CAPA

Brasil: O primeiro do mundo

Revista UFO | Edição 251 | 01 de Outubro de 2017

SHARE

MUNDO UFOLÓGICO

Fatos da Ufologia Brasileira e Mundial

Documentário ufológico australiano está disponível no Netflix

O canal Netflix [www.netflix.com] tem diversas produções relacionadas à vida extraterrestre. Além de filmes com a temática e da série Jornada nas Estrelas em todas as suas produções, alguns documentários também estão disponibilizados. Um dos mais interessantes é Australien Skies, produção feita em 2015 pela Dojo Media. O filme mostra o cineasta Don Meers em uma viagem de quatro dias pela Austrália, acompanhado do ufólogo Damien John Nott — que alega ter a maior coleção de fotografias de UFOs do mundo — realizando entrevistas com pessoas que fizeram imagens de objetos não identificados no interior do país.

crédito: DOJO MEDIAA
Australien Skies mostra uma grande quantidade de casos ufológicos exóticos no país
Australien Skies mostra uma grande quantidade de casos ufológicos exóticos no país

A produção também expõe a ligação entre os avistamentos de discos voadores e o envolvimento governamental na questão, as ramificações sociais do Fenômeno UFO e como a estranheza inerente a ele afeta a vida das pessoas que experimentam contatos com seus tripulantes. Australien Skies também exibe 50 fotos e vídeos inéditos e busca mostrar o que acontece a indivíduos comuns que se relacionam com algo tão extraordinário quanto os UFOs.

Documentário explora incidente acontecido na África em 1994

Em 16 de setembro de 1994 houve uma das ocorrências ufológicas mais importantes do Continente Africano, quando um UFO pousou em plena luz do dia nas proximidades da Escola Ariel, em Harare, Zimbábue. Dezenas de estudantes observaram os fatos e algumas delas tiveram contato com os tripulantes do objeto não identificado, sendo que, na atualidade, já adultos, muitas dessas testemunhas estão vindo a público falar sobre a experiência.

A participação de John Mack

crédito: HARVARD
John Mack pesquisou in loco o espantoso caso africano
John Mack pesquisou in loco o espantoso caso africano



Uma campanha está sendo realizada pelo site Indiegogo [wwww.indiegogo.com] a fim de realizar um documentário com o título Ariel Phenomenon, cujo trailer já pode ser conferido no site oficial [www.arielphenomenon.com]. Randy Nickerson é o responsável pela produção, na qual terá grande destaque o papel do pesquisador John Mack, da Universidade de Harvard, já falecido, na investigação do episódio ufológico da Escola Ariel. Outras informações estão disponíveis no site do filme, indicado acima, bem como a forma de contribuir para sua finalização.

Asteroide passa pela Terra e provoca notícias sensacionalistas

Em 01 de setembro passou pela Terra, a uma distância de 7 milhões de quilômetros e sem causar o menor transtorno, o asteroide 3122 Florence. Com cerca de 4,5 km de extensão, o bólido é a maior rocha espacial a se aproximar de nosso planeta desde o início do programa de observação sistemática de possíveis ameaças cósmicas, mantido pela Agência Espacial Norte-Americana (NASA). Batizado em honra a Florence Nightingale (1820-1910), que criou o moderno serviço de enfermagem, o artefato naturalmente motivou uma série de notícias sensacionalistas com farto uso de concepções artísticas mostrando catastróficos impactos contra a Terra — inclusive aquele que vitimou os dinossauros, há cerca de 65 milhões de anos.

As luas do asteroide

crédito: NASA
O asteroide 3122 Florence chegou perto da Terra, mas não provocou tanto estrago quanto falaram...
O asteroide 3122 Florence chegou perto da Terra, mas não provocou tanto estrago quanto falaram...



O asteroide 3122 Florence foi observado por meio de telescópios e radiotelescópios, que, funcionando como radares, puderam obter imagens detalhadas de sua superfície, além de informações sobre sua composição. Porém, outro importante fato sobre a rocha espacial foi usado por conhecidos mistificadores da Ufologia Mundial para alegar que UFOs acompanhavam o corpo em sua passagem. De fato, dois objetos foram observados nas imagens via radar, ambos tendo entre 100 e 300 m de tamanho. Mas são somente pequenas luas do asteroide, a mais próxima completando uma órbita ao redor da rocha espacial a cada oito horas, ao passo que a mais distante leva de 22 a 27 horas.

Novas descobertas do Curiosity

crédito: NASA
Ou seria a impressionante tecnologia empregada pela NASA para estudar o vizinho? Na foto, a Cratega Gale, que está sendo escrutinada pelo Curiosity
Ou seria a impressionante tecnologia empregada pela NASA para estudar o vizinho? Na foto, a Cratega Gale, que está sendo escrutinada pelo Curiosity



O rover Curiosity, da NASA, continua sua viagem de descobertas na imensa Cratera Gale, no Planeta Vermelho. Agora foi descoberto que ali existem germânio e zinco em quantidades de 10 a 100 vezes mais abundantes do que em outras regiões de Marte — na Terra esses elementos são encontrados juntos comumente em fluídos de alta temperatura, como nas fontes hidrotermais no fundo dos oceanos. Isso aponta para a possibilidade de esse mesmo fenômeno ter existido em Marte há bilhões de anos, quando o planeta tinha um forte campo magnético, atmosfera mais densa e era mais quente, com largas porções de sua superfície tomadas por água líquida.

Autêntica “biblioteca” marciana

A descoberta do Curiosity aponta ainda para a forte possibilidade de a Cratera Gale ter abrigado vida no passado, existindo lá calor, ingredientes químicos e água, todos essenciais para o surgimento e a evolução da vida. Ela foi formada entre 3,8 e 3,5 bilhões de anos atrás, tem 154 km de diâmetro e por centenas de milênios foi inundada por água, sendo atualmente preenchida por sedimentos — que foram varridos pelo vento, tornando-a uma autêntica “biblioteca” sobre o passado marciano sendo atualmente pesquisada pelo Curiosity.

Acidentes geográficos de Plutão recebem nomes oficiais

Após a histórica passagem da nave New Horizons por Plutão, em julho de 2015, vários nomes foram atribuídos a locais do planeta anão, bem como de seu satélite Caronte. Em meados de setembro, o Grupo de Trabalho de Nomenclatura de Sistemas Planetários oficializou os primeiros desses nomes, rendendo homenagens a astrônomos, exploradores, missões espaciais, seres mitológicos e outros. Tombaugh Regio homenageia Clyde Tombaugh, descobridor de Plutão, e a Cratera Burney lembra Venetia Burney, que sugeriu o nome Plutão a Tombaugh.

Mitologia indígena da Austrália

Djanggawul Fossae, uma rede de depressões, recebeu o nome de três seres ancestrais da mitologia indígena da Austrália. Já o famoso “coração de Plutão” tem o nome oficial de Sputnik Planitia, em honra ao Sputnik 1, primeiro satélite artificial, lançado em 1957. Voyager Terra homenageia as Voyager, cujo lançamento completou 40 anos entre agosto e setembro. Já Tenzing Montes e Hillary Montes foram dedicados a Tenzing Norgay e Sir Edmund Hillary, respectivamente o sherpa e o explorador neozelandês que foram os primeiros a escalar o Monte Everest até o topo. Mais nomes de locais de Plutão e Caronte, estes relacionados a obras de ficção científica e fantasia, devem ser oficializados em breve.


Grande Ofertas Exclusivas da Revista UFO