Revista UFO - Portal da Ufologia Brasileira - A mais antiga revista sobre discos voadores do mundo

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Pesquisa em Três Barras - MG

O CIPFANI - Centro de Pesquisas de Fenômenos Aéreos Não Identificados, com sede em Contagem, MG, abre novas vagas para associados.

Estamos reativando as pesquisas de campo e estamos selecionando 6 integrantes para fazer parte desta nova fase. Hoje o centro de pesquisa disponibiliza todos os equipamentos necessários para uma pesquisa mais qualificada e dentro dos padrões internacionais. Solicitamos a todos os consultores e leitores da UFO (revista e site) para entrar em contato pelo e-mail: cipfani@hotmail.com

Basta enviar seus dados, endereço, profissão e a área de interesse na pesquisa. Ontem realizamos uma reunião de boas vindas a mais 2 integrantes, que em breve serão apresentados a todos. Venha fazer parte desta equipe.

Abraços

Paulo Werner

Presidente CIPFANI

 

crédito: Nélio Rodrigues
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Paulo Werner em pesquisa de campo.

A internet hoje é a maior rede de informações sobre ufologia e temas congêneres. Isso deu aos pesquisadores maior flexibilidade e uma cobertura mais ampla dos fatos que antes só eram acessíveis em revistas especializadas, que na maioria das vezes, são difíceis de serem adquiridas. A internet criou pontes, e reduziu distâncias entre grupos de várias partes do mundo. Hoje é possível graças à rede, consultar dados de grupos na Austrália e com o simples digitar, alternar dados com grupos franceses e canadenses. Ou seja, a informação simplesmente "sobra" na web.
Mas quantidade não significa "qualidade", e podemos afirmar com certeza, que 70% do que é divulgado em listas e sites de notícias, são informações "furadas" e que
não sobrevivem por muito tempo. Prefiro não entrar em detalhes sobre estas informações, que ao meu ver simplesmente tornaria o assunto ainda mais extenso. Prefiro ir direto ao assunto e abordar a conduta da atual safra de pesquisadores da era globalizada.

Grupos de pesquisa ou aproveitadores?

A ufologia mineira, sempre foi destaque, tanto por sua rica casuística, como por seus pesquisadores. Nesta lista obviamente não poderia faltar o nome de Hulvio Brant Aleixo, fundador do primeiro grupo nacional de pesquisa ufológica, o Cicoani, fundado em 1952. E que desenvolveu durante décadas, um importante trabalho de investigação e divulgação da ufologia mineira.
Sempre priorizando a testemunha da área rural - peça chave - que sem sombra de dúvidas, é o bem mais valioso dentro da fenomenologia Ovni. E o Cicoani sempre priorizava esta questão, e a ufologia nacional, de uma maneira ou de outra, aprendeu a criar métodos e padrões a partir deste modelo, adotado pelo brilhante Hulvio. Mas o que vemos hoje, parece um retrocesso, uma inversão de valores. A testemunha, que antes era tratada com máxima atenção, hoje é desnecessária e quase nula. Os grupos que surgiram na era "globalizada" raramente pesquisam. A maioria são aproveitadores e divulgam trabalhos de terceiros, e chegam a criar sites e informativos impressos. Conheço pessoalmente, dezenas de grupos que "nunca" investigaram um caso sequer. Não possuem conhecimento extra-campo, e não encaram estradas de terra para ir atrás de informações. Se a informação está acessível na web, pra que gastar tempo e dinheiro enfiando o carro em estradas esburacadas?
Quantos grupos ufológicos já realizaram expedições e pesquisas na área rural? Podemos com certeza afirmar que 80% são "fantasmas". A ufologia para continuar sobrevivendo, precisa mais do que isto, pois nossos precursores estão aposentando, ou abandonando a causa ufológica, será que com isso a ufologia corre o risco de desaparecer?
É evidente que não! Mas é certo que se os rumos atuais não sofrerem alterações bruscas, a verdadeira pesquisa ufológica poderá definhar e sobreviver de casos ufológicos do passado.

Ficção ou realidade?


