente for possível utilizar-se de aparelhos de rádio para nos comunicarmos com ETs, poderemos estabelecer formas novas de intercâmbio com raças mais avançadas que a terrestre. Encontre a obra listada no encarte das páginas centrais de UFO [Código LL-84, preço R$ 22,30. 288 páginas].

Não Somos os Primeiros

Existiram outras civilizações habitando o planeta Terra, antes dos seres humanos? Essa pergunta, que já foi feita milhares de vezes por ufólogos e outros buscadores, ainda não foi apropriada e cientificamente respondida. Desde antes de Erich von Däniken estudiosos tentam apresentar fatos e informações que respondam a este questionamento. Pois a mesma indagação é agora o ponto de partida de um livro muito bem escrito por Orlando Souza Barbosa Júnior: Maias e Hopis – Povos Fugitivos de uma Catástrofe Planetária. O autor, antigo consultor da Revista UFO, afirma que desde os tempos mais remotos encontramos traços deixados por “deuses”, “anjos” ou “demônios” que já nos visitaram no passado, muitas vezes interagindo com os humanos. De acordo com o autor, o resultado de tal interação é claro e mostra que as civilizações extintas dos maias e hopis tiveram origem em projetos de migração extraterrestre para a Terra. Os maias teriam vindo para nosso planeta depois que seu mundo, Maltek, fora destruído numa terrível explosão (que teria ocasionado a queda de um fragmento na Terra, causando aqui catástrofes enormes). Já os hopis habitaram o continente perdido de Mu ou Kasskara. Orlando argumenta que o cinturão de asteróides, localizado num espaço de 480 mil km entre os planetas Marte e Júpiter, seria o que restou de um planeta que tinha uma avançada civilização, mas explodiu no passado. Para o autor, que é biólogo e professor no Rio de Janeiro, o lendário continente de Atlântida ainda existe e poderia estar localizado abaixo do conhecido Triângulo das Bermudas. Maias e Hopis – Povos Fugitivos de uma Catástrofe Planetária é a indicação ideal para os leitores que buscam conhecer os inúmeros mistérios que nos ligam aos extraterrestres [Em nosso encarte das páginas centrais, com código LL-85, preço R$ 21,70. 160 páginas].

crédito: ARQUIVO UFO
Seria possível aos seres humanos estabelecer contatos com alienígenas via transmissões de rádio?
Seria possível aos seres humanos estabelecer contatos com alienígenas via transmissões de rádio?

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