CAPA

Que tecnologia é esta?

Revista UFO | Edição 258 | 01 de Junho de 2018

SHARE

MUNDO UFOLÓGICO

Fatos da Ufologia Brasileira e Mundial

Projeto ufológico do Pentágono não é denominado AATIP

FONTE: PENTÁGONO

Quadro de um dos vídeos liberados pelo Pentágono, mostrando possível UFO



Desde a revelação, feita em dezembro pelo jornal The New York Times, da existência de um programa de investigação ufológica sigiloso no Pentágono, dado como Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais [Advanced Aviation Threat Identification Program, AATIP], inúmeros pesquisadores têm tentado obter mais informações a respeito pela Lei de Liberdade de Informações (FOIA). Nenhum foi bem-sucedido, e o pesquisador Paul Dean afirma que o motivo é o fato de essa denominação não ser a oficial. O AATIP seria somente uma investigação menor dentro de um programa chamado Programa de Aplicação de Sistemas de Armamentos Aeroespaciais Avançados [Advanced Aerospace Weapons Systems Application Program, AAWSAP].

Esse fato levantou sérias questões apontadas por Dean e pelo seu colega Roger Glassel. Este último tentou obter, junto ao The Times e também a To The Stars Academy (TTS), liderada pelo cantor Tom DeLonge, mais detalhes sobre o AAWSAP, mas nenhuma das entidades respondeu aos questionamentos. Nunca vieram à tona os documentos que foram utilizados para a liberação dos já famosos vídeos, apelidados de Tic-Tac, Gimbal e Go Fast. O caso acendeu suspeitas quanto à intenção do The Times e da TTS na revelação do programa. Eles já sabiam que AATIP não era a designação correta? Se sabiam qual foi o motivo de não a divulgarem?

Paul Dean afirma ainda ter um contato que ocupa elevada posição no Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que alegou que alguém da TTS teria conexões no Pentágono que facilitaram a liberação dos vídeos — que até agora não se sabe como surgiram. Enfim, o caso está dividindo cada vez mais a Ufologia Mundial, enquanto crescem os questionamentos a respeito da credibilidade do grupo de DeLonge.

Método para pesquisar civilizações anteriores

Os pesquisadores Adam Frank, astrofísico da Universidade de Rochester, de Nova York, e Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais, da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), apresentaram uma teoria, batizada como Hipótese Siluriana, para averiguar a possibilidade de detectar evidências da existência de civilizações anteriores à atual, seja aqui na Terra, seja em outros planetas. A teoria foi batizada como referência a uma raça reptiliana fictícia do seriado britânico Doctor Who, que na ficção habitou a Terra milhões de anos antes da humanidade.

Tecnologia ancestral na Terra?


Frank e Schmidt começaram afirmando que o universo tem 13,8 bilhões de anos, a vida complexa surgiu na Terra há 400 milhões de anos, os seres humanos modernos surgiram 300 mil anos atrás e a civilização industrial tem somente 300 anos. É um fato estranho que somente uma pequena quantidade de fósseis, diante da totalidade de seres que viveram em dado período, foi encontrada. Na remota possibilidade de que existiu uma civilização industrial há milhões de anos na Terra, seria extremamente improvável encontrar alguma amostra de sua tecnologia.

Como provar a presença de civilizações alienígenas?

Adam Frank e Gavin Schmidt também exemplificaram com uma suposta civilização de mamíferos, surgida há 60 milhões de anos, para afirmar que as melhores possibilidades estão na pesquisa de registros nas camadas geológicas. Queima de combustíveis fósseis em crescimento deixaria visíveis rastros, e as presentes mudanças climáticas em razão da ação humana poderão ser detectáveis daqui a milhões de anos nas camadas sedimentares. O uso de fertilizantes agrícolas à base de nitrogênio igualmente seria uma boa pista, além de objetos feitos de plástico, que demoram muito para serem absorvidos pelo meio ambiente.

Começaram as gravações de Blue Book, do canal History

FONTE: OMNI

Hynek vai, afinal, ter sua merecida homenagem em Blue Book

Blue Book é uma série em dez capítulos que irá contar a história do Projeto Blue Book, da Força Aérea Norte-Americana (USAF), centrando-se na trajetória do grande pioneiro da Ufologia Mundial, J. Allen Hynek. Para interpretá-lo foi escolhido o ator Aidan Gillen, mundialmente conhecido por sua participação na série Game of Thrones, e vivendo Mimi, esposa de Hynek, estará a bela Laura Mennell, que foi Jane Slater no filme Watchmen e Gail Knox na série Legends of Tomorrow. O History garante que uma pesquisa de opinião revelou que a série é muito aguardada.

Gravações feitas no Canadá

As filmagens tiveram início no último mês de março, quando a produção esteve em Vancouver, no Canadá, gravando cenas utilizando locações da cidade, como uma clínica, a Universidade da Colúmbia Britânica e o lado leste do centro da cidade. Vários carros da época foram utilizados e repórteres de sites de entretenimento conseguiram muitas fotos de Aidan Gillen caracterizado como J. Allen Hynek. Ainda não há informações sobre qual será a data de estreia da série.

NASA lança nave InSight para estudar o interior de Marte

FONTE: NASA

A sonda InSight que foi lançada pela NASA com destino a Marte em 05 de abril, a partir da Base Aérea Vandenberg, na Califórnia

Foi lançada em 05 de abril, a partir da Base Aérea Vandenberg, na Califórnia, a nave de pouso InSight, sigla em inglês para Exploração Interior Usando Investigações Térmicas, Geodésicas e Transporte de Calor, para Marte. Um foguete Atlas 5 ainda levou para o espaço dois pequenos satélites da classe Cubesat, designados MarCO-A e MarCO-B, que devem chegar a Marte em 26 de novembro, mesma data do pouso da InSight — mas que não são cruciais para a missão principal. Seu propósito é demonstrar que a tecnologia Cubesat pode servir também para missões interplanetárias, já que todas as demais do tipo foram lançadas somente em órbita terrestre.

Estudando os curiosos terremotos marcianos

A InSight é uma nave de pouso que ficará fixa em seu local de aterrissagem — é baseada no mesmo projeto da Phoenix, que pousou no polo norte marciano em 2008. Ela irá estudar o interior do planeta e entre seus equipamentos encontra-se uma sonda que irá penetrar até 4,9 m abaixo da superfície, monitorando possíveis terremotos marcianos e até mesmo impactos de meteoritos. Um sensível sismômetro, capaz de detectar minúsculas vibrações, igualmente está na carga útil da nave, assim como câmeras e outros sensores. O sistema de comunicações da InSight permitirá que sua posição seja rastreada com precisão, a fim de medir mudanças no eixo de rotação de Marte, o que pode ainda prover evidências sobre como é o núcleo do planeta. Agora é aguardar os resultados.



Grande Ofertas Exclusivas da Revista UFO