Edição 274

Anunnakis nas Américas

15 de Novembro de 2019

Mundo Ufológico

FATOS DA UFOLOGIA BRASILEIRA E MUNDIAL

Marinha dos Estados Unidos reconhece vídeos de UFOs

A Marinha dos Estados Unidos acaba de confirmar que três vídeos de UFOs feitos por pilotos militares realmente representam o que eles chamam de fenômenos aéreos não identificados ou UAPs, do inglês unidentified aerial phenomena. Originalmente vazados pela To The Stars Academy (TTSA) e pelo jornal New York Times, os vídeos são conhecidos como Flir1 ou Tic-Tac, Gimbal e GoFast. De acordo com a TTSA, os clipes representam “a primeira evidência oficial divulgada pelo governo dos Estados Unidos que pode ser legitimamente designada como crível e autêntica confirmação de que os fenômenos aéreos não identificados são reais”.

A posição oficial da Marinha confirma em parte as alegações da TTSA. Joseph Gradisher, porta-voz oficial do órgão, disse que “a classificação UAP é usada porque fornece a descrição básica para avistamentos de aeronaves e artefatos voadores não autorizados ou não identificados que operam no espaço aéreo em áreas de treinamento controladas por militares”. Porém, o fato de a Marinha estar usando o termo fenômenos aéreos não identificados mostra que ela ampliou o que é esperado pelos pilotos para investigar qualquer coisa desconhecida em seu espaço aéreo. “Se essas investigações são devidas a um interesse em encontrar a causa do Fenômeno UFO ou devidas à redução de riscos de voo, ou ainda para combater intrusões não identificadas por adversários desconhecidos, ainda não está bem definido”, concluiu o porta-voz.

A Marinha também afirma que os vídeos nunca foram liberados para divulgação pública, confirmando a posição oficial do Pentágono originalmente publicada por George Knapp, que contradiz a TTSA quando diz que o governo dos Estados Unidos desclassificou as filmagens para acesso público. “Os vídeos nunca foram oficialmente divulgados ao público em geral pelo Departamento de Defesa e ainda devem ser retidos”, disse no início deste ano Susan Gough, porta-voz do Pentágono.

Um segundo Oumuamua nos visitando neste momento

Em 30 de agosto, o astrônomo Gennady Borisov avistou um objeto passando por nosso Sistema Solar. É a segunda vez que um artefato interestelar foi observado — o Oumuamua foi o primeiro, em 2017. Agora, graças ao Observatório Gemini, no Havaí, temos o primeiro objeto extrassolar fotografado com sucesso em diversas cores. O cometa, designado C2019 Q4 [A lado], foi registrado na noite de 09 de setembro. A imagem evidenciou uma cauda muito pronunciada, indicativa de emissão de gases, e sugere que o corpo seja um cometa. Esta é outra novidade: o C2019 Q4 é o primeiro visitante interestelar claramente com uma cauda. O astrônomo Andrew Stephens coordenou as observações e explicou: “Essa imagem foi possível devido à capacidade do Gemini de ajustar rapidamente as observações e ‘enxergar’ objetos como este, que têm janelas de visibilidade muito curtas”.

Descoberto portal por onde objetos se aproximam do Sol

Uma equipe de cientistas da Universidade da Flórida descobriu uma espécie de “portal orbital” através do qual os cometas passam antes de se aproximarem do Sol. Essa descoberta pode alterar fundamentalmente a compreensão científica sobre a movimentação destes corpos e ajudar a entender como eles chegam desde a periferia do Sistema Solar e são depois canalizados para o chamado Sistema Solar Interno [De Mercúrio ao Cinturão de Asteroides], onde se aproximam da Terra e do Sol. Os resultados do estudo, publicados na revista Astrophysical Journal Letters, explicam que o portal foi descoberto como parte de uma simulação de centauros — pequenos corpos gelados que viajam em órbitas caóticas entre Júpiter e Netuno. A equipe foi liderada por Gal Sarid, tendo modelado a evolução dos corpos para além da órbita de Netuno, através do planeta gigante e dentro da órbita de Júpiter.

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