CAPA

O encontro dos mistérios

Revista UFO | Edição 72 | 01 de Junho de 2013

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EDITORIAL

O local que os ETs escolheram para seus experimentos

Não é incomum ouvirmos das pessoas que conviveram com o fenômeno que ficou conhecido na Amazônia como chupa-chupa que seres de avançadas civilizações estariam ali naquela imensidão verde por contarem com a possibilidade de agirem sem ser incomodados. Se pretendessem fazer o mesmo em outras áreas, mais populosas, seriam facilmente observados. Mas nas vilas ribeirinhas da Amazônia, com baixíssima densidade populacional, as naves e seus tripulantes pareciam operar incólumes durante os últimos anos da década de 70, especialmente no litoral fluvial do Pará, quando os casos de chupa-chupa eram tão intensos e desconcertantes. Os episódios nunca cessaram e a Amazônia ainda é recordista em avistamentos com sua colossal casuística ufológica — a maior parte dela completamente desconhecida. Mas pelo menos os ataques que as pessoas sofriam, justamente elas que já passam por tantas dificuldades em seu dia a dia, se acabaram.

O que atraiu estas avançadas civilizações àqueles rincões talvez nunca venhamos a saber, mas é curioso ouvir — e deve-se levar em consideração — o que diziam as pessoas que estiveram mais perto das luzes, como, por exemplo, os militares da Operação Prato, que as investigaram de setembro a dezembro de 1977 na maior missão militar do gênero de que se tem notícia até hoje. O coronel Uyrangê Hollanda, comandante da Operação, chegava a dizer que ETs estavam fazendo da Amazônia um campo de experimentos, uma espécie de laboratório. “Havia algo ali, especialmente na ilha de Colares, que atraía estes seres, e seus ataques às pessoas e animais eram um procedimento que faziam como se para extrair algo deles”.

Opinião semelhante tinham outros militares que participaram da Operação Prato, alguns dos quais acreditavam que ETs retiravam energia das águas dos rios, das matas e também dos seres humanos. Os moradores parecem ser a confirmação desta hipótese, porque não raramente afirmam que, depois dos ataques, tiveram suas forças diminuídas e sua resistência abalada — alguns viveram assim por anos ou ainda vivem com a sensação de que seu vigor físico e mental nunca foi plenamente restabelecido.


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