CAPA

Os agroglífos em Santa Catarina: quase uma provocação

Revista UFO | Edição 149 | 01 de Janeiro de 2009

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PONTO DE ENCONTRO

Onde os Leitores da UFO se Manifestam

Nibiru vem aí

Fiquei impressionado com a matéria Nibiru: Perigo Iminente, do professor Salvatore De Salvo, publicada na UFO 148. Apesar do tom um tanto alarmista e catastrófico, vi muita prudência nas palavras do autor, que demonstra ter uma rica bagagem. Já tinha lido sobre o tema e também creio que passaremos por grandes transformações quando o astro se aproximar da Terra, talvez até vivenciemos os cataclismos descritos por De Salvo, embora torça para que não.
Célia Maria Cividini,
por e-mail

Fiquei estarrecido com o que li no artigo do professor Salvatore De Salvo, Nibiru: Perigo Iminente. Apesar do forte embasamento do tema demonstrado pelo autor, achei temerário expor num texto, desta maneira, que o planeta pode ser destruído e que até 90% de sua população pode ser dizimada. Li as referências que o professor usou para tratar disto, mas ainda assim me permito a dúvida, até mesmo por questão de sobrevivência.
Zoroastro Azambuja Campos,
Rio Claro (SP)

Fazia tempo que eu me perguntava por que a nossa querida Revista UFO, sempre à frente de tantos temas polêmicos, não publicava uma matéria sobre o Nibiru? Ora, o tema é abundante na internet, mas, infelizmente, em meio a um amontoado de desinformação. Era muito importante que a UFO se posicionasse. E qual não foi minha surpresa ao constatar, na edição UFO 148, a matéria Nibiru: Perigo Iminente, de ninguém menos que o professor Salvatore De Salvo, certamente um dos nomes mais respeitados quando se fala deste tema. Fiquei duplamente satisfeito e agradeço à Equipe UFO pela excelente abordagem.
Roberto Almada P. Cruz,
Cabo Frio (RJ)

Costumo ler a Revista UFO do começo ao fim, e sempre inicio minha leitura pelo editorial ao lado do índice. Na edição UFO 148, o editor A. J. Gevaerd alertava para a gravidade do que eu iria ler na matéria Nibiru: Perigo Iminente. Referindo-se à ela, o editor escreve que “publicar um artigo assim exige outra boa dose de responsabilidade”. De fato. Apesar de contundente e um tanto pessimista quanto ao futuro da Terra – mesmo que o autor, o professor Salvatore De Salvo, termine seu texto dizendo-se “otimista” –, entendo que o tema deveria ser tratado na UFO, e o foi com muita seriedade e propriedade.
José Antonio C. Gomes,
por e-mail

Quero parabenizar mais uma vez a Equipe UFO pelo seu excelente trabalho, sempre trazendo à luz temas importantes para a humanidade, por mais delicados que sejam. Desta vez, fiquei fascinado com o artigo Perigo Iminente, do professor Salvatore De Salvo, publicada na UFO 148, que dá uma dimensão equilibrada, ainda que estarrecedora, do que a humanidade enfrentará nos próximos anos. Que Nibiru represente para nós a segunda interpretação oferecida pelos maias: a oportunidade de nos reencontrarmos como espécie, para recomeçarmos uma nova era para este planeta e os sobreviventes.
Maria Amélia Cazzini,
Goiânia (GO)

NELSON GRANADO

Gostei muito da entrevista concedida pelo autor Nelson Vilhena Granado ao consultor Roberto S. Ferreira [A Interação da Vida Extraterrestre Com a Existência Humana, na seção Diálogo Aberto da UFO 148]. Sou partidário de várias de suas idéias, entre elas a que sustenta que, de um tempo para cá, forças extraterrestres nefastas teriam sido impedidas de virem e atuarem na Terra. A questão remete, naturalmente, a uma pergunta clássica: se isso é verdade, então haveria uma espécie de hierarquia cósmica, uma “ONU galáctica”, por assim dizer, que deliberaria sobre estes assuntos?
Manoel Honório Silvestre,
por e-mail

O autor, conferencista e espiritualista Nelson Vilhena Granado está de parabéns. Gostei bastante de sua esclarecida entrevista e vi muitos de meus pensamentos refletidos nos seus. Também acho que devemos ter um posicionamento mais espiritualizado com relação à vida, e isso não exclui nossos futuros relacionamentos com as civilizações extraterrestres que nos visitam – aliás, até o contrário: a espiritualidade deve reger a forma como vemos nossos visitantes.
Monique Lair Coutinho,
por e-mail

O entrevistado da edição UFO 148, Nelson Vilhena Granado, nos dá um “banho” de informações sobre Ufologia, evolução humana e espiritualidade. Corri às livrarias para adquirir suas obras, mas não as encontrei em nenhuma. Felizmente, o Shopping UFO [ufo.com.br] tinha todas. Estou extasiada com seu saber e me sinto privilegiada por ter lido a entrevista.
Ruth Melo Estrada,
por e-mail

Instituto Galileo Galilei

Parabenizo a cúpula da Revista UFO pela fundação do Instituto Galileo Galilei de Pesquisas Avançadas Sobre Vida Extraterrestre (IGG), nome que a entidade recebeu em substituição a Carl Sagan [É Lançada em Curitiba Uma Nova Forma de Ufologia, da seção Mensagem do Editor da UFO 148]. Eu, como acredito que muitos outros leitores também, não concordava em batizar a entidade com o nome de um homem que se mostrava publicamente cético quanto aos UFOs, o que já é um absurdo, partindo de um cientista de seu gabarito, e que secretamente era um funcionário do governo norte-americano para lidar com esta questão. Foi muito apropriada a mudança de nome. Sagan deveria ser denunciado como falso cientista, e não homenageado.
Gilmar Annunciato Filho,
Itabuna (BA)