Há ainda hoje, os defensores de teorias tais como a face de Marte, as linhas de Nazca, chupacabras, intervenção genética e tantas outras associadas a intervenções alienígenas.
É interessante notar, que em um gráfico de estatísticas sobre aparições de chupacabras, divulgadas pelo pesquisador Carlos Alberto Machado, Minas Gerais aparece como um dos Estados com o menor percentual de ocorrências. Por que será? Aqui em Minas, os grupos Cipfani, Ampeu e Grumpu adotam critérios rígidos na avaliação de casos desta natureza. O Cipfani já pesquisou várias ocorrências de "supostos" chupacabras, que na verdade nada mais eram do que cães e felinos selvagens.
A ufologia mineira não "engoliu" este papo furado de chupacabras. Isso é interessante para quem explora comercialmente a lenda.

O futuro da ufologia...


Espero que algo possa mudar este quadro, é difícil, mas não impossível. Basta que o bom senso e a seriedade sejam praticadas, e não "maquiadas" em programas de TV e artigos para revistas de conteúdo duvidoso. A ufologia necessita de pesquisadores e divulgadores competentes. Criar sites e grupinhos com nomes bonitos não resolve a situação. Quem não possui seriedade e não sabe caminhar com as próprias pernas, deve deixar o caminho livre para aqueles que pedem passagem. Não acreditem, pesquisem!

crédito: Paulo Werner®
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Contatos imediatos

Sobre as perspectivas de alguns contatos nos próximos anos, tendo por base as novas conquistas e avanços da ciência, o professor Húlvio Brant Aleixo não demonstrava otimismo. Sua tese é que  "A revelação total do segredo UFO reside essencialmente nas eventuais revelações dos próprios alienígenas, que até agora têm tido um comportamento evasivo, sorrateiro e enganoso".

Ele entende que a tecnologia humana, por mais avançada que seja, tem se revelado incapaz de penetrar no âmago desse segredo. "Os alienígenas têm demonstrado possuir um conhecimento muito mais avançado do que aquele que a ciência humana propicia e não estão interessados em ser descobertos. Ao contrário: estão implantando muitas fantasias nas mentes humanas, com o objetivo de confundi-las, evitando a descoberta de sua verdadeira origem, natureza e propósitos".

"As ciências humanas empregam outros métodos de pesquisa além do método experimental porque nem todos os fenômenos são susceptíveis de abordagens através do método experimental", diz Húlvio Brant Aleixo. "Não temos a facilidade que os cientistas das exatas têm de detectar fisicamente, mensurar e trabalhar em laboratórios com os dados de determinado fenômeno. Avaliamos sempre que possível o comportamento humano, baseados em instrumentos adequados e na utilização do método estatístico, usando as medidas de tendência central para avaliação de comportamento humano".

Quanto à atitude de ceticismo predominante no meio científico em geral, o ufólogo lança o seguinte desafio: "Saiam para fazer pesquisa de campo, aplicando os seus conhecimentos básicos e chegarão fatalmente à conclusão de que o fenômeno UFO é real e não imaginário". Segundo ele, falta da parte dos cientistas uma atitude ativa e não passiva face ao fenômeno UFO, lembrando que é de "extrema importância e urgência o esclarecimento desse fenômeno para o bem de toda a sociedade humana".

Húlvio Brant Aleixo (Pesquisador mineiro – fundador do Cicoani – falecido em 2007)

crédito: Paulo Werner®
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Durante muito tempo as pessoas acreditavam em extraterrestres e discos voadores ou não. Mas pessoas sérias começaram a ver, muita gente teve contatos próximos, e sofreram sequelas sérias destes contatos. Evidências se acumulavam por todo o mundo. E como dizia "Sherlock", "elimine o impossível. O que sobrar, por mais improvável, será a verdade".

 

No passado as pessoas acreditavam que os discos voadores eram pilotados por homenzinhos verdes vindos de Marte. E as outras pessoas, sensatas e céticas, achavam um absurdo. Mas o estigma ficou.

Com o início das pesquisas mais e mais os "ufólogos" descobriram que não era bem assim. Não existiam marcianos que pegavam terráqueos para dar uma voltinha, mas existia algo lá fora, algo grande, real e algumas vezes assustador.

 

Minha avó sempre dizia que manga com leite mata. Na primeira vez que ela me viu beber suco de manga com leite ela quase teve um ataque. Na segunda, não falou. Hoje, ela também bebe. As crenças não resistem às evidências!

 

Nós, do Cipfani, não acreditamos em ETs. Pesquisamos!! O que é muito diferente. Aplicamos o método científico, somos de natureza cética, mas não permitimos que o ceticismo se torne uma crença em sí.

As evidências, já imensas, tornam-se indiscutíveis quando da liberação de informações da Rússia, da China. Em todo o mundo o fenômeno se repete. Coincidência? Pessoas que nem sabem da existência uma da outra dizem ter sofrido a mesma experiência nos leva a pensar.

 

Claro, ainda hoje existem pessoas que acreditam ou não. Fanáticos sempre existiram e existirão. Alguns dizem que discos voadores são obra do diabo. Outros, simplesmente negam a existência, e fazem como o Bispo católico Dom Ivo Lorscheider, que estava no avião da *Vasp (1982) sendo acompanhado por um Ovni, que quando todos a bordo viram, disse à aeromoça que o interpelava que "tinha coisas mais importantes a fazer".

 

A crença não resiste às evidências...

Ursos e a ufologia...

14.07.10 - 09h30
crédito: Paulo Werner®
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A ufologia não é nem nunca foi algo simples, um problema comum, algo facilmente solucionável. É um problema complexo e incomum, com mais facetas do que um diamante lapidado, para o qual não há nem haverá jamais solução trivial, mas antes de tudo é algo profundo, que merece um estudo meticuloso e sistemático.

 

Talvez o maior problema da ufologia não esteja exatamente nela, mas em nós mesmos, o que é extremamente frustrante. Estamos acostumados a seguir uma linha de raciocínio, e fazemos de tudo para não sair dela. Preferimos atacar uma idéia ou simplesmente ignorá-la quando esta não condiz com nossa linha de raciocínio.


Um simples exemplo:

Acompanhe-me no seguinte problema: Um caçador sai de sua casa, anda 10 km para o Sul, 10 km para o Leste e 10 km para o Norte, matando então um urso na porta de sua casa. De que cor era o urso?

 

Ora, muitos dirão; este problema é ilógico ou insolúvel, e outros ainda se perguntarão o que isto tem a ver com ufologia. Devido a já citada tendência a não nos desviarmos da nossa linha de pensamento, a maioria deve estar imaginando um quadrado aberto em "U" como a trajetória do caçador.

 

Este, como o problema ufológico, permite mais de uma solução. A mais elementar seria a de que o caçador possui duas casas. Neste caso é impossível dizer a cor do urso. Fácil como dizer que os UFOs são alucinações.


Mas, suponha-se que eu diga que o caçador só tem uma casa, e matou o urso na porta da casa da qual ele saiu. Isto anularia esta solução, assim como qualquer caso ufológico comprovado anula a hipótese de alucinação.

 

Outra solução já requereria bastante raciocínio e ousadia, e gera dois caminhos: Devemos jogar de lado a nossa mania de considerar o universo (e a Terra) plano, e lembrar de geometria esférica: existe uma linha próxima ao Pólo Sul, do qual seria possível andar 10 km para o Sul, estando então num paralelo de 10 km de circunferência, no qual se andaria 10 km para o Leste, seguindo de 10 km para o Norte, retornando então ao ponto de partida. Uma solução brilhante, mas assim como certas "brilhantes" soluções da ufologia tais como "Racionais Superiores", "Irmãos Cósmicos", etc, esbarra em fato intransponível: Não há ursos no pólo sul. Já no pólo Norte, de onde, ainda usando geometria esférica, ele sairia, seguiria o percurso e retornaria ao ponto de origem, solucionando o problema: O urso era BRANCO, pois, no Pólo Norte só existem ursos polares, e nos daria de quebra a localização EXATA da casa do caçador.

 

É de uma ou várias soluções assim de que a ufologia necessita, com seus pesquisadores mantendo sempre em mente a máxima: "Problemas incomuns pedem soluções incomuns", e com isso procurar expandir ao máximo os seus horizontes...

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