Acompanhei na internet toda a celeuma criada por movimentos céticos quando a Revista UFO anunciou a criação do Instituto Carl Sagan (ICS), agora rebatizado de Instituto Galileo Galilei (IGG). Embora não concordasse com a homenagem a Sagan, não acho que os ufólogos brasileiros deveriam se curvar ante os céticos, mudando o nome da entidade para evitar (ou encerrar) o confronto. Na minha opinião, vocês teriam direito ao uso do nome, que pertence não a este ou àquele grupo, mas à humanidade.
Jonatas Marcelo Albertini,
por e-mail

Resposta do editor — A mudança do nome da entidade de Carl Sagan para Galileo Galilei nada teve a ver com a desproporcional e infantil manifestação dos referidos movimentos céticos. Esta foi a última das preocupações do comitê de instalação do IGG, que levou em consideração muitos outros fatores. A desnecessária e obtusa polêmica causada pelos céticos foi apenas mais uma demonstração de falta de maturidade. É entendimento de expressiva maioria da Comunidade Ufológica Brasileira que eles nada ou muito pouco contribuem para o esclarecimento da problemática dos discos voadores. Aliás, nem se interessam em ajudar a equacioná-la, apenas denegrí-la através de ações mesquinhas e ultrapassadas.

Agroglífos em Santa Catarina

Tenho acompanhado pelo Portal UFO [ufo.com.br] toda a movimentação dos agroglífos no oeste catarinense e gostaria de parabenizar a Equipe UFO pelas investigações que tem realizado na região, assim como o debate sobre sua autenticidade. Não deixem que mentes ignorantes e fechadas atrapalhem as investigações, pois sabemos que as características deixadas pelos autores nos círculos não podem ser feitas por seres humanos.
Wilson Roberto da Silva,
Xanxerê (SC)

Gostaria de parabenizar a Revista UFO pela investigação dos agroglífos de Santa Catarina. E também pelo empenho e dedicação que esta publicação tem para mostrar a verdade sobre o fenômeno ufológico. Sou aficionado por UFOs e estas marcas nos trigais catarinenses demonstram toda a verdade e realismo que o governo insiste em esconder: estamos sendo visitados.
Wagner Martins da Silva,
por e-mail

Os segredos ufológicos ingleses

É impressionante que até o país de Sua Majestade, historicamente controlador quanto à questão ufológica, faça agora uma abertura do assunto, inclusive publicando material na internet. E o Brasil, “em eterno berço esplêndido” não atende aos pedidos dos responsáveis integrantes da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), que querem a liberação dos segredos aqui também. Fiquei sem saber se ria ou chorava ao ler o artigo A Inglaterra Revela Seus Segredos, do consultor Fernando A. Ramalho, na UFO 148.
César Luis Caldas,
Linhares (ES)

Apesar de todo o empenho da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), que há três anos pede ao Governo a realização de uma abertura ufológica aqui, nada acontece. Na minha opinião, vocês já deveriam ter entrado com um mandado de segurança coletivo contra esta administração há meses. Isso é abuso de autoridade e descumprimento da lei.
César Luis Caldas,
Linhares (ES)

TERMÔMETRO DA EDIÇÃO ANTERIOR

Gostei muito da UFO 148, que trouxe surpreendentes revelações sobre Nibiru. Também achei a capa do artista italiano Luca Oleastri belíssima, embora um tanto amedrontadora. Parabéns à Equipe UFO por continuar na dianteira da Ufologia Brasileira, sempre com bons trabalhos.
Maria H. Romariz,
Belo Horizonte (MG)

Francamente, Nibiru?! O tema mais desacreditado da internet, que já foi devassado e explicado, que nada tem de verídico?! Concordo com o leitor Romualdo A. Filho, que a UFO está sem assunto ou virou uma publicação sensacionalista. É lamentável.
Ginez Amaral,
Rio de Janeiro (RJ)

O LEITOR PERGUNTA

Sinais misteriosos em plantações de trigo

Gostaria de saber por que vários casos de marcas nas plantações acontecem justamente quando a lavoura é de milho? Isso significa algo de importante?
João P. Barbosa,
por e-mail

RESPOSTAS

O leitor deve estar se referindo aos sinais chamados de círculos ingleses, que ocorrem geralmente em plantações de grãos e que hoje são tecnicamente conhecidos como agroglífos e estão espalhados pelo mundo todo, a exemplo do que tem sido observado recentemente em Santa Catarina. Já tivemos alguns registros destes casos em plantações de milho, mas, embora isso tenha sido explorado no filme Sinais [2002], não representa a maioria dos acontecimentos. Os agroglífos ocorrem em diversos outros tipos de plantações, mas especialmente de cereais, tais como trigo, soja, aveia, cevada, centeio, cânola, arroz, etc. No Brasil, antes dos casos catarinenses [Veja artigo nesta edição], tínhamos episódios registrados em plantações de cana-de-açúcar. Não sabemos se existe algum significado nisso, mas o fato destas marcas aparecerem sempre em plantações de alimentos o torna curioso. Afinal, nós iremos ingerir estes alimentos e, portanto, deve haver algum propósito por parte das inteligências que realizam os sinais, embora ainda não tenhamos uma explicação justificável para isso.
Wallacy Albino,
consultor da Revista UFO e autor do livro O Mistério dos Círculos Ingleses


